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Chromecast chega ao Brasil este mês por 199 reais

Chromecast chega ao Brasil este mês por 199 reais

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05/05/2014 - 05h00
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Com o tamanho de um pen drive e a promessa de revolucionar o consumo de vídeos online, o dispositivo de streaming Chromecast chega ao Brasil no final deste mês por estimados 199 reais, diz a INFO o brasileiro Mario Queiroz, vice-presidente de produtos do Google. O executivo, que é formado pela Universidade Stanford e está na empresa de Mountain View desde 2005, explica os planos do Google para o aparelho nesta entrevista exclusiva:

Em que Chromecast se diferencia dos concorrentes, como TVs inteligentes, consoles de videogame e a Apple TV e como acredita que ficará o mercado após a entrada do seu produto no País?

Eu prefiro começar conversando sobre como nós fizemos o design do Chromecast, que foi pensado diretamente no usuário final. Por ter trabalhado nos primeiros smartphones Android e ter assumido lá trás a responsabilidade pelo Google TV, nós aprendemos uma coisa importantes: a área de smart TV precisava de uma mudança. O Google precisava trazer mais simplicidade para essa área de produto. Simplicidade em termos de configuração. Muitas das smart TVs são difíceis de configurar. Nosso objetivo foi o seguinte: o usuário precisaria levar cinco minutos ou menos do momento em que pegar a caixa do produto até o momento em que ele estiver assistindo ao primeiro vídeo. Ainda mais importante que isso, pensamos em desenvolver um produto com modelo de interação que requeresse aprendizagem zero do usuário. A melhor forma para isso foi usar uma interface que as pessoas já conheciam: a dos smartphones. Se você for pensar em termos de interface do usuário, a única coisa que nós do Google introduzimos foi um botãozinho. Não foi tanto sobre como se diferenciar da concorrência, mas qual produto será especial para o usuário.

E de alguma maneira abolir o uso do controle remoto, não?

Exatamente. O Chromecast é uma extensão da experiência nos aparelhos que o usuário já conhece. A nossa visão é que o produto seja uma extensão de todo o conteúdo. Não foi que a gente quis abolir o controle remoto, nós nem pensamos no controle remoto.

Mas como foi a criação do produto?

A gente começou numa lousa em branco e foi um processo de inovação interessante. Começamos do zero mesmo. Tínhamos uma equipe experiente e tivemos a oportunidades de criar algo greenfield, como diríamos em inglês. Foi uma espécie de startup dentro do Google que cresceu aos poucos.

Mas como vocês enxergam o produto no mercado?

Nós vemos vantagens enormes, como a simplicidade e o fato de ser acessível em termos de preço. O mais importante é a mágica colocar o conteúdo na tela grande. Na minha casa, por exemplo, eu troco a música na Google Play Music estando na outra sala. Não preciso estar na frente da caixa de som para isso. Mas a nossa estratégia não é apenas o Chromecast, mas o Google Cast, esse protocolo que definimos que faz com que um aparelho com iOS ou Android possa mandar conteúdo para a televisão. É por isso que temos um SDK.

Esse SDK é para os desenvolvedores criarem seus próprios apps com a tecnologia do Google?

Exatamente. Este é o Google Cast SDK para qualquer desenvolvedor. Se você for um desenvolvedor e possuir um app de fotos, por exemplo, poderá colocar o SDK para que o usuário mande o conteúdo para a televisão. Isso é que é importante, pois quanto mais desenvolvedores mais aumenta o ecossistema.

O Chromecast é um aparelho diminuto. No futuro ele estará embarcado em outros aparelhos? Em vez de comprar dois produtos, a TV e o Chromecast, por exemplo, as pessoas diretamente uma TV com Chromecast?

Essa é a ideia. É esse o ecossistema Google Cast. Já abrimos o SDK para desenvolvedores. A gente também falou que a tecnologia vai ser embutida em outros devices dos nossos parceiros. O Chromecast é um dos aparelhos que tem a tecnologia do Google Cast. Existirão outros aparelhos também.

Quais serão os parceiros de conteúdo para o lançamento de conteúdo no Brasil?

Para o lançamento no Brasil, vamos usar a fórmula que utilizamos nos Estados Unidos e na Europa. A fórmula com conteúdo disponível na data do lançamento mais outro conteúdo que vem não muito tempo depois. Primeiro com parceiros globais, como Netflix, Rdio e Vevo, e depois parceiros locais.

Mas vocês estão conversando com canais de televisão?

Nós estamos conversando. Eu não vou poder falar ainda quais são, mas é o mesmo tipo de parceiro que tivemos nos lançamentos lá fora. O bom do Chromecast é que o dono do conteúdo não tem que criar um aplicativo novo, basta colocar o SDK do aplicativo antigo.

O Chromecast é produzido fora do Brasil?

De inicio a produção é fora. Eu espero que tenha um sucesso incrível no Brasil e com o volume de negócios aqui, nosso parceiro de fabricação não teria problema em fazer aqui.

O mercado inicial do produto me parece restrito a pessoas conectadas e que, invariavelmente, viajam ao exterior. E o produto é, de fato, muito barato lá. Custa 35 dólares. Isso não pode ser um problema, pois esse usuário pode ter acesso ao Chromecast com preço em dólares e não com o preço do Brasil?

O mercado do Chromecast no Brasil é bem maior que o mercado de pessoas que viajam para Miami e Nova York comprar o Chromecas lá. Claro, eles podem comprar lá. E o bom do produto é que ele funciona no mundo inteiro. Mas nós estamos fazendo a certificação do produto de acordo com a legislação brasileira. O tamanho desse mercado é o tamanho do mercado de banda larga. Quando eu penso em ver filmes, eu penso em streaming. Eu não penso mais em mídia física. Há mais TVs no mundo com entrada HDMI do que pessoas com banda larga. O problema não é numero de telas. O problema é, realmente, o mercado de banda larga. No futuro, qualquer pessoa no mundo que queira ver um conteúdo vai pensar em streaming. É por isso que estamos desenvolvendo um produto e um ecossistema para dez anos e não para um ano apenas. É por isso que queremos entrar no Brasil o mais rápido possível, justamente para que as pessoas que entendem e conhecem o produto ajudem no desenvolvimento no mercado. Nós vendemos mais do que esperávamos nos Estados Unidos. Mas os concorrentes não pararam de vender também. O que a gente viu foi que o mercado cresceu com o lançamento do Chromecast. Aumentamos o tamanho da pizza. Isso foi surpreendente. Estamos vendo isso também na Europa. A gente espera no Brasil tornar o mercado maior também.

Com a Copa do Mundo, muitos televisores são vendidos pelos varejistas. Há alguma estratégia para aproveitar esse boom e vender o Chromecast?

Nossa estratégia de varejo é que o Chromecast esteja associado aos smartphones, televisores, tablets e computadores. Para o lançamento, estamos fazendo a associação a diferentes produtos e temos também a possibilidade de incluir certas ofertas. Sim, ele é vendido com televisores, mas o comprador de smartphones e tablets é aquele que mais leva o produto para casa.

Tecnologia

Como criar uma logo profissional com IA e melhores ferramentas em 2026

09/02/2026 09h15

pexels maltelu 1981443

pexels maltelu 1981443 Foto de Malte Luk

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Durante muito tempo, criar uma identidade visual parecia algo distante para quem estava começando. Era preciso contratar um designer, esperar propostas e investir um valor considerável antes mesmo de validar o negócio.

Em 2026, esse cenário mudou de forma clara. Ferramentas baseadas em inteligência artificial permitem gerar logos consistentes em poucos minutos, com liberdade de edição e arquivos prontos para uso profissional. Isso não elimina o trabalho criativo, mas reduz bastante a barreira de entrada.

Este guia mostra, de forma direta, como sair da ideia para uma logo utilizável, mesmo sem experiência em design.

O que define uma logo realmente profissional hoje

Antes de abrir qualquer ferramenta, vale entender um ponto importante. Uma boa logo não depende apenas do desenho em si. Ela precisa funcionar em diferentes contextos e comunicar a essência da marca com clareza.

