Cidades

PONTO TURÍSTICO

Agendamento para visitar Bioparque Pantanal é aberto; veja como garantir a vaga

Agendamento é semanal e abre toda segunda-feira às 8h

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Pessoas interessadas em conhecer o Bioparque Pantanal podem agendar a visita às segundas-feiras, a partir das 8h, neste site. São mil vagas de segunda à sexta-feira e 500 aos sábados.

O agendamento era mensal, feito todo dia 16 de cada mês, mas com a alta procura e sucesso do local, passou a ser semanal.

Grupos escolares não podem visitar o local sem agendamento prévio. O agendamento para escolas permanece todo dia 16 de cada mês, a partir das 8h e deve ser realizado neste site.

Confira o passo a passo para efetuar o agendamento:
  1. Acesse este site
  2. Opte pelo cadastro individual (CPF) ou de grupo (CNPJ)
  3. Caso opte pelo cadastro individual, informe o tipo de visitante (turista, trade turístico ou público geral)
  4. Caso opte pelo cadastro de grupo, informe o tipo de visitante (escola municipal, escola privada, escola estadual, organizações da sociedade civil ou institucional) e a quantidade de pessoas do grupo
  5. Escolha o dia e horário disponível
  6. Voucher com data e horário da visita será gerado
  7. Imprima o voucher
  8. Faça o o check-in na bilheteria, com leitor de QR code e emissão de pulseira

O Bioparque Pantanal é aberto para determinado grupo a cada dia da semana. Confira:

Dia da semana                                                                Público
Segunda-feira                                           Escolas estaduais
   Terça-feira                                               Público geral
  Quarta-feira                              Escolas municipais e particulares
  Quinta-feira                                                 Público geral
    Sexta-feiraAssociações, fundações, instituições, visitas técnicas de universidades
      Sábado                                                Público geral

Feriado 7 de setembro

O Bioparque Pantanal estará funcionado normalmente e aberto ao público no feriado de Independência do Brasil, celebrado nesta quarta-feira (7). 

Neste dia, o local disponibilizará duas mil vagas sem agendamento prévio, sendo mil de manhã e mil a tarde. As senhas serão entregues por ordem de chegada, às 8h e 13h30min.

Visita sem agendamento

Também é possível visitar o local sem agendamento prévio. São disponibilizadas vagas extras, diariamente por ordem de chegada e distribuição de senhas.

Neste caso, o visitante pode chegar no aquário, sem comprovante de agendamento e se dirigir à fila de espera para pegar uma senha.

Confira quantas vagas extras, sem agendamento prévio, existem por dia:

  • Segunda: 500
  • Terça: 1.000
  • Quarta: 500
  • Quinta: 1.000
  • Sexta: 1.000
  • Sábado: 500

As senhas são distribuídas nos seguintes horários:

  • Segunda: 9h30min e 15h
  • Terça: 8h e 13h30min
  • Quarta: 9h30min e 15h
  • Quinta: 8h e 13h30min
  • Sexta: 8h e 13h30min
  • Sábado: 8h
 SegundaTerçaQuartaQuintaSextaSábado
Vagas sem agendamento prévio5001.0005001.0001.000500
Vagas com agendamento prévio1.0001.0001.0001.0001.000500
Total de vagas por dia 1.5002.0001.5002.0002.0001.000
Horário distribuição de senhas (visita sem agendamento)9h30min e 15h8h e 13h30min9h30min e 15h8h e 13h30min8h e 13h30min8h

O local foi inaugurado em 28 de março de 2022, após onze anos em obras. A entrada é gratuita até 31 de dezembro de 2022.

O atrativo turístico é considerado como o maior aquário de água doce do mundo.

Saúde

Padilha defende proibição das bets e cita impacto no SUS

Ministro da Saúde participou de audiência pública no STF sobre o tema

03/11/2026 21h00

Walterson Rosa/MS

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu nesta terça-feira (3) a manutenção da decisão do governo federal que proibiu o funcionamento das empresas que operam sites de apostas online, conhecidas como bets.

Durante audiência pública convocada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para debater a proibição, o ministro disse que está preocupado com o impacto das apostas no Sistema Único de Saúde (SUS) e com a situação de pessoas que podem tirar a própria vida por estarem endividadas ou se tornarem vítimas da ludopatia (vício em jogos).

"A única e melhor solução para evitar suicídios, evitar pessoas viciadas, violência familiar, é mantermos a proibição das bets", afirmou.

Na avaliação do ministro, todos os países que legalizaram as bets registraram piora nos indicadores de saúde ligados ao jogos online.

Padilha também disse que o Brasil foi "o primeiro a ter a coragem" de proibir as bets.

"Não tem nenhum país que, ao legalizar as bets, reduziu o número de pessoas que procuram o serviço de saúde por conta da ludopatia, reduziu o risco de saúde, reduziu a violência familiar", comentou.

Dados

Durante a audiência, o ministro apresentou dados que mostram aumento de 200% na procura de atendimento no SUS por causa dos malefícios provocados pelas bets.

Os dados também mostram que 28 milhões de pessoas fizeram apostas nos 12 meses anteriores à proibição das bets. Desse total, cerca de 11 milhões apresentaram padrões de risco ou comportamento problemático.

Padilha citou que o governo federal já registrou 1,2 milhão de pedidos de autoexclusão de CPFs para bloquear a realização dos jogos.

"Não é dinheiro que se perde, perde o controle da vida. Quarenta por cento deles [do total de 1,2 milhão] falaram que não aguentam mais perder o controle", completou.

