Cidades

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Brasileiros terão mais opções na compra de medicamentos, anuncia Anvisa

Brasileiros terão mais opções na compra de medicamentos, anuncia Anvisa

AGÊNCIA BRASIL

16/01/2014 - 12h45
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Medicamentos similares vão ser mais uma opção aos medicamentos de referência ou de marca, como já ocorre com os medicamentos genéricos. O anúncio foi feito hoje (16) pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Isso significa que uma mesma prescrição médica, que atualmente permite a compra de um remédio de marca ou de um genérico, vai permitir também a compra do remédio similar, que contém os mesmos princípios ativos, a mesma concentração e a mesma posologia que o de referência.

A proposta consta em consulta pública a ser lançada amanhã (17) pela própria agência, por um período de 30 dias, e deve ampliar a oferta de produtos a preços mais baratos para o consumidor. Ainda de acordo com o texto, os medicamentos similares deverão incluir em suas embalagens o símbolo EQ, que significa equivalente.

O diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, destacou que a equivalência dos medicamentos similares só foi possível depois que a categoria conseguiu comprovar a mesma função terapêutica dos produtos de marca.

Em 2003, a agência publicou resolução que determinou prazo de dez anos para a adequação e a apresentação de testes de equivalência farmacêutica, que comprovam que o remédio similar tem o mesmo comportamento no organismo e as mesmas características de qualidade do remédio de marca.

Para o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a decisão de incorporar os medicamentos similares como uma nova opção de compra representa mais um passo em uma política que busca ampliar o acesso da população a remédios de qualidade.

Ele garantiu que vai defender, na Câmara de Medicamentos, que as mesmas regras adotadas para remédios genéricos passem a valer para os similares – incluindo uma redução de, pelo menos, 35% no preço em relação aos de marca.

“O Brasil se consolida, cada vez mais, como uma indústria que começa a crescer na produção nacional de medicamentos sem abrir mão da qualidade”, disse. “É um passo importante para a qualidade, para dar mais opções ao cidadão e, com isso, reduzir os preços e os custos do remédio para a população”, concluiu.

Dados da pasta indicam que, em 2012, em quantidade comercializada, os medicamentos similares representaram 24,8% do mercado nacional. Os genéricos ficaram com 37,1% e os de referência, com 23,2%.

MATO GROSSO DO SUL

Na terra em que Bolsonaro serviu, Flávio dispara: 'aqui fui concebido'

Jair Bolsonaro serviu no chamado 9° Grupo de Artilharia de Campanha do Exército Brasileiro, o 9º GAC - "Major Cantuária", como segundo tenente entre os anos de 1979 à 1981

10/04/2026 12h44

Fala foi feita em encontro com pré-candidatos do Partido Liberal e siglas aliadas

Fala foi feita em encontro com pré-candidatos do Partido Liberal e siglas aliadas Marcelo Victor/Correio do Estado

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Em visita à terra na qual o pai serviu ao Exército Brasileiro (EB), o senador federal Flávio Bolsonaro reuniu-se com membros do Partido Liberal na sede do PL em Mato Grosso do Sul, citando a passagem do ex-presidente pelo Estado e disparando uma confissão do passado: "aqui fui concebido".  

A fala foi feita em encontro com pré-candidatos do Partido Liberal e siglas aliadas, contando com a presença de medalhões da política local, com o ex-governador Reinaldo Azambuja, e o atual chefe do Executivo de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, além de: 

  • Tereza Cristina 
  • Marcos Pollon 
  • Rodolfo Nogueira 
  • Jaime Verruck 
  • Coronel Davi 
  • Capitão Contar 
  • Rinaldo Modesto
  • Beto Pereira
  • Rafael Tavares
  • Márcio Fernandes 
  • Roberto Hashioka
  • Rodrigo Basso, prefeito de Sidrolândia

Na ocasião, Flávio mencionou Mato Grosso do Sul de forma "carinhosa" quando questionado sobre a importância do Estado para sua trajetória política, tendo em vista que o colégio eleitoral sul-mato-grossense está longe de possuir o peso de regiões como o sudeste e nordeste. 

"Aqui é um estado, inclusive, onde eu fui concebido... em Nioaque, quando meu pai servia aqui no Mato Grosso do Sul, mas depois nasci no Rio de Janeiro", afirmou o senador carioca.

Entenda

Flávio Bolsonaro fez nesta semana sua primeira visita a Campo Grande como pré-candidato à Presidência da República, Estado em que veio deliberar tanto sobre a possível melhor escolha para o Senado por Mato Grosso do Sul, como ainda uma possível vice-presidência para sua chapa. 

Como bem revelou Flávio, Mato Grosso do Sul faz parte da história de sua família, já que o município de Nioaque, distante cerca de 184 quilômetros da Capital, foi o segundo local de serviço durante a carreira militar do ex-presidente Jair Bolsonaro. 

Jair Bolsonaro serviu no chamado 9° Grupo de Artilharia de Campanha do Exército Brasileiro, o 9º GAC - "Major Cantuária", como segundo tenente entre os anos de 1979 à 1981.

Ainda em seu primeiro ano como presidente, inclusive, Jair Bolsonaro chegou a enviar uma mensagem de áudio aos militares do 9º GAC, relembrando os momentos que dizem "ter feito parte de sua história". 

“É motivo de satisfação e de orgulho dirigir a palavra a todos vocês e dizer que os momentos que passei aí, por 3 anos, onde tive o primeiro filho, obviamente marcaram minha vida", disse Jair Bolsonaro à época. 

Para Flávio, o encontro com representantes da política local tende a fortalecer as bases da direita, rumo ao projeto de governo do pré-candidato. 

"O objetivo é só um, é resgatar o Brasil. E pra gente poder apresentar esse projeto de prosperidade pro nosso país, a gente primeiro tem uma eleição para vencer.", concluiu.

 

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CAMPO GRANDE

PRF culpa organização por congestionamentos quilométricos em show do 'Guns'

Responsáveis teriam descumprido o conselho da Polícia Rodoviária Federal e implantado leitura de QR Code na entrada, com carros entrando um por vez no estacionamento em única via de acesso

10/04/2026 11h32

 Segundo a PRF

Segundo a PRF "verificou-se cenário distinto do planejado", com quatro pontos que foram diferentes do apresentado pela organização Divulgação

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Após o show da banda estadunidense Guns N' Roses em Campo Grande ficar marcada por enormes filas de carros, tanto na ida quanto na volta, em trechos da rodovia BR-262, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) indicou que os congestionamentos quilométricos no único acesso ao Autódromo Internacional Orlando Moura foram causados por culpa das decisões da organização do evento. 

Desde a noite de quinta-feira (10), como bem acompanha o Correio do Estado, o congestionamento quilométrico até o local do evento passou a ganhar espaço nas redes sociais, antes mesmo da banda subir ao palco para a estimativa de 35 mil pessoas. 

Depois disso, quem acompanhou a banda liderada por Axl Rose e composta Slash e Duff McKagan até o final ainda precisou enfrentar quase cinco horas para sair do show, problemas esses que a Polícia Rodoviária Federal coloca a responsabilidade sobre a organização do evento. 

Esperando cerca de 35 mil pessoas, a PRF relembrou na manhã desta sexta-feira (10) que participou de reuniões e analisou o projeto apresentado pela organização. 

Culpa de quem? 

Conforme a Polícia Rodoviária Federal, estavam previstas múltiplas vias de acesso aos estacionamentos, com entradas simultâneas de veículos e fluxo contínuo. 

"No entanto, no dia do evento, verificou-se cenário distinto do planejado", confirmou a Polícia Rodoviária Federal em nota, destacando quatro pontos que foram diferentes do apresentado pela organização. 

Entre esses, que contribuíram inclusive para o congestionamento na ida para o show, é descrito que a abertura dos estacionamentos aconteceu com atraso em relação ao horário previamente divulgado. 

Segundo a PRF isso comprometeu a distribuição do fluxo ao longo do dia, contando ainda com apenas uma via efetiva de acesso aos estacionamentos, com entrada de veículos acontecendo ainda de forma individualizada, "o que gerou retenção". 

Como se não bastasse, a organização teria ido contra o conselho da própria Polícia Rodoviária Federal e implementado um controle de acesso com leitura de QR Code, o que gerou um maior volume de filas. 

Além disso, a PRF cita que não havia sinalização adequada para orientar os condutores no caminho, o que também ocasionou paradas de carros em busca de informação e, por sua vez, contribuiu para o aumento do congestionamento.

"Os principais pontos de retenção registrados não estavam relacionados à gestão do fluxo na rodovia, mas sim à capacidade de acesso e organização interna do evento. A instituição reforça que todas as suas ações, entre elas a flexibilização de deslocamento de pedestres e operação 'pare e siga' nas saídas dos estacionamentos,  foram pautadas em critérios técnicos e na preservação de vidas", conclui a PRF em nota. 

 Até o momento a organizadora responsável, Santo Show, não se manifestou a respeito das polêmicas que envolvem desde a morte de um ambulante até, inclusive, pessoas que reivindicam reembolso por não conseguirem acompanhar a apresentação. 

 

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