Cidades

Giba Um

"A gente conversa sobre isso desde 2023, que meu interesse é ficar em São Paulo..."

de Tarcísio de Freitas, sobre sua última visita a Bolsonaro.

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A Justiça autorizou a Prefeitura de São Paulo a penhorar a receita que o Jockey Club receberá pelo aluguel de seu espaço para um evento de tênis. Os recursos deverão ser usados para abater parte da dívida acumulada do clube com o município paulista.

MAIS: a dívida acumulada passa de R$ 800 milhões, entre IPTU e ISS. Pela decisão judicial, os organizadores do Latin American Open, que ocorrerá entre 19 e 29 de março, deverão depositar os recursos da locação em uma conta judicial.

Criando personagens

Como seus recém-completados 40 anos (6 de janeiro) a modelo e atriz Irina Shayk posou para um ensaio para lá de empolgante para V Magazine, em clique feitos pelo renomeado fotógrafo Steven Klein, no qual ela chama de “parceiro”.  Irina conta que em todos os ensaios, seja ele para editoriais ou para campanhas publicitárias ela costuma encarar um personagem.  

“Tudo o que fizemos nesta história surgiu de horas de conversas entre Steven e eu sobre ela, a personagem que construímos juntos. Quem é ela? O que ela ama? Como ela se move pelo mundo? Para mim, ela representa um tipo de feminilidade selvagem. Ela é ousada. Ela é masculina à sua maneira. Ela vive de couro. Ela sai. Ela está na sua era do 'sim', destemida, sem pedir desculpas, completamente ela mesma.” E completa: “Não existem mais limites. Chega de caixas que nos definem como 'modelos' ou 'apenas isso'. Se algo me traz alegria, se sinto amor por isso e se tenho um parceiro criativo ao meu lado que me inspira, então quero explorar. Para mim, esta história representa uma feminilidade selvagem. Criar esta mulher com Steven abriu tantas janelas visuais. Foi como entrar em outro mundo”.

Fora do mundo profissional Shayk é muito família, mesmo vivendo distantes dos pais, a modelo ainda é muito ligada a família e sempre que pode está ao lado deles. Sobre a criação da filha, Lea, de 8 anos (fruto do relacionamento com o ator Bradley Cooper) ela garante que quando está com ela é 100% mãe e fala que a filha também já consegue compreender claramente a profissão dos pais e seus momentos de ausência. Ainda Irina pode ser vista, bem mais comportada na campanha de primavera da Ermanno Scervino.

Você sabe o que é NOLT?

Não é idoso. É NOLT. A nova forma de se dirigir às pessoas 60+ ativas nasce de uma realidade que já está diante de nós. Esse público não se reconhece mais no rótulo de "idoso", carregado de ideias ultrapassadas sobre limitações e fim de ciclos.

Surge, então, NOLT - New Order Living Trend- pessoas que seguem vivendo com propósito curiosidade e vontade de evoluir. Os NOLTS voltam a estudar, aprendem novas tecnologias, fazem cursos, iniciam uma segunda ou até terceira graduação. Muitos abrem novos negócios, empreendem , mudam de carreira ou transformam antigos sonhos em projetos reais. Não esperam mais "o tempo passar", fazem o tempo acontecer. Cuidam da saúde, da mente e das emoções. Viajantes, leitores, voluntários, criadores, líderes de grupos, aprendizes e mentores ao mesmo tempo.

Você sabe o que é NOLT ? 2

Para os NOLTS, os anos não são vistos como peso, mas como bagagem. Experiência não é o limite, é o diferencial. Erram menos e tentam mais por consciência. Sabem que recomeçar não é voltar ao início, é avançar com mais sabedoria. Chamá-los de NOLT é reconhecer que envelhecer mudou. É afirmar que essa fase da vida não é sobre encerrar capítulos, mas escrever os mais autênticos. Porque viver bem depois dos 60 não é exceção - é tendência. O The New York Times já reconhece os NOLTS.

