Cidades

CAMPO GRANDE

Bazar beneficente tem 9 mil itens de marcas famosas a partir de R$ 9

Peças originais são das marcas Zara, Farm, Nike, Adidas, Arezzo, Schutz, Calvin Klein, Carter's, entre outras

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Nona edição do Bazar Chic ocorrerá neste sábado (8), das 13h às 18h, no Clube Estoril, localizado na rua Silvina Tomé Veríssimo, número 20, Jardim Autonomista, em Campo Grande.

São mais de 9 mil itens à venda, como:

  • Roupas
  • Acessórios
  • Sapatos
  • Perfumes
  • Brinquedos
  • Utilidades domésticas

Os itens são femininos, masculinos, teens e infantis, novos e seminovos, de marcas famosas e luxuosas.

As peças são da Zara, Farm, GAP, Ralph Lauren, Calvin Klein, Le Lis Blanc, Animale, Richards, John John, Reserva, Nike, Adidas, Arezzo, Schutz, Carter’s, Fábula e Tip Top.

O preço mínimo é de R$ 9, blusas femininas a partir de R$ 15, vestidos e camisas masculinas a partir de R$ 25 e bolsas a partir de R$ 29.

Os descontos chegam a até 95% em relação ao preço original de loja: alguns itens custam mais de R$ 500 nas lojas e no bazar custarão por menos de R$ 49.

São aceitos como forma de pagamento dinheiro, pix, crédito e débito.

O evento é beneficente e o dinheiro arrecadado será destinado a instituições sociais, como Casa da União Lar de Santana, Projeto “Notas de Alegria”, Programa “Pró Família”, Programa “Viva Bem” e “Varal Solidário”.

As peças são arrecadadas por meio de doações de pessoas e de lojas. Este ano, o evento contou com mais de 40 pontos de arrecadação, incluindo escolas, clínicas, academias, salões de beleza e condomínios. Todos os envolvidos na organização são voluntários, que trabalham ao longo de todo o ano.

Este fim de semana é a oportunidade para comprar roupa de marca, bonita, barata e a preços acessíveis. Além disso, é possível garantir peças luxuosas de marca famosa pagando pouco e ainda sendo solidário.

VEJA AQUI AS PEÇAS QUE ESTARÃO À VENDA NO BAZAR CHIC. 

SERVIÇO

  • Data: 8 de novembro de 2025 (sábado)
  • Horário: das 13h às 18h
  • Local: Clube Estoril - Rua Silvina Tomé Veríssimo, 20 - Jardim Autonomista
  • Entrada: gratuita
  • Pagamento: dinheiro, PIX, cartão de débito e crédito* (*será cobrada taxa administrativa)
Sapatos de marcas famosas que estarão à venda no Bazar Chic. Foto: divulgação

 

Cidades

Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

Cidades

Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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