Cidades

EM DOURADOS

Cães da PRF flagram mais de 200 kg de cocaína escondidