Cidades

REME

Ano letivo da REME começa em 8 de fevereiro; greve dos professores não afetou calendário para 2023

As aulas que foram perdidas durante a greve estão sendo repostas até o dia 22 de dezembro

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Nesta segunda-feira (19), a Secretaria Municipal de Educação (Semed) divulgou, no Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande), o calendário do ano letivo de 2023 para alunos da Rede Municipal de Ensino (REME).

Serão 200 dias letivos, com início no dia 8 de fevereiro de 2023, e término em 18 de dezembro. Os dias 19, 20 e 21 de dezembro serão destinados ao exame final, e o encerramento do ano escolar acontecerá em 22 de dezembro.

O 1º bimestre terminará em 28 de abril. O 2º bimestre vai de 2 de maio a 14 de julho. O 3º bimestre começa em 1° de agosto e termina em 29 de setembro. O 4º e último bimestre vai de 2 de outubro a 18 de dezembro de 2023.

Nas Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEIs), o término do 4º bimestre - e do ano letivo - será no dia 21 de dezembro de 2023.

Reposições

No dia 2 de dezembro, os professores da Rede Municipal de Ensino entraram em greve, para cobrar, da prefeita Adriane Lopes, o reajuste previsto no piso nacional do magistério.

Para não prejudicar os alunos da REME, as aulas que foram perdidas já estão sendo repostas. Nos dias 10 e 17 de dezembro, os alunos tiveram aulas presenciais referentes aos dias 25 e 29 de novembro.

Nos dias 20, 21 e 22 de dezembro, devem comparecer presencialmente para a reposição dos dias 2, 5 e 6 de dezembro.

Serão encaminhadas "Atividades Não Presenciais" (ANP), referentes aos dias 7, 8, 12 e 15 de dezembro. O dia 23 de dezembro será destinado ao exame final, Conselho de Professores e encerramento do ano escolar.  

Nas Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEIs), as reposições ocorreram nos dias 10 e 17 de dezembro (referente aos dias 25 e 29 de novembro), e no dia 23 de dezembro a reposição presencial será referente ao dia 2 de dezembro - no mesmo dia será o encerramento do ano escolar. 

Serão encaminhadas "Atividades Não Presenciais" (ANP), referentes aos dias 5, 6, 7, 8, 12 e 15 de dezembro. As orientações referente a reposição, se referem às unidades escolares que aderiram ao movimento. Algumas escolas e Emeis aderiram de maneira parcial ou mesmo não aderiram, por isso cada unidade organizará a reposição de acordo com a sua especificidade.

Entenda a Greve

A prefeitura tinha até o dia 30 de novembro para realizar o pagamento do reajuste aos professores, que seria de 10,39% referentes ao mês de novembro, e 4,78% referentes a dezembro. A correção está prevista na Lei Municipal n. 6.796/2022 referente ao regime de 20h da Reme.

No entanto, a prefeitura não realizou o reajuste, e, quando cobrada pela ACP, enviou uma proposta que contemplava apenas um adiantamento de 4,78% de dezembro, somado a R$ 400 de auxílio alimentação.

Em Assembléia Geral Extraordinária, realizada no dia 29 de dezembro, os professores recusaram, por unanimidade, a proposta da prefeita, e votaram pela greve, que foi realizada entre os dias 2 e 9 de dezembro.

O presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Campo Grande (Sisem), vereador Marcos Tabosa (PDT), explicou que a luta pelo reajuste é antiga, em andamento desde a gestão do então prefeito, Marquinhos Trad, sendo responsabilidade da atual prefeita, Adriane Lopes, que era sua vice. 

O presidente da ACP, professor Lucilio Nobre, também ressaltou que as tratativas do sindicato com o município se arrastam desde 2014.

Além disso, ele destaca que a Lei de Responsabilidade Fiscal é sempre usada como justificativa para o não cumprimento da lei do Piso 20h, algo que provoca grande indignação na categoria, pela desvalorização e falta de reconhecimento. 

"Isso demonstra a falta de compromisso do Executivo Municipal em cumprir com as legislações em vigor", disse o presidente da ACP. 

As tratativas continuam até hoje. Nesta segunda-feira (19), a ACP se reuniu novamente, após a prefeita rejeitar a contraproposta apresentada pelos professores, para definir o que será feito a seguir.

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COXIM

Motociclista morre após fugir da polícia e sofrer queda durante perseguição

Condutor desobedeceu ordem de parada, percorreu cerca de 10 minutos em alta velocidade e caiu após perder o controle do veículo

12/04/2026 18h00

Motociclista morreu após perder o controle do veículo durante fuga de abordagem policial em Coxim

Motociclista morreu após perder o controle do veículo durante fuga de abordagem policial em Coxim Divulgação

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Um motociclista morreu após fugir de uma abordagem policial e sofrer uma queda durante perseguição, na região da Avenida Presidente Vargas, em Coxim. O caso ocorreu durante patrulhamento do Batalhão de Choque.