Algumas características costumam estar presentes em identidades visuais bem resolvidas:

  • Formas simples e fáceis de reconhecer
  • Boa leitura em tamanhos pequenos
  • Cores coerentes com o posicionamento da marca
  • Tipografia legível em digital e impresso
  • Versão funcional em preto e branco

Quando esses elementos estão equilibrados, a marca tende a durar mais tempo sem precisar de mudanças frequentes.

Passo 1: clareza sobre a identidade da marca

O erro mais comum não está na ferramenta escolhida, mas na falta de definição antes de começar. Sem clareza sobre público, proposta e tom de comunicação, qualquer logo pode parecer apenas “bonita”, mas não necessariamente adequada.

Antes de gerar a primeira opção, vale responder perguntas simples:

  • Qual problema o negócio resolve
  • Para quem ele existe
  • Que sensação a marca deve transmitir
  • Se o posicionamento é mais moderno, tradicional, técnico ou acessível

Essas respostas guiam toda a criação visual depois.

Passo 2: escolha do criador de logo com IA

Com a base definida, entra a ferramenta. Hoje existem várias opções de plataformas, como por exemplo um criador de logo, mas algumas se destacam pela consistência de resultados.

O Design.com costuma ser escolhido quando a prioridade é variedade visual combinada com rapidez de edição.
 

A biblioteca extensa de estilos ajuda quem ainda está explorando direções criativas, e os arquivos já saem preparados para diferentes usos da marca.

O BrandCrowd segue forte quando o objetivo é testar muitas possibilidades em pouco tempo. A quantidade de modelos disponíveis facilita encontrar caminhos visuais distintos sem começar do zero.

Outras plataformas também cumprem bem papéis específicos, principalmente para quem quer integração com materiais de marketing ou criação de site no mesmo ambiente. A melhor escolha depende mais do fluxo de trabalho desejado do que de uma única funcionalidade isolada.

Passo 3: gerar opções sem apego à primeira ideia

Um dos maiores benefícios da IA é permitir testar rapidamente. Por isso, prender-se à primeira logo quase sempre é um erro.

O ideal é gerar várias versões, comparar estilos diferentes e observar qual comunica melhor a proposta da marca. Às vezes, a melhor opção surge justamente de uma direção que não parecia óbvia no início.

Esse processo leva poucos minutos, mas faz muita diferença no resultado final.

Passo 4: ajustar detalhes que elevam a qualidade

Depois de escolher uma direção visual, começa a etapa que realmente transforma uma logo comum em algo mais consistente.

Alguns ajustes simples costumam melhorar bastante o resultado:

  • Reduzir elementos desnecessários
  • Testar combinações de cores mais equilibradas
  • Ajustar espaçamentos entre símbolo e texto
  • Verificar leitura em fundo claro e escuro

São mudanças pequenas, mas que aumentam a sensação de profissionalismo.

Passo 5: validar antes de considerar finalizado

Antes de baixar os arquivos finais, vale fazer um teste rápido. Imagine a logo aplicada em situações reais:

  • Foto de perfil de rede social
  • Cabeçalho de site
  • Cartão de visita
  • Documento em preto e branco

Se ela continua clara e reconhecível nesses cenários, é um bom sinal de que está pronta para uso.

Erros comuns ao criar logos com IA

Mesmo com ferramentas avançadas, alguns equívocos ainda aparecem com frequência:

  • Escolher designs muito complexos
  • Usar cores sem relação com o posicionamento
  • Ignorar legibilidade em tamanhos pequenos
  • Seguir tendências visuais passageiras
  • Finalizar rápido demais sem testar aplicações

Evitar esses pontos já coloca a marca em um nível acima da média.

Vale a pena usar IA para criar logo em 2026?

Para a maioria dos negócios em fase inicial, a resposta é sim. A inteligência artificial reduziu tempo, custo e complexidade do processo, permitindo chegar a resultados utilizáveis com rapidez.

Isso não substitui totalmente o trabalho de design estratégico em marcas maiores, mas resolve muito bem a etapa inicial de identidade visual.

Na prática, a IA se tornou um caminho acessível para transformar ideias em marcas reais.

Conclusão

Criar uma logo profissional não precisa mais ser um processo lento ou caro. Em 2026, ferramentas com inteligência artificial permitem sair da ideia para uma identidade visual completa em poucos minutos, desde que exista clareza sobre o posicionamento da marca.

