Cidades

MATO GROSSO DO SUL

Acidente e queda matam criança de um ano no interior do MS

Bebê estaria brincando em cima da cama e bateu com a cabeça no chão; diante do óbito foi instaurado procedimento com o intuito de investigar as causas da morte

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Distante aproximadamente 266 quilômetros de Campo Grande, um acidente doméstico e queda da cama resultaram na morte de um bebê de apenas um ano, morador do Assentamento Avaré, localizado na cidade de Santa Rita do Pardo. 

Na zona rural deste município que fica na mesorregião do leste de Mato Grosso do Sul, essa criança chegou a ser socorrida, conforme apurações do portal local Cenário MS, porém faleceu ainda no caminho da unidade de saúde que fica na área urbana. 

Geograficamente localizada na microrregião de Três Lagoas, próximo ao município de Bataguassu, Santa Rita do Pardo têm uma população estimada em 7,1 mil pessoas conforme dados demográficos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2025, sendo palco agora desta tragédia qu epassa a ser investigada pelas autoridades. 

Diante do óbito foi instaurado procedimento com o intuito de investigar as causas da morte, uma vez que a criança estaria no quarto da residência na presença dos pais, apontados como um casal de aproximadamente 19 anos.

Entenda

Na chamada comunidade do Mutum do Assentamento Avaré, a criança estava em sua casa durante o feriado de Corpus Christi, quando teria caído da cama enquanto brincava. 

Já em um primeiro momento, segundo relato dos pais, a criança já teria ficado imediatamente desacordada após bater com a cabeça no chão, quando ambos correram até os vizinhos em busca de uma locomoção para que a criança pudesse ser levada até a área urbana. 

Em busca de atendimento médico, o grupo se deslocava de carro rumo à área urbana de Santa Rita do Pardo quando teriam identificado um agravo no quadro clínico da criança. 

Conforme descrito sobre o caso, na ocasião a criança começou a apresentar sangramento nas regiões da boca e nariz, com o óbito constatado durante o trajeto antes mesmo que a vítima pudesse dar entrada em busca de socorro hospitalar. 

Tomada então a decisão de retornar com o corpo para a propriedade do assentamento rural, foi feita a ligação para a Polícia Militar através do número 190 já indicando a fatalidade, uma vez que já não seria possível o socorro. 

Para atender este caso foram deslocadas equipes de perícia técnica e funerária justamente do município de Bataguassu, com o caso agora no aguardo dos resultados dos trabalhos periciais onde apenas o laudo determinará tanto a cronologia dos fatos como a causa da morte da criança. 

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IVINHEMA

Jovem de 23 anos é encontrada morta em residência

Larissa Maria dos Santos foi localizada sem vida na noite de quinta-feira; Polícia Civil e Polícia Científica apuram as circunstâncias da morte

05/06/2026 09h15

Caso mobilizou equipes da Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Científica no distrito de Amandina, em Ivinhema

Caso mobilizou equipes da Polícia Militar, Polícia Civil e Polícia Científica no distrito de Amandina, em Ivinhema Ivinotícias

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Uma jovem de 23 anos, identificada como Larissa Maria dos Santos, foi encontrada morta na noite desta quinta-feira (4) em uma residência localizada no distrito de Amandina, em Ivinhema.

De acordo com o portal Ivinotícias, a Polícia Militar foi acionada para atender uma ocorrência em um imóvel da comunidade. Ao chegar ao local, os policiais encontraram a jovem já sem sinais vitais.

A área foi isolada para garantir a preservação da cena até a chegada das equipes da Polícia Civil de Ivinhema e da Polícia Científica de Nova Andradina, responsáveis pelos levantamentos periciais que irão auxiliar na investigação.

O caso causou forte comoção entre familiares, amigos e moradores de Amandina, que lamentaram a morte da jovem nas redes sociais.

As circunstâncias do ocorrido serão apuradas pelas autoridades. Segundo informações iniciais, a principal hipótese investigada é a de que Larissa tenha tirado a própria vida.

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ESTELIONATO

Mulher sofre golpe de quase R$ 4 mil após ligação de "gerente de banco"

A tela do celular da vítima ficou preta após atender a chamada suspeita

05/06/2026 09h00

Aos policiais, a vítima ressaltou que não forneceu nenhuma informação ao

Aos policiais, a vítima ressaltou que não forneceu nenhuma informação ao "gerente do banco" Freepik

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Em Campo Grande, uma mulher, de 52 anos, foi vítima de golpe bancário, estelionato eletrônico, fraude mediante meio digital e acesso indevido ao aparelho celular, com realização de transações bancárias não autorizadas.

No Boletim de Ocorrência, a vítima relata que estava em seu local de trabalho quando recebeu uma ligação de vídeo, via WhatsApp, do contato identificado como "Renato Viva Sorte". Ao atender a videochamada, o indivíduo disse que era o "gerente do banco". A mulher, surpresa, apenas perguntou "o que houve?". Logo em seguida, sem que tivesse informado qualquer dado, a tela de seu aparelho celular ficou preta.

O aparelho da vítima, um Xiaomi 14 Pro,  passou a apresentar falhas graves, ficando sem utilidade regular após a ligação.

Aos policiais, a vítima ressaltou que não forneceu nenhuma informação ao "gerente do banco". Também não compartilhou a tela do aparelho, não clicou em link, não instalou aplicativo, não autorizou acesso remoto e não autorizou nenhuma operação bancária.

Após o ocorrido, a vítima constatou movimentações bancárias suspeitas e não reconhecidas, causando prejuízo financeiro de R$ 3.961.

O prejuízo decorre de transferências via Pix, nos valores de R$ 990, R$ 1.500, R$ 1 mil e outra de R$ 471. A mulher informa que não reconhece, não realizou e não autorizou nenhuma das operações, tampouco possui qualquer relação comercial com as empresas recebedoras dos valores.

Ela requeriu às autoridades que sejam adotadas providências para identificação do usuário/titular da linha telefônica, bem como dos titulares das contas recebedoras dos valores.

Por fim, requer o rastreamento dos valores, tentativa de bloqueio/recuperação das quantias subtraídas, preservação dos dados das transações e identificação dos elementos técnicos relacionados às operações, incluindo chaves Pix, contas destinatárias, IPs, dispositivos utilizados, horários das operações, eventuais dados de geolocalização e demais informações necessárias à investigação.

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