Cidades

CAMPO GRANDE

Adriane indica ao TCE que tratará 'buraqueira' economizando quase R$3 milhões

Plano da Capital é usar usina do Consórcio Central-MS, que asfalta uma rua inteira em dois dias, para manter serviço de recomposição asfáltica em pontos degradados enquanto prepara licitação

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Em resposta ao Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul, a Prefeitura de Campo Grande indica que espera tratar da "buraqueira" economizando quase R$ 3 milhões com o uso da usina do Consórcio Central-MS, enquanto a respectiva equipe do Executivo ainda prepara uma nova licitação diante do iminente fim da vigência dos contratos voltados para esse tipo de manutenção na Capital. 

Há cerca de uma semana o conselheiro do TCE-MS, Osmar Domingues Jeronymo, pediu que o executivo comandando pela prefeita Adriane Lopes explicasse a situação da buraqueira em Campo Grande, além de indicar quais seriam as providências a serem tomadas tendo em vista que os contratos voltados para esse tipo de serviço têm a vigência prevista até os próximos dias 24 e 31 de julho. 

Ao TCE-MS o Executivo reconheceu que esses serviços de conservação, restauração e manutenção da malha viária urbana são, de fato, essenciais, uma vez que estão diretamente ligados desde à própria preservação do patrimônio público até à segurança dos usuários e à mobilidade urbana. 

Conforme o Executivo, a malha viária campo-grandense ultrapassa os 4.000 km de extensão, dos quais mais de três mil quilômetros seriam vias pavimentadas distribuídas pelas mais diversas regiões da Cidade Morena. 

"Tal realidade exige planejamento contínuo, capacidade operacional ampliada e mecanismos céleres de resposta às manifestações patológicas do pavimento, tais como trincas, desgaste, afundamentos, escorregamentos, panelas e deteriorações decorrentes do tráfego, das intempéries e do envelhecimento natural dos materiais", explica a resposta da Prefeitura ao Tribunal. 

Plano para continuidade

Sem descartar que os atuais instrumentos contratuais estão prestes a vencer, o Executivo cita que a situação é acompanhada pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep), que simultaneamente estrutura novas medidas administrativas para continuidade e fortalecimento da capacidade de atendimento das demandas de manutenção e recuperação da pavimentação urbana.

Nesse sentido, Campo Grande esclarece que há tanto o  planejamento de um novo procedimento licitatório próprio, quanto também pretende usar o credenciamento conduzido pelo Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Sustentável da Região Central de Mato Grosso do Sul  (Central-MS). 

É importante lembrar que, em caso de pregão eletrônico, um processo desse tipo não se conclui em menos de um mês, o que depende ainda de nenhuma das empresas interessadas no certame apresentarem recurso sobre o edital. Ou seja, considerando um cenário otimista, em agosto esse processo deverá ser finalizado e as empresas poderão iniciar os trabalhos.

Até lá, a Prefeitura de Campo Grande não pretende trocar um pelo outro, e tampouco trataria-se de uma "alteração de rota administrativa", o que em outras palavras significa que não desistirá da licitação mas deverá optar em paralelo e simultaneamente por essa ampliação da disponibilidade de empresas aptas à
mobilização de diversas frentes de trabalho e à redução do tempo de resposta às demandas identificadas na malha viária

"No âmbito do Consórcio CENTRAL-MS, o procedimento de credenciamento encontra-se na fase de elaboração dos documentos preparatórios, tais como revisão do Estudo Técnico Preliminar, do Termo de Referência, Memorial Descritivo, Diagnóstico das Patologias do Pavimento Asfáltico e demais peças técnicas", cita o município em resposta. 

Através deste credenciamento de empresas para execução de serviços de restauração e manutenção de pavimentos em vias urbanas, o município espera que a iniciativa privada forneça a mão de obra, equipamentos, transporte e demais meios necessários à execução dos serviços, enquanto o Executivo se encarregará de fornecer o chamado Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ). 

Economia de milhões

Esse é justamente o principal insumo empregado para serviços de conservação e restauração da malha viária urbana, que por sua vez, sozinho, representa em média de 60 a 70% do custo total do objeto.