Uma nova paixão

A médica anestesiologista,  vencedora do BBB20, influenciadora, que de quebra ainda dá algumas orientações nos programas matinais da Globo, Thelma Assis, ou “Thelminha” como é conhecida tem mais de 21 anos como passista da Mocidade Alegre, escola  de samba do bairro do Limão, na zona norte de São Paulo.  Em entrevista ela revelou que a pressão por uma estética feminina melhorou, mas ainda existe, e que está longe de chegar ao fim.

“Acho que o primeiro ponto é que precisamos nos sentir bem consigo mesma e entender que o nosso corpo é uma extensão da nossa saúde física e mental, e que o Carnaval é um movimento de resistência e de levar nossa cultura e nosso legado para o mundo, vai muito além do nosso corpo. A nossa saúde precisa estar sempre em primeiro lugar e qualquer objetivo que envolva nosso corpo precisa ter um acompanhamento profissional para que tudo possa ser feito com muito cuidado, sem colocar nossa saúde e integridade física em risco". Pensando no seu bem-estar Thelminha descobriu uma nova paixão: a corrida.  "Durante a preparação para o Carnaval do ano passado eu comecei a correr para melhorar meu condicionamento físico e acabei me apaixonando pela corrida, ela se tornou um hábito em minha vida, tanto que finalizei 2025 correndo os 15 km da São Silvestre".

Descontrole

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão de controle extremo da magistratura, arquivou representação para investigar alegações contra o ministro Dias Toffoli. Seu autor, o deputado Sanderson (PL-RS) ficou perplexo:" Os ministros do Supremo continuarão descontrolados?" Mais: em artigo que repercutiu entre ministros do STF, o ex-senador  Demóstenes Torres sustenta que Dias Toffoli "salva a investigação do Master, o oposto de Moro na Lava Jato", evitando nulidades. E o jurista Miguel Reale diz que "é honroso integrar o Supremo, mas essa honra precisa ser compensada com contenção".

No lugar de Haddad 1

Há uma peça nova no tabuleiro da sucessão de Fernando Haddad na Fazenda. A ministra de Gestão e Inovação, Esther Dweck, desponta como um nome forte dentro do governo para assumir o comando da economia. Dweck é vista como alguém capaz de quebrar resistências e formar consensos em torno de sua nomeação. É querida dentro do PT e carrega uma história de proximidade, sobretudo, com Dilma Rousseff e Gleisi Hoffmann. Da primeira, foi secretária do Orçamento Federal durante a gestão de Nelson Barbosa na Fazenda; da segunda, assessora especial do Senado. E Dweck também tem uma relação especial com o próprio Haddad.

Pérola

"A gente conversa sobre isso desde 2023, que meu interesse é ficar em São Paulo. O presidente elogiou o Caiado. Tem apreço por ele. A gente entende que é uma candidatura que soma com o projeto, que estará junto contra o PT",

de Tarcísio de Freitas, sobre sua última visita a Bolsonaro.

No lugar de Haddad 2

Na avaliação do Planalto, o afinamento com Dweck funcionaria como um amortecedor para a frustração de Haddad por não emplacar o seu candidato ao cargo, o atual secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan. Por fim, a Faria Lima. A eventual escolha de Dweck não seria recebida exatamente com euforia pelos agentes financeiros –  mas estaria longe de ser uma solução que causasse sobressaltos no mercado. Também joga a favor seu alinhamento a Haddad,  em relação ao ajuste fiscal e à reestruturação do Estado. E mais: no começo do governo colaborou muito para a elaboração do novo arcabouço fiscal.

Acerto de contas 1

Agora, já se sabe que, ao atacar "defensores" de Vorcaro, Lula tentava se afastar do Master e desfazer a impressão geral de que tudo não passava de mais um escândalo do seu governo. É que ele estava informado ser iminente o vazamento de sua reunião fora da agenda com o banqueiro, de 1h30 de duração. Para escalar a posição de Lula, assessores apontaram que o alvo seria Dias Toffoli, com quem o petista tem contas a ajustar (em 2019, ele impediu Lula - estava preso - de ir ao enterro de seu irmão Vavá). 

