Brasil

RIO DE JANEIRO

Técnico Tite é furtado durante caminhada no Rio

Homem passou de bicicleta e puxou o adereço do pescoço do ex-treinador da seleção

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O técnico Tite foi furtado enquanto caminhava com a esposa na Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio de Janeiro, no início da semana passada.

O furto foi noticiado pelo colunista Ancelmo Gois, neste sábado (24), e confirmado pela assessoria do treinador.

"Uma pessoa que passava de bicicleta roubou a correntinha que ele usava no momento em que caminhava com a esposa. Uma pessoa próxima percebeu, tentou, mas não conseguiu interceptá-lo. Tite o agradeceu e seguiu a caminhada", afirmou em nota. A assessoria negou que o ladrão tenha feito qualquer comentário sobre a seleção no momento do furto.

Tite não fez boletim de ocorrência, o que foi confirmado pelas polícias Civil e Militar fluminense, que não identificaram nenhum registro sobre o caso.

O treinador está tirando um período de descanso com a família antes de decidir seu futuro em 2023. No último dia 9, quando o Brasil foi eliminado da Copa pela Croácia nos pênaltis, ele confirmou sua saída do comando da seleção.

"Derrota dolorida, porém em paz comigo mesmo. Fim de ciclo", disse, em entrevista coletiva à imprensa após o jogo no estádio Cidade da Educação em Al Rayyan, próximo à Doha, capital do país.

O técnico declarou que toda a equipe foi responsável pela derrota e que não há uma peça principal a quem possa ser atribuída a culpa. "Não coloquem herói ou vilão no esporte, porque não tem", afirmou.

Tite já havia dito que este Mundial era seu último campeonato pela seleção. O técnico era visto como um dos favoritos a ganhar a disputa para o Brasil desde 2002, quando Luiz Felipe Scolari venceu o pentacampeonato.

teto maior

Lula entrega a Motta projeto para beneficiar 13 milhões de MEIs

No Brasil, estima-se que cerca de 13 milhões de trabalhadores atuem sob esta condição, que poderão ter renda anual de até R$ 140 mil

30/06/2026 07h31

Projeto entregue por Lula a Motta corrige um valor que está congelado faz mais de oito anos

Projeto entregue por Lula a Motta corrige um valor que está congelado faz mais de oito anos

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva entregou, nesta segunda-feira (29), ao presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), um projeto de lei complementar que amplia para R$ 140 mil o teto de faturamento do microempreendedor individual (MEI). Atualmente, o limite é de R$ 81 mil por ano. No Brasil, estima-se que cerca de 13 milhões de profissionais estejam nessa condição.

A proposta prevê ainda a possibilidade de contratação de até dois empregados.

"É uma medida que corrige uma defasagem histórica, fortalece os pequenos negócios, incentiva a geração de empregos e garante mais condições para milhões de brasileiros continuarem crescendo com segurança e dignidade", disse o presidente em publicação nas redes sociais.

Segundo o governo, a atualização atende a um pleito do setor e corrige uma defasagem desde 2018, quando o teto atual entrou em vigor.

Urgência

Lula pediu a Motta que o projeto seja votado o mais rapidamente possível "para que a gente possa favorecer aquelas pessoas que mais precisam de crédito".

Ao receber a proposta, Motta afirmou que a medida pode ter ampla repercussão entre os trabalhadores.

"Se o valor fosse corrigido pela inflação desde a última atualização, há pouco mais de oito anos, o teto estaria hoje em R$ 125 mil. É realmente um gesto do governo, uma construção coletiva com o Congresso, para seguirmos juntos nessa parceria em favor do país", afirmou.

Escalonamento

O projeto prevê aumento gradual do teto de faturamento. Em 2027, o limite passaria para R$ 110 mil e, em 2028, chegaria a R$ 140 mil.

Segundo o governo, a proposta integra um conjunto de medidas voltadas aos empreendedores, que inclui também linhas de crédito.

O ministro do Empreendedorismo, Paulo Pereira, afirmou que os pequenos negócios movimentam a economia de milhares de municípios brasileiros, geram empregos e criam oportunidades.

"Esse conjunto de medidas foi construído para remover obstáculos, ampliar oportunidades e dar condições para que milhões de empreendedores possam crescer, contratar e prosperar", afirmou.

FOGO AMIGO

Flávio responde a Michelle e fala em 'gesto não correspondido'

Depois de fazer pouco caso sobre o vídeo de Michelle, dizendo que nada o aborrecia em dia de jogo do Brasil, Flávio publicou novo vídeo no final da noite desta quarta-feira

25/06/2026 07h41

Michelle Bolsonaro em vídeo publicado nas redes sociais

Michelle Bolsonaro em vídeo publicado nas redes sociais Reprodução

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O senador Flávio Bolsonaro publicou, no final da noite da quarta-feira, 24, uma carta aberta em resposta a Michelle Bolsonaro após a ex-primeira-dama divulgar um vídeo relatando ter sido humilhada pelo pré-candidato à Presidência.

Mais cedo, durante uma live antes do início do jogo da seleção brasileira contra a Escócia, Flávio já havia declarado que "nada nem ninguém" o aborrece. No texto, o pré-candidato diz que "nunca" desrespeitou, maltratou e humilhou uma mulher na vida. "Jamais o faria com a esposa do meu próprio pai".

As divergências entre ele e Michelle são parte de um processo natural, argumenta Flávio. Mas mesmo que "pessoas comprometidas com o mesmo propósito enxerguem caminhos diferentes para chegar ao melhor resultado", o "foco" é "livrar" o Brasil "de Lula e do PT".

O senador disse ainda que tentou convidar a ex-primeira-dama para participar de uma reunião com as lideranças femininas conservadoras, mas que ela nem atendeu a ligação nem respondeu a mensagem. "Fiz mais um gesto não correspondido", enfatizou.

Em um vídeo publicado na tarde desta quarta, Michelle disse que Flávio a humilhou durante uma ligação. O senador teria dito que "seria melhor" que a ex-primeira-dama ficasse "de fora das decisões do partido. Disse que eu havia chegado ontem e não entendia nada de política", relatou.

A conversa teria acontecido após Michelle, no início de dezembro do ano passado, criticar publicamente a decisão do diretório cearense do PL de apoiar candidatura de Ciro Gomes ao governo do estado. Enquanto Flávio disse que a madrasta atropelava a vontade do pai, Eduardo classificou o posicionamento como "injusto e desrespeitoso" com o deputado André Fernandes, que teria articulado o apoio do PL a Ciro.

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