Com essa frente voltada tanto para recomposição da capa asfáltica nos pontos degradados, como também para recuperação estrutural da base do pavimento,
quando tecnicamente necessária, o fornecimento do CBUQ será de responsabilidade exclusiva do Consórcio Central-MS. 

As empresas ficarão encarregadas de, com frota própria, retirar e transportar esse material diretamente na usina do Consórcio, bem como fornecer os demais insumos necessários à execução dos serviços como, por exemplo:

  • material granular para base, 
  • emulsões asfálticas, 
  • equipamentos,
  • mão de obra e 
  • demais componentes previstos nas composições de custos.

Vale lembrar que a usina móvel de R$5 milhões que promete "asfaltar uma rua inteira em dois dias" foi adquirida ainda em 2023, sendo um equipamento com capacidade mínima de processamento de 100 a 110 toneladas/hora, prometendo à época reduzir os custos de pavimentação em mais de 35%.

O Executivo de Campo Grande lista três referências convergentes que permitem  avaliar a vantajosidade econômica do modelo, sendo: 

  1. o valor de referência do insumo conforme tabela Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi);
  2. o histórico de competitividade com base em licitação anterior pelo Município e 
  3. o valor praticado pelo Consórcio para o fornecimento do CBUQ.

Com base no certame nº 005/2022, voltado para empresas especializadas para manutenção de pavimento asfáltico, recomposição de capa asfáltica e recomposição da estrutura do pavimento nas regiões urbanas do Município, a comparação de preço dos sete lotes por esse processo de licitação e o valor a ser desprendido através do Consórcio Central, à uma economia constatada de quase trinta por cento (28,83%). 

Se comparada o preço do tal concreto betuminoso fornecido através do Consórcio e o valor de referência conforme o Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi), a diferença entre ambas as referências é de 30,79%. 

Na ponta do lápis, isso representaria uma diferença de quase três milhões de reais (economia de R$2.943.253,64) em favor do Consórcio Central-MS para ampliar essa capacidade operacional e reduzir os riscos de descontinuidade na manutenção da pavimentação asfáltica. 

Relembre

Com os contratos prestes à vencer, e como um certame não leva menos de 30 dias para ser concluído, a próxima licitação para seguir com os serviços de tapa-buraco em Campo Grande preocupam, com o risco de regularização apenas a partir de agosto caso a concorrência flua sem maiores intercorrências.

Desde a última sexta-feira os contratos em vigor começaram a perder a validade, nas regiões Bandeira, Prosa, Centro e Imbirussu.

Para as regiões Lagoa e Segredo o contrato se encerra no dia 24 de julho, enquanto que no Anhanduizinho a extensão do acordo termina no dia 31 de julho. Entretanto, em quatro dessas localidades o serviço já está paralisado.

É o caso dos contratos com a Construtora Rial, - empresa da "mafia do tapa-buraco" que, como abordado no Correio do Estado, inclusive mudou de nome recentemente - que foi alvo da Operação Buraco Sem Fim do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS). 

Segundo repassado pela prefeitura, quando houve a operação, em 12 de maio, a própria empresa teria solicitado a paralisação dos serviços e, posteriormente, o município também decidiu pela suspensão do contrato.

Como repassado pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep), os contratos que devem ser publicados neste mês não serão de emergência, o que significa que seguirá os ritos normais de uma concorrência.

Como os contratos se encerram em julho, isso significa que a Capital deveria ficar um período sem o serviço em todas as regiões, como adiantou o Correio do Estado na semana passada, já que a prefeitura afirmou que não vai prorrogar o prazo de nenhum dos acordos vigentes.

Em meio a um período em que ruas e avenidas estão tomadas por buracos, e envolta ao escândalo que levou à prisão uma série de servidores públicos e um empreiteiro por conta de denúncia de supostos desvios nos contratos para os serviços de tapa-buracos na cidade, a prefeitura de Campo Grande homologou até mesmo uma licitação que prevê investimento de R$ 4,62 milhões na revitalização de ciclovias.  