Acerto de contas 2

Depois, Lula deixou vazar sua "irritação" e que gostaria de ver Toffoli (fora do STF). A desestabilização seria contida por colegas do ministro. Lula é do tipo que não esquece e não perdoa os votos de Toffoli nos julgamentos do Mensalão, da Lava Jato e do episódio da morte do irmão. Afinal, foi Lula que colocou Toffoli no Supremo (era seu advogado). Mais: pouco adiantaram as decisões de Toffoli que sacramentaram o fim da Lava Jato. Lula não esquece - e guarda rancor.

Olho na Heineken

A troca de comando na matriz da Heineken acendeu o sinal de alerta entre os executivos da operação brasileira. O novo CEO Dolf van den Brink, assumiu com uma tesoura em cada mão e fará rigorosas cortes globais. O grupo adotará uma disciplina de capital mais rígida, com redução de investimentos. Tudo indica que o Brasil corre esse risco. A era contracionista chega para frear um ciclo de relevantes investimentos no país que tiveram seu auge, em novembro do ano passado, com a inauguração da fábrica de Passos (MG), um aporte de R$ 2,5 bilhões. Nos últimos 12 meses, o consumo de cerveja no Brasil acumula queda de 6%.

"Desunião  Brasil" 1

A saída de Ronaldo Caiado (GO) do União Brasil faz jus ao apelido dado ao partido, inclusive na sigla, de "Desunião Brasil" e o governador goiano deve enfrentar no PSD a mesma falta de apoio que encontrou na antiga casa. Caiado precisa, primeiro, desbancar os governadores Eduardo Leite (RS) e Ratinho Jr. (PR) e ser ungido a candidato. aí, o problema passa a ser dos diretórios, onde há casos de longas parcerias com o PT de Lula.

"Desunião Brasil" 2

Maior colégio eleitoral do país, o PSD de São Paulo flerta com Flávio Bolsonaro (PL) e eventual apoio deve sair "envergonhado". No Rio de Janeiro e Minas Gerais, o partido deve pedir votos para Lula. O mesmo na Bahia onde o PSD indicou nome para o TCE-BA. PSD de Sergipe, Ceará e Piauí também prefere se alinhar a Lula ou um nome mais moderado, como o de Ratinho Jr. A novela sobre quem vai disputar o Planalto deve sair até o final de abril. Ou seja: tudo deve estar resolvido até a desincompatibilização.

MISTURA FINA

A redução da fila do INSS foi uma promessa do discurso de Lula no dia de sua posse, em 2023. Ele prometeu zerá-la. Na época, a fila tinha 1,2 milhão de pessoas aguardando. Três anos depois, a fila está encostando em 3 milhões de pessoas. Todos os meses, o INSS resolve cerca de 1,1 milhão de benefícios, sendo 56% concedidos e o resto negado. A quantidade de resolução é inferior ao número de novos requerimentos.

Ainda o INSS: para que a fila fosse zerada, os servidores do instituto precisariam continuar resolvendo 1,1 milhão de benefícios por mês e fazer 480 mil novas análises e decisões extras. Em um ano, o número seria reduzido drasticamente, estimativa bem otimista, por sinal. O INSS tem déficit de 23 mil servidores e opera com o quadro administrativo de 18 mil pessoas. A pandemia acabou, mas o índice de servidores em home office ainda é alto: em algumas cidades, 70% estão em casa.

As vendas online de medicamentos têm se consolidado no Brasil. De dezembro de 2024 a novembro de 2025, o faturamento das farmácias no ambiente digital aumentou 54,8% na comparação com o mesmo período anterior, segundo a Abrafarma, que fez um levantamento com 29 redes associadas. Pela primeira vez, o e-commerce movimentou no setor cifra superior a R$ 20 bilhões em 12 meses. O comércio digital representa hoje 18% do total das vendas do setor, enquanto 82% ainda estão concentradas nas lojas físicas.