Seguindo um processo simples, escolhendo bem a ferramenta e dedicando atenção aos ajustes finais, já é possível alcançar um resultado consistente e pronto para uso.

E talvez essa seja a maior mudança dos últimos anos: hoje, começar deixou de ser a parte mais difícil.

 

PROTEÇÃO

Tem Iphone? Então você precisa fazer isso antes de levar em uma assistência técnica

O Modo de Reparo é um estado especial do iOS que permite que técnicos autorizados realizem diagnósticos e reparos no seu iPhone

09/02/2026 08h15

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Ao enviar seu iPhone para reparo, é crucial proteger seus dados pessoais. A Apple introduziu o Modo de Reparo (Repair State) no iOS 17.5, uma funcionalidade que permite que o dispositivo seja reparado sem a necessidade de desativar o recurso Buscar (Find My) ou o Bloqueio de Ativação.

Isso garante que seu iPhone permaneça rastreável e seguro durante o processo de assistência.

O que é o modo de reparo?

O Modo de Reparo é um estado especial do iOS que permite que técnicos autorizados realizem diagnósticos e reparos no seu iPhone, mantendo o Bloqueio de Ativação ativo. Isso significa que, mesmo que o dispositivo esteja nas mãos de um técnico, ele ainda estará vinculado ao seu ID Apple, impedindo o uso não autorizado.

Como ativar o modo de reparo (iOS 17.5 ou superior)

Siga os passos abaixo para ativar o Modo de Reparo no seu iPhone:

  1. Abra o aplicativo Buscar (Find My): Localize e toque no ícone do aplicativo Buscar na sua tela inicial.
  2. Acesse a aba "Dispositivos": Na parte inferior da tela, toque na aba "Dispositivos".
  3. Selecione o seu iPhone: Na lista de dispositivos, toque no iPhone que você deseja enviar para reparo.
  4. Toque em "Remover Este Dispositivo": Role a tela para baixo e toque na opção "Remover Este Dispositivo".
  5. Confirme a preparação para reparo: Uma mensagem aparecerá informando que o dispositivo não pode ser removido e perguntando se você deseja prepará-lo para reparo. Toque em "Continuar".
  6. Aguarde a ativação: Seu iPhone entrará no Modo de Reparo. Ele permanecerá visível no aplicativo Buscar e com o Bloqueio de Ativação ativado.
Feito por Denis Felipe com IA

Considerações Importantes

  • Não ative sem necessidade: O Modo de Reparo deve ser ativado apenas quando você realmente for enviar o iPhone para assistência. A desativação desse modo geralmente é feita pela própria assistência técnica após a conclusão do reparo.
  • Versão do iOS: Certifique-se de que seu iPhone esteja executando o iOS 17.5 ou uma versão posterior para ter acesso a este recurso.
  • Proteção de Dispositivo Roubado: Se você tiver a "Proteção de Dispositivo Roubado" ativada, pode haver um atraso de segurança de uma hora ao tentar desativar o Buscar ou outras configurações sensíveis, caso você não esteja em um local familiar. Certifique-se de estar em um local familiar ou desative temporariamente a Proteção de Dispositivo Roubado antes de ativar o Modo de Reparo, se necessário. No entanto, o Modo de Reparo foi projetado para funcionar com o Buscar ativado, então a desativação do Buscar não é necessária para o Modo de Reparo em si.

Recomendações Adicionais antes de Levar para a Assistência Técnica

Mesmo com o Modo de Reparo, é sempre bom tomar precauções adicionais:

  • Faça backup completo: Realize um backup completo do seu iPhone no iCloud ou no seu computador (Mac ou PC) para garantir que todos os seus dados estejam seguros.
  • Tenha a senha do ID Apple: Anote ou tenha fácil acesso à sua senha do ID Apple, pois ela pode ser necessária para o processo de reparo ou para reconfigurar o dispositivo após o retorno.
  • Remova cartões do Apple Pay: Por segurança, remova todos os cartões de crédito e débito associados ao Apple Pay.
  • Retire acessórios: Remova capas, películas protetoras e quaisquer outros acessórios do seu iPhone.

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