O valor máximo estipulado pela prefeitura no edital havia sido de R$4.675.941,41. Por conta da baixa disputa, o valor final teve deságio inferior a 1,2%, com o certame reduzindo o valor para R$4,620 milhões. O lote 01, o mais caro de todos, não tem um único centavo de deságio. 
**(Colaboraram: Neri Kaspary e Daiany Albuquerque)

 

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Tempo Severo

Chuva passa de 69 mm em MS e Inmet alerta para novos temporais

Sidrolândia teve o maior acumulado até as 6h, enquanto Campo Grande registrou 905 raios e ventos de 53 km/h durante a madrugada deste sábado.

12/09/2026 09h39

Chuva forte deixa avenida tomada pela água em Campo Grande na manhã deste sábado (12).

Chuva forte deixa avenida tomada pela água em Campo Grande na manhã deste sábado (12). Foto: Alicia Miyashiro/Correio do Estado.

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Mato Grosso do Sul entra neste fim de semana ainda sob influência das instabilidades que provocaram chuva, ventos fortes e uma sequência de estragos nos últimos dias. Depois do temporal que atingiu Campo Grande na quinta-feira (10), a previsão indica que a chuva ainda não terminou, com condições para novos temporais neste sábado (12) e nos próximos dias.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), há previsão de chuva forte acompanhada de trovoadas em Mato Grosso do Sul neste sábado. Além da precipitação, as tempestades podem vir acompanhadas de rajadas de vento e queda de granizo.

A situação é mais preocupante nas áreas abrangidas pelo alerta laranja para tempestades, classificação do Inmet que indica perigo e possibilidade de fenômenos meteorológicos mais intensos, com maior risco de danos.

Outras regiões estão sob alerta amarelo, de perigo potencial. Nesse nível, as condições previstas são menos severas, mas ainda exigem atenção diante da possibilidade de chuva intensa, rajadas de vento e transtornos provocados pelo mau tempo.

Chuva passa dos 69 mm no interior

A chuva avançou pelo centro-sul de Mato Grosso do Sul durante a madrugada deste sábado e deixou acumulados expressivos em alguns municípios. Conforme levantamento repassado pelo meteorologista Natálio Abrão, os dados consideram as condições observadas até as 6h desta manhã.

O maior volume informado foi registrado em Sidrolândia, com 69,6 milímetros, onde também houve registro de enchente. Em Nova Alvorada do Sul, o acumulado chegou a 48,1 mm.

Mais ao sul, Dourados acumulou 17,4 mm, enquanto Ponta Porã registrou 17,2 mm até o início da manhã.

Os números mostram que a chuva atingiu diferentes pontos do centro-sul do Estado com intensidades distintas.

Segundo Natálio, a precipitação continuava atingindo a região nas primeiras horas deste sábado e a tendência era de manutenção das instabilidades durante a manhã.

Campo Grande registra até 21,3 mm

Em Campo Grande, a chuva também marcou a madrugada, mas os volumes variaram de uma região para outra. Conforme os dados repassados por Natálio Abrão, o maior acumulado até as 6h foi de 21,3 milímetros na região sul da cidade.

No Jardim Panamá, foram registrados 16,6 mm; no Carandá Bosque, 11,4 mm; e na região do Shopping Norte Sul Plaza, 7,4 mm.

Chuva forte deixa avenida tomada pela água em Campo Grande na manhã deste sábado (12).Lago do Amor sob chuva na manhã deste sábado (12), em Campo Grande. Foto: Alicia Miyashiro/Correio do Estado.

Além da chuva, a madrugada foi marcada por vento forte e grande quantidade de raios. Até as 6h, 905 raios haviam sido registrados na Capital. Por volta das 2h30, uma rajada de vento atingiu 53 km/h.

No mesmo horário, os termômetros marcavam 19,6°C em Campo Grande, mas a sensação térmica era de 16°C.

Os registros ocorrem apenas dois dias depois do forte temporal que atingiu Campo Grande na quinta-feira (10).