A saída de Virginia Fonseca não chegou a ser novidade para muita gente. Ela e a direção do SBT chegaram a um acordo e acertaram o fim do programa "Sabadou", que ela comandava desde abril de 2024. Virginia vinha se queixando que não conseguia encaixar o programa em sua agenda movimentada desde o ano passado. Quando começou ganhava R$ 300 mil incluindo merchandising e parcerias comerciais, mas chegou a receber até R$ 700 mil mensais por conta de bônus e ações publicitárias. Ela pensou em gravar quatro ou cinco programas num só dia, mas o SBT não tem condições de topar essa alternativa.

Virginia é milionária, tem empresas (uma delas, We Pink faturou sozinha R$ 750 milhões em um ano) e mais de 50 milhões de seguidores. Cobra entre R$ 300 mil e R$ 400 mil por cada propaganda (campanha) e outras parcerias que a levaram a ter um patrimônio de R$ 400 milhões. Também ganha muito fazendo ‘publis’, que podem envolver marcas de roupa, de suplementos e até joguinhos de apostas, como o "Tigrinho". Ou seja: desistir do "Sabadou" não vai deixar Virginia na penúria.

Educação

Pelo segundo ano consecutivo Campo Grande ganha Selo Ouro no Compromisso com a Alfabetização

Com um aumento de 20%, a Capital chega a 61% das crianças alfabetizadas na rede municipal de ensino

24/03/2026 12h35

O município apresentou crescimento significativo nos indicadores de alfabetização, saindo de 41% para 61% de crianças alfabetizadas

O município apresentou crescimento significativo nos indicadores de alfabetização, saindo de 41% para 61% de crianças alfabetizadas Marcelo Victor/ Correio do Estado

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Em cerimônia realizada em Brasília, nesta segunda-feira (23), a cidade de Campo Grande foi condecorada com o Selo Ouro no Compromisso com a Alfabetização. O reconhecimento faz parte do programa Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, que incentiva estados e municípios a aderirem práticas efetivas, para fortalecer a alfabetização nos primeiros anos escolares. 

A conquista reflete os esforços e avanços da Rede Municipal de Ensino de Campo Grande nos últimos anos, pois desde que o Selo foi criado em 2024, o município vem sendo premiado. 

A Capital apresentou um aumento significativo para os índices de alfabetização, elevando os números em 20%, saindo de 41% para 61% de crianças alfabetizadas. 

Representando o município na cerimônia, o Secretário Municipal de Educação Lucas Henrique Bitencourt, foi quem recebeu o Selo, em nome da Capital. 

De acordo com o secretário, o título recebido reforça o empenho e o compromisso que o município tem com a educação infantil. 

O Selo Ouro é entregue ao município que apresenta ações efetivas e resultados satisfatórios à alfabetização da criança na idade certa. 

Foram condecorados com o Selo de Alfabetização um total de 18 estados, sendo 11 na categoria ouro, sete na prata e um na bronze. 

O Correio do Estado entrou em contato com a Secretaria Municipal de Educação e até o momento da publicação desta matéria não obteve retorno.

CORUMBÁ (MS)

Prefeitura repudia fala de deputado sobre pesca esportiva no Pantanal

Deputado federal Dagoberto Nogueira (PSDB) criticou pescadores em "caravanas" que chegam de outros estados

24/03/2026 11h31

Pesca esportiva no Pantanal

Pesca esportiva no Pantanal Silvio de Andrade

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Prefeitura Municipal de Corumbá manifestou repúdio às falas do deputado federal Dagoberto Nogueira (PSDB) sobre a pesca esportiva no Pantanal.

De acordo com a prefeitura, a declaração do deputado ignora a importância e o potencial da pesca esportiva, que estimula o turismo sustentável, gera renda, aquece o comércio, gera empregos, agita bares e restaurantes e gira a economia.

O deputado afirmou que os pescadores de São Paulo, Minas Gerais e outras regiões nada trazem para o Estado, deixam lixo e ainda provocam fogo.

