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Bolsonaro admite que conversará com Guedes sobre imposto nos moldes da CPMF

Bolsonaro admite que conversará com Guedes sobre imposto nos moldes da CPMF

ESTADÃO CONTEÚDO

22/08/2019 - 13h59
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O presidente da República, Jair Bolsonaro, admitiu nesta quinta-feira, 22, que vai conversar com o ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre a possibilidade de criar um imposto federal sobre transações financeiras - nos moldes da extinta Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF). Bolsonaro sinalizou que a medida teria que servir como forma de compensação. 

"Vou ouvir a opinião dele. Se desburocratizar muita coisa, diminuir esse cipoal de impostos, a burocracia enorme, eu estou disposto a conversar. Não pretendo, falei que não pretendo recriar a CPMF", disse Bolsonaro em conversa com jornalistas na saída do Palácio da Alvorada, pela manhã.

Na quarta-feira, 21, Guedes afirmou que, se o tributo nos moldes da CPMF for "pequenininho, não machuca". 

Segundo Bolsonaro, o ministro deixou claro que é a sociedade que deve tomar a decisão sobre o imposto. 

"Ele (Guedes) que falou. Ele pode falar 'vou colocar 0,10% na CPMF e em consequência acabo com tais e tais impostos'", declarou Bolsonaro. 

O presidente reclamou que evita falar com a imprensa sobre determinados assuntos para não ouvir que houve recuo de sua parte. Na quarta, Bolsonaro voltou a negar a possibilidade do seu governo patrocinar uma nova CPMF. 

Como mostrou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) na quarta e o jornal O Estado de S. Paulo na edição desta quinta, a Contribuição Social sobre Transações e Pagamentos (CSTP), como foi batizado o novo imposto, deverá ter uma alíquota mais baixa, de 0,22%. 

A ideia é criar uma "conta investimento" para isentar a cobrança da nova contribuição de aplicações na Bolsa, renda fixa e poupança, entre outras.

 

APREENSÃO

DOF apreende mais de 400kg de drogas transportadas em comboio de carros

Quatro veículos realizavam o transporte da carga do interior de Mato Grosso do Sul para à Capital Paulist; os quatro motoristas foram presos em flagrante

08/06/2026 12h15

Divulgação/DOF

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Durante a última quinta-feira (04) de feriado, policiais militares do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) preenderam quatro pessoas em flagrante que realizavam transporte de quase 415 kg de drogas em um comboio de carros. A prisão aconteceu em rodovia estadual no interior de Mato Grosso do Sul.

Próximo a uma estrada vicinal da MS-286, na zona rural de Aral Moreira a 405 qulômetros de Campo Grande, os militares realizavam patrulhamento quando quatro carros em seguida passaram em alta velocidade. Apesar da tentativa de abordagem o comboio desobedeceu a ordem de parada.

Depois de cercar os carros e interceptar inicialmente um Jeep Renegade e um VW Polo, os policiais localizaram fardos de maconha e haxixe marroquino dentro dos veículos. Os outros dois veículos, um Honda Civic e um VW Virtus estavam junto e realizavam a função de "batedores", fiscalizando possíveis ações policiais.

Foto: Divulgação/DOF

Os presos, três homens e uma mulher possuem idade entre 30 e 44 anos, e são moradores de São Paulo (SP). Eles confessaram terem sidos contratados para transportar a droga e os veículos até a capital paulista. O serviço pagaria a eles valores entre R$ 5 mil e R$ 10 mil.

Foto: Divulgação/DOF

A apreensão dos 414,1 quilos de drogas e os quatro carros foi encaminhada à Delegacia de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron) de Dourados, cidade a 150 quilômetros do município.

No local foi realizado a pesagem dos tabletes, resultante em 412 quilos de maconha e 2,1 quilos de haxixe marroquino. Conforme o DOF o montante de toda a apreensão foi estimado no valor de R$ 1,5 milhão.

A ação de apreensão e prisão em flagrante dos envolvidos aconteceu em parceira com a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), dentro do Programa de Brasil Contra o Crime Organizado.

O DOF relembra a população que é possível realizar denúncias anônimas por meio do telefone 0800 647-6300.

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Comidas juninas

Procon aponta variação de até 266% em itens de festa junina em Campo Grande

A pesquisa realizada em 13 supermercados de Campo Grande inclui especiarias juninas a bebidas alcoólicas utilizadas para fazer quentão

08/06/2026 11h20

Divulgação

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Em pesquisa realizada pelo Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), itens alimentícios de festa junina apresentaram variação de mais de 260% em 13 redes de mercados diferentes de Campo Grande. De amendoim a bebidas para quentão, a recomendação é comparar os preços na hora de montar o cardápio.

A instituição vinculada à Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos (Sead) realizou a pesquisa dos alimentos durante o período de dois dias, em 25 e 26 de maio deste ano. Ao todo, a pesquisa divulga o 803 produtos que foram pesquisados e disponibilizados em uma tabela.

Conforme ánalise, a canela em pó de 10g de determinada marca foi o item que apresentou maior disparidade entre os 13 supermercados, com a variação de 266% nos valores de um estabelecimento para outro. O maior preço em um determinado supermercado foi de R$ 5,49, enquanto no de menor preço o valor era de R$ 1,50.

A busca realizada pelo Procon inclui produtos com gramas, marcas e versões diferentes. A segunda maior variação na categoria de temperos da especiaria canela é a da versão em casca de 10g. Seu menor preço é de R$ 2,75 enquanto o maior possui valor de R$ 5,49, com uma variação de 99,64% entre um supermercado e outro.

Os consumidores também deve voltar a atenção a um dos queridinhos das comidas típicas, o milho verde de bandeja registrou a variação de 73,20% de um estabelecimento para outro, de R$ 7,50 a R$ 12,99. O coco ralado adoçado de 100g também aparece entre as grandes variações no preço, com 116,63% de R$ 4,15 a R$ 6,01.

Já o fubá mimoso de 500g, de seis marcas diferentes pesquisadas algumas não apontaram nenhuma variação de preço de um mercado para outro, enquanto outra teve 100,29% diferença, com menor preço em R$ 3,49 e maior em R$ 6,99.

Outras oscilações que destacam-se são a de amendoim cru de 400g, com 146,43% de mudança nos preços, canjica amarela de 400g, com 118,81%, e canjica branca de 400g, com 100,99% de variação.

Entre as variações nas bebidas alcoólicas, a cachaça de 965ml apresentou a maior variação entre os mercados de 101,37%, com o menor preço em R$ 13,90 e o maior em R$ 27,99 e o vinho tinto suave de 750ml com 85,27%, variando os preços de R$ 15,95 a R$ 29,55.

Aqueles que desejam organizar as compras em base dos valores médios, a tradicional paçoca rolha de 210g aparece com preço médio de R$ 10,38, enquanto as canjicas amarela e branca de 500g estão cerca de R$ 4,33 e R$ 5,54, respectivamente.

O Procon ressalta que os produtos estão sujeitos a alterações e confirmam a necessidade dos consumidores compararem os preços antes de fazer as compras de festas juninas. Além de manter a atenção em prazos de validade e emissão da nota fiscal. A sugestão é que a compra seja feita em comércio local para reduzir custos com deslocamento.

Outros produtos que são utilizados na produção de alimentos típicos da festa como leite, arroz, leite condensado, molhos e temperos podem ser conferidos na Tabela de Pesquisa de Itens para Festa Junina.

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