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CAMPO GRANDE

Reforma do aeroporto deve ser concluída ano que vem; Veja como ele deve ficar

Obras começaram em outubro do ano passado e Infraero espera que modernização ajude a recuperar o setor de aviação no pós-pandemia
13/05/2020 15:43 - Glaucea Vaccari


Mesmo durante a pandemia do novo coronavírus, Aeroporto Internacional de Campo Grande passa por obras de reforma, ampliação e modernização, com investimento de R$ 39,9 milhões. Conforme o cronograma, prazo de conclusão é o primeiro semestre do ano que vem.

De acordo com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), medidas são uma forma de contribuir com a recuperação do setor de aviação civil no pós-pandemia e mitigar os efeitos diante do impacto na economia.  

Obras começaram antes da pandemia, em outubro do ano passado, e a nova área administrativa já foi concluída. Atualmente, trabalhos estão voltados par execução de pilares em concreto para ampliação do novo terminal.

Conforme o projeto, o terminal de passageiros será ampliado em 65%, passando de  6.185 m² para 10.027 m²; a sala de embarque será ampliada em 263%, de 480 m² para 1.740 m²; o saguão de 1.508 m² para 2.916 m²; e as áreas comerciais de 560 m² para 842 m².  

Capacidade do aeroporto também será ampliada para quase o dobro, passando dos atuais 2,5 milhões de passageiros por ano para 4,5 milhões.

Por conta do aumento de passageiros, também serão instalados mais três balcões de check-in e mais dois equipamentos de raio-x. Sistema de climatização e sanitários serão modernizados e haverá projetos de sustentabilidade, com reaproveitamento de água da chuva.  

As obras também contemplam a construção de nova Central de Utilidades, uma nova Central de Gás e Reservatórios; e a adequação das vias de acesso ao aeroporto.

Apesar da pandemia ter impactado o setor de aviação, o Aeroporto de Campo Grande continua operando, no entanto, várias companhias aéreas diminuíram frequências de voos.  

 
 

Felpuda


Apressadas que só, figurinhas tentaram se “apoderar” do protagonismo de decisão administrativa. Não ficaram sequer vermelhas quando se assanharam todas para dizer que tinham sido responsáveis pela assinatura de documento que, aliás, era uma medida estabelecida desde 2019. Quem viu o agito da dupla não pode deixar de se lembrar daquele pássaro da espécie Molothrus bonarienses, mais conhecido como chupim, mesmo. Afe!