“O grande problema que nós temos são os pescadores que chegam naqueles ônibus enormes, fazem comida ali mesmo (na beira do rio), não ocupam os hotéis e aí vão embora e deixam uma sujeira danada, quando não põe fogo em tudo”, disse o parlamentar.

A declaração foi dita à ministra do Meio Ambiente e de Mudança de Clima, Marina Silva, em 19 de março de 2026, em reunião preparatória para a Conferência das Partes sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (COP 15), realizada entre 23 e 29 de março, em Campo Grande.

A reunião foi gravada e o vídeo circulou nas redes sociais com tom de revolta por parte de associações e órgãos públicos.

A nota de repúdio foi publicada, nesta segunda-feira (23), no site da prefeitura do município. Veja o texto na íntegra:

“A Prefeitura de Corumbá manifesta repúdio às declarações do deputado federal Dagoberto Nogueira sobre a pesca esportiva no Pantanal, feitas durante reunião de preparação para a 15ª Conferência das Partes sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (COP 15), com o Ministério do Meio Ambiente e de Mudança de Clima na quinta-feira, 19 de março.

A administração municipal acredita que a fala desconsidera avanços históricos na regulamentação e na preservação dos recursos pesqueiros da região. Desde as décadas de 1980 e 1990, quando não havia controle efetivo da atividade, Corumbá contribuiu na evolução para um modelo sustentável, com redução de cotas, fortalecimento da fiscalização e incentivo à pesca esportiva.

Medidas como a Lei da Piracema e a proibição da pesca do dourado, adotada no município em 2012 e ampliada em 2019 para todo o Estado, contribuíram para a recuperação de espécies e para a consolidação da prática do pesque e solte.

Hoje, a pesca esportiva é um dos pilares do turismo sustentável local, gerando emprego, renda e promovendo a conservação ambiental. O modelo é resultado de um esforço conjunto entre o poder público, o setor turístico e a comunidade.

A Prefeitura reafirma o compromisso com a preservação do Pantanal e com o desenvolvimento responsável, destacando que Corumbá é referência nacional e internacional em turismo de pesca esportiva alinhado às boas práticas ambientais”.

A Associação Corumbaense das Empresas Regionais de Turismo (Acert) também reagiu com indignação e, em carta endereçada ao deputado, pediu sua retratação pública.

Segundo os empresários do setor, a fala não condiz com a realidade, gera desinformação e impacta negativamente profissionais, empresas e comunidades que dependem diretamente da pesca esportiva.

A Fundação de Turismo do Pantanal ressaltou a importância da pesca esportiva no principal destino - para este fim - do Estado.

“A gestão pública, pescadores esportivos, operadores, guias e toda a cadeia produtiva atuam como aliados na conservação do bioma, contribuindo diretamente para a proteção dos recursos naturais e para a geração de emprego e renda nas comunidades locais”, afirmou o diretor-presidente da Fundtur Pantanal, Zelinho de Carvalho.

PESCA ESPORTIVA

Pesca esportiva é uma atividade recreativa e não comercial, praticada principalmente por lazer, com o princípio do 'pesque e solte'.

Não é lucrativa, sendo proibida a comercialização dos peixes capturados. É uma forma de conexão com a natureza e ecossistema. Também se pode chamar de pesca de lazer ou pesca amadora.

A pesca esportiva pode ser praticada no mar, rios e lagos utilizando-se iscas naturais ou iscas artificiais, com tração de molinetes ou carretilhas.

Segundo a Fundação de Turismo do Pantanal, Corumbá recebe anualmente mais de 30 mil pescadores, os quais ocupam as estruturas das pousadas e pesqueiros situados ao longo dos rios ou realizam os cruzeiros em barcos-hotéis (embarcações para 20 a 80 pessoas, com alto atendimento de bordo e de pesca).

O destino tem a maior frota fluvial especializada em pesca esportiva, com a presença cada vez maior de famílias e grupos de mulheres.

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