Audiência

A audiência pública foi convocada pelo ministro Luiz Fux, relator dos recursos apresentados no Supremo pela Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR).

As entidades pediram a derrubada da medida provisória que proibiu a exploração e publicidade dos jogos online. A MP foi editada em setembro deste ano.

Indenização Milionária

Indenização de R$ 23,6 milhões é quase 5 vezes o custo de obra em Campo Grande

Decisão do TJMS mantém indenização de R$ 23,6 milhões por área desapropriada para obras de drenagem no Parque dos Poderes, que custaram R$ 4,8 milhões.

03/11/2026 19h21

Obra de drenagem no Parque dos Poderes, em Campo Grande, motivou desapropriação com indenização de R$ 23,6 milhões.

Obra de drenagem no Parque dos Poderes, em Campo Grande, motivou desapropriação com indenização de R$ 23,6 milhões. Foto: Edemir Rodrigues/Governo de MS.

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Uma área desapropriada pelo Governo de Mato Grosso do Sul para a construção de um sistema de drenagem em Campo Grande terá indenização de R$ 23,6 milhões, valor quase cinco vezes superior aos R$ 4,84 milhões investidos na execução da obra.

A decisão, relatada pelo desembargador Nélio Stábile, foi mantida por unanimidade pela 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), conforme acórdão divulgado no Diário da Justiça desta terça-feira (3).

O terreno possui aproximadamente 13,8 mil metros quadrados e fica na região do Parque dos Poderes, nas proximidades da Avenida do Poeta.

A desapropriação foi realizada para viabilizar intervenções de drenagem e controle de erosão na cabeceira do Córrego Joaquim Português, no Parque do Prosa.

A disputa judicial começou após a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) avaliar a indenização em R$ 5,76 milhões, em 2021.

Os proprietários contestaram o valor e defenderam uma compensação maior, considerando a localização e o potencial de aproveitamento imobiliário da área.

Conforme o processo judicial, figuram entre os proprietários envolvidos na desapropriação Cleverson Cezar Janiski, Anagildes Caetano de Oliveira, Vera Lucia Nahomi Hota de Oliveira, Elizeu Tomé e Maria Cristina Rodrigues Tomé.

Uma perícia judicial realizada posteriormente estabeleceu a indenização em R$ 23,59 milhões, com valores referentes a setembro de 2023. O montante considera tanto o terreno desapropriado quanto a desvalorização da área que permaneceu com os antigos proprietários.

Disputa envolveu avaliações de até R$ 56,8 milhões

A diferença entre os valores apresentados pelas partes foi um dos principais pontos analisados pelo Tribunal de Justiça.

Enquanto a Agesul tentou restabelecer a avaliação administrativa de R$ 5,76 milhões, os proprietários solicitaram a elevação da indenização para R$ 56,8 milhões, com base em um laudo particular.

Os desembargadores, entretanto, entenderam que a perícia judicial utilizou critérios adequados para avaliar o imóvel, considerando as características físicas do terreno, as condições de mercado e o potencial de desenvolvimento imobiliário.

Outro ponto considerado pela Justiça foi a desvalorização da parte do imóvel que permaneceu com os antigos proprietários.

Conforme a perícia judicial, a desapropriação provocou uma perda estimada em R$ 3,47 milhões no valor da área remanescente, principalmente pela redução significativa da frente do terreno para a via pública.

O Tribunal também rejeitou o pedido dos proprietários para elevar a indenização a R$ 56,8 milhões.

Segundo os desembargadores, a avaliação particular apresentada não demonstrou adequadamente os custos de infraestrutura, as restrições ambientais e os riscos relacionados a um possível empreendimento imobiliário no local.

Diante disso, a 2ª Câmara Cível rejeitou os recursos apresentados tanto pela agência estadual quanto pelos antigos proprietários, mantendo a indenização estabelecida na primeira instância.

Obra foi concluída em 2022

As intervenções realizadas na cabeceira do Córrego Joaquim Português foram concluídas em fevereiro de 2022, após aproximadamente 12 meses de execução.

Segundo informações divulgadas pelo próprio Governo do Estado à época, a obra recebeu R$ 4,84 milhões em recursos do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul).

Entre as estruturas construídas está uma bacia de contenção com capacidade para armazenar 36 milhões de litros de água da chuva, além de tubulações destinadas a direcionar o escoamento e reduzir os processos erosivos.

Obra de drenagem no Parque dos Poderes, em Campo Grande, motivou desapropriação com indenização de R$ 23,6 milhões.Bacia de contenção construída na região do Parque dos Poderes tem capacidade para armazenar 36 milhões de litros de água da chuva. Foto: Edemir Rodrigues/Governo de MS.

O objetivo foi conter a degradação ambiental provocada pelo avanço da erosão e impedir que sedimentos continuassem sendo transportados até o lago do Parque das Nações Indígenas.

Embora a obra tenha sido concluída há mais de quatro anos, a discussão sobre o valor da desapropriação permaneceu na Justiça.

Indenização ainda poderá ser atualizada

O valor de R$ 23,59 milhões foi calculado com referência a setembro de 2023 e está sujeito aos critérios de atualização estabelecidos judicialmente.

A decisão também manteve o afastamento dos juros compensatórios solicitados pelos proprietários. Esses juros funcionam como uma compensação financeira pela perda do uso ou da renda de um imóvel após a desapropriação.

No entanto, a Justiça entendeu que não ficou comprovado que os donos do terreno deixaram de receber rendimentos em razão da intervenção do Estado.

 

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