Na ocasião, rajadas chegaram a quase 84 km/h, conforme registros do Inmet, e provocaram queda de árvores, danos em imóveis, bloqueios de vias e interrupções no fornecimento de energia.

A tempestade de quinta-feira também foi marcada por intensa atividade elétrica. Em apenas 36 minutos, foram contabilizados 3.095 raios na Capital.

Quanto ainda pode chover

Mesmo depois da chuva registrada durante a madrugada, a previsão indica possibilidade de novos temporais ao longo deste sábado.

Nos locais abrangidos pelo alerta laranja do Inmet, há possibilidade de chuva entre 30 e 60 milímetros por hora ou acumulados de 50 a 100 milímetros ao longo do dia. As tempestades também podem provocar rajadas de vento entre 60 e 100 km/h, além de queda de granizo.

Nas áreas sob alerta amarelo, os volumes previstos são menores, mas ainda significativos. O aviso considera possibilidade de 20 a 30 milímetros de chuva por hora ou até 50 milímetros no dia, com ventos entre 40 e 60 km/h.

Os volumes previstos não significam que vai chover a mesma quantidade em todos os lugares. Durante uma tempestade, a chuva pode cair com mais força em determinados pontos e em pouco tempo, fazendo com que alguns municípios ou bairros registrem acumulados maiores ou menores do que outros.

O vento também merece atenção especial depois dos estragos registrados na quinta-feira. Uma nova ocorrência de rajadas fortes pode representar risco principalmente em locais onde árvores, postes, telhados ou outras estruturas tenham ficado comprometidos pelo temporal anterior.

No Pantanal, a instabilidade também deve provocar chuva neste fim de semana. A região oeste de Mato Grosso do Sul tem possibilidade de pancadas de chuva e trovoadas, principalmente neste sábado (12) e domingo (13).

A chuva pode ocorrer de forma localizada e ser acompanhada por rajadas de vento, mantendo a região sob condições de tempo instável.

Instabilidade continua no domingo

A chuva não deve terminar com o sábado. Para domingo (13), a previsão indica continuidade das instabilidades em Mato Grosso do Sul, com possibilidade de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas em diferentes regiões do Estado.

Além da chuva, as temperaturas começam a cair. Em Campo Grande, a previsão para domingo indica mínima de 18°C e máxima de 26°C.

A mudança representa uma diferença significativa em relação ao calor registrado antes da chegada das instabilidades. Na quinta-feira, por exemplo, os termômetros chegaram a 33,9°C na Capital antes da passagem do temporal.

Segunda-feira ainda terá chuva

Nem mesmo o início da próxima semana deverá representar uma mudança imediata no cenário. Na segunda-feira (14), as condições continuam favoráveis à ocorrência de chuva e trovoadas em Mato Grosso do Sul. A manutenção da umidade sobre a região deve prolongar o período de instabilidade.

Em Campo Grande, a temperatura deve cair ainda mais, com mínima prevista de 16°C e máxima de 25°C.

Com isso, Mato Grosso do Sul deve completar uma sequência de vários dias sob influência de sistemas meteorológicos capazes de produzir chuva forte, descargas elétricas e rajadas de vento.

Capital ainda contabiliza estragos

Enquanto a previsão aponta possibilidade de novos temporais, Campo Grande ainda contabiliza os danos provocados pela tempestade de quinta-feira.

A força do vento derrubou árvores, atingiu a rede elétrica e comprometeu equipamentos públicos. Somente no sistema semafórico, a Agetran chegou a contabilizar 76 semáforos apagados por falta de energia e outros 18 equipamentos danificados.

Equipes municipais foram direcionadas para diferentes regiões da cidade para retirada de árvores, limpeza e liberação das vias.

Diante da possibilidade de novos temporais, a orientação é evitar permanecer próximo a árvores, postes, placas, coberturas metálicas e estruturas que possam ser atingidas ou derrubadas pelas rajadas.

Também não é recomendado atravessar ruas ou avenidas alagadas. Em situações envolvendo árvores ou fios sobre a rede elétrica, a população não deve tentar fazer a retirada por conta própria.