De acordo com informações da polícia, o condutor foi identificado trafegando em velocidade incompatível com a via. Ao receber ordem de parada, ele desobedeceu aos sinais sonoros e luminosos e iniciou fuga em alta velocidade.

O acompanhamento tático durou cerca de 10 minutos. Durante o trajeto, o motociclista realizou manobras consideradas perigosas, colocando em risco pedestres e outros motoristas. Em determinado momento, ele quase colidiu com uma testemunha que passava pelo local.

A perseguição terminou no cruzamento das ruas 11 de Abril e Júpiter, onde o condutor perdeu o controle da motocicleta e caiu.

A equipe policial acionou o Corpo de Bombeiros Militar e prestou os primeiros socorros, retirando inclusive o veículo de cima da vítima. No entanto, quando a Unidade de Resgate chegou ao local, o óbito foi constatado.

A perícia criminal e a equipe de trânsito foram acionadas para os procedimentos necessários. A motocicleta foi apreendida e encaminhada à Delegacia de Polícia Civil de Coxim.

Em nota, a corporação reforçou a importância de que ordens policiais sejam obedecidas, destacando que a desobediência pode resultar em situações de risco e desfechos graves.

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Previsão

Semana terá ligeira queda nas temperaturas e chuvas fortes em MS

Há alerta para ocorrência de tempestades, acompanhadas de raios e rajadas de vento no início da semana

12/04/2026 17h00

Há alerta de tempestades para a segunda-feira

Há alerta de tempestades para a segunda-feira Foto: Marcelo Victor / Correio do Estado

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A semana em Mato Grosso do Sul deve ter sol e variação da nebulosidade ao longo do período, com ligeira queda nas temperaturas, que devem ficar abaixo de 30°C na maioria das regiões do Estado.

Previsão do Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec) indica a possibilidade de ocorrência de tempestades, que podem ser acompanhadas de raios e rajadas de vento já nesta segunda-feira (12).

Há dois alertas vigentes do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), sendo um de perigo potencial de chuvas intensas e outro de perigo para tempestades em diversos municípios, incluindo Campo Grande.

Conforme os alertas, a previsão é de chuva entre 30 e 60 mm/h ou 50 e 100 mm/dia, ventos intensos entre 60 e 100 km/h, e queda de granizo. Devido à estas condições, há risco de queda de árvores e alagamentos.

De acordo com o Cemtec, essa condição meteorológica é favorecida pelo intenso transporte de calor e umidade sobre a região, associado à atuação de áreas de baixa pressão atmosférica.

"Além disso, o deslocamento de cavados contribui para a formação de instabilidades em Mato Grosso do Sul. São previstos acumulados significativos de chuva, acima de 30 mm/24h, principalmente nas regiões sudeste e leste do estado", diz o órgão, em nota.

As temperaturas devem oscilar entre 19°C e 30°C nas regiões sul, Cone-sul e grande Dourados. Já nas regiões pantaneira e sudoeste, a mínima prevista é de 22°C e a máxima de 34°C.

Em Campo Grande, a mínima é de 20°C e a máxima não deve passar de 30°C.

Trimestre de calor e pouca chuva

No próximo trimes, que abrange o período de maio, junho e julho, Mato Grosso do Sul deve enfrentar chuvas irregulares, temperaturas acima da média e aumento da probabilidade de formação do El Niño, segundo previsão climática do Cemtec.

Conforme a análise climática sazonal, historicamente os acumulados médios de precipitação para o trimestre variam entre 100 e 300 milímetros na maior parte do Estado, podendo atingir de 300 a 400 milímetros no extremo sul.

Apesar desse padrão histórico, a projeção para este ano indica distribuição irregular das chuvas, com possibilidade de volumes acima da média nas regiões extremo norte e noroeste.

Em relação às temperaturas, a média histórica varia entre 18°C e 22°C em grande parte do território, com registros menores no extremo sul e mais elevados no noroeste.

No entanto, os modelos climáticos apontam para temperaturas próximas ou ligeiramente acima da média, o que pode resultar em dias mais quentes e períodos prolongados de calor.

Com relação ao El Niño–Oscilação Sul (Enos), os modelos mais recentes indicam 61% de probabilidade de desenvolvimento do fenômeno no trimestre analisado, com tendência de persistência e intensificação ao longo do segundo semestre de 2026, segundo o prognóstico.

A probabilidade é de que inicialmente o El Niño seja de intensidade fraca a moderada a partir do trimestre julho-agosto-setembro, com possibilidade de evolução para níveis moderados a fortes entre a primavera e o início do verão.

Esse conjunto de fatores pode favorecer a ocorrência de ondas de calor mais frequentes.

“A tendência climática para os próximos meses exige atenção e monitoramento contínuo, especialmente diante da possibilidade de consolidação do El Niño ao longo do ano”, destaca a equipe técnica do Cemtec.

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