Cidades

Tragédia

Bebê de 1 ano morre afogado ao cair em piscina de casa em Dourados

A menina chegou a ser levada para o UPA, mas não resistiu

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Uma bebê de 1 ano morreu afogada na tarde de ontem (9), após cair na piscina da casa onde morava, no bairro Sitioca Bela Vista, em Dourados, há 226 km da Campo Grande. 

Conforme informações do site Dourados News, a menina estava em casa com os pais quando conseguiu abrir a porta da residência, que dá acesso ao quintal e a piscina, saiu caminhando e acabou caindo na piscina.

A criança foi retirada da água e levada às pressas para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Dourados, mas não resistiu e teve a morte confirmada pela equipe médica.

As circunstâncias do acidente ainda estão sendo investigadas.

Afogamentos

No final do mês passado, um menino, de 1 ano e 2 meses, também morreu afogado mas, em um balde d’água, em sua própria casa, no Jardim Macaúbas, em Campo Grande. O bebê foi  encontrado submerso  pelo irmão, o pai tentou reanimá-lo, mas ele já estava sem vida.

Em janeiro deste ano, outro bebê, de 1 ano e 11 meses, morreu ao se afogar na piscina de uma residência em Coxim - município localizado a 253km de Campo Grande.

O incidente aconteceu em uma casa onde a família passava o dia. Em certo momento, a criança teve acesso a um portão e entrou na área da piscina sem que ninguém percebesse. Tempo depois, a avó foi procurá-lo e o encontrou dentro da água.

A criança foi retirada às pressas de dentro da piscina, e a família buscou socorro imediato, mas não resistiu.  Os casos levantam alertas aos pais que água, sendo em grande ou pouca quantidade, sempre oferecerá riscos aos pequenos, por tanto, todo cuidado é pouco. 

Dicas

O Corpo de Bombeiros orienta alguns cuidados e atitudes que podem evitar tragédias em banhos de mar, rio, piscina, cachoeira, córregos, riachos e lagoas. Veja:

  • Supervisão e Segurança da Área
  • Não deixe a criança sozinha: A supervisão de um adulto é essencial, mesmo que a criança saiba nadar. 
  • Supervisão ativa: Alguém deve estar observando a todo momento, pois um adulto também pode ter um mal-estar e precisar de ajuda. 
  • Cercar a piscina: Instale uma grade ou cerca para evitar o acesso livre de crianças e animais à área da piscina. 
  • Guarda-vidas: Em clubes ou hotéis, procure locais com a prevenção de guarda-vidas. 

 

Cidades

Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

Cidades

Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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