Para emergências, o Corpo de Bombeiros pode ser acionado pelo 193 e a Defesa Civil pelo 199.

letalidade policial

Em 9 meses de 2026 polícia de MS já matou mais que no recorde anterior

Até agora, segundo a Sejusp, foram 134 mortes por intervenção policial, superando as 131 de 2023, ano que até então era recorde

12/09/2026 09h27

Caso mais recente de morte em confronto ocorreu em Dourados na noite desta sexta-feira. Homem morto havia furtado um Corsa

Caso mais recente de morte em confronto ocorreu em Dourados na noite desta sexta-feira. Homem morto havia furtado um Corsa

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Max Willian Araujo de Oliveira, de 26 anos, morreu vítima de um suposto confronto com policiais militares na noite desta sexta-feira (11), em Dourados. Com mais esta e outras ocorrências ao longo da semana, são pelo menos 134 mortes decorrentes de "intervenção legal de agente do Estado", superando o recorde de 2023, que até então era o ano de maior letalidade policial, com 131 registros em Mato Grosso do Sul.

Os números são da Secretaria de Justiça e Segurança Pública e foram atualizados às 11:59 horas desta sexta-feria, segundo a site da secretaria, dando a entender que a ocorrência de Dourados já faz parte da estatística oficial.

O recorde de 2023 foi superado em apenas 254 dias de 2026, o que equivale a uma morte por intervenção policial a cada 45,5 horas. Em 2023, o intervalo médio entre um registro e outro foi de 66,8 horas, conforme os dados oficiais.

Uma das explicações das forças de segurança é que os registros aumentaram por causa do combate às facções criminosas Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho, que estariam travando uma guerra silenciosa pelo domínio do narcotráfico nas diferentes regiões do Estado, segundo estimativas do Ministério Público.

Caso mais recente de morte em confronto ocorreu em Dourados na noite desta sexta-feira. Homem morto havia furtado um CorsaOs números de 2026 já são maiores que os de qualquer ano que faz parte da divulgação de dados da Sejusp

No caso desta sexta-feira à noite, segundo relatos dos policiais da Força Tárica, a ocorrência teve início após o furto de um veículo e terminou na Rua Noca Dauzaker, onde, segundo o registro policial, o suspeito teria apontado uma arma em direção aos policiais, conforme informações do site Douradosnews

E, conforme o site, a equipe realizava patrulhamento tático quando foi acionada por um homem de 33 anos, nas proximidades da Rua Eularia Pires. Ele relatou que seu Corsa Classic branco havia sido furtado. 
A vítima então passou a acompanhar o automóvel e acionou a PM, repassando as informações sobre o deslocamento. Pouco depois, a equipe visualizou o Corsa transitando em alta velocidade e com as luzes apagadas pela Rua Eularia Pires.

Os policiais iniciaram o acompanhamento tático utilizando sinais luminosos e sonoros para realizar a abordagem, mas o condutor não obedeceu às ordens e continuou a fuga, segundo relataram os policiais.
Na Rua Noca Dauzaker, a equipe conseguiu se aproximar do veículo e determinou que o motorista parasse e desembarcasse. O condutor parou o automóvel, mas permaneceu em seu interior.

Ainda segundo o registro, os policiais desembarcaram da viatura e determinaram que saísse do carro.. Quando a equipe se aproximou, o homem teria sacado uma arma e apontado em direção aos policiais, iniciando o confronto.

Após os disparos, o homem foi socorrido pela própria equipe policial, e encaminhado ao Hospital da Vida, mas não resistiu aos ferimentos.

Durante a ocorrência foram recolhidas três armas de fogo. Uma delas era um revólver Rossi calibre 38, com cinco munições intactas. Também foram apreendidas uma pistola nove milímetros, com 13 munições intactas, e um fuzil Taurus T4 calibre 5,56, com 29 munições intactas. De acordo com a polícia, Max tinha registros anteriores por furto, furto qualificado, receptação, tráfico de drogas e violação de domicílio.

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