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Aeroporto de Campo Grande movimentou 1,5 milhão de passageiros em 2024

Volume de passageiros manteve-se estável em relação ao ano anterior; total de operações foi menor

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A movimentação de passageiros no Aeroporto Internacional de Campo Grande permaneceu estável em 2024, segundo informou a administradora do terminal, a Aena. Foi o primeiro ano cheio da estatal espanhola à frente do terminal de passageiros da Capital de Mato Grosso do Sul. 

Durante todo o ano de 2024, um total de 1.532.499 passageiros passaram pelo aeroporto da Capital, aumento de 0,4% em relação ao ano anterior. 

No mês de dezembro, época do ano que concentra grande número de viagens e voos extraordinários, o movimento de passageiros no aeroporto de Campo Grande foi 18,5% maior: 142.176 pessoas passaram pelo terminal da capital de Mato Grosso do Sul. 

No que diz respeito a operações, o Aeroporto Internacional de Campo Grande teve uma queda quando comparada com 2023. Foram 3,2% a menos de operações (pousos e decolagens), sendo que durante todo o ano de 2024, foram registradas 16.188 operações. 

No mês de dezembro, porém, o volume de operações foi maior, segundo a Aerna. Foram 1.337 operações: 23,9% a mais que no ano anterior. 

Em termos de movimentação de passageiros, o Aeroporto Internacional de Campo Grande é o quinto mais movimentado entre os operados pela Aena no Brasil, e só fica atrás de Congonhas (em São Paulo), Refice (PE), Maceió (AL) e João Pessoa (PB). 

Quanto ao total de operações, o aeroporto da Capital de MS também é o quinto do País, atrás de Congonhas, Recife, Maceió, Uberlândia (MG) e João Pessoa. 

 

Lista de Aeroportos mais movimentados da Aena Brasil

 

1 - Congonhas - 23.130.523
2 - Recife - 9.953.804
3 - Maceió - 2.687.790
4 - João Pessoa - 1.605.805
5 - Campo Grande - 1.532.499
6 - Aracaju - 1.286.300
7 - Uberlândia - 1.034.520
8 - Santarém - 523.670
9 - Juazeiro do Norte - 498.978
10 - Marabá - 378.755
11 - Montes Claros - 355.203
12 - Campina Grande - 260.294
13 - Carajá - 216.803
14 - Altamira - 102.548
15 - Uberaba - 100.255
16 - Ponta Porã - 40.328
17 - Corumbá - 27.901

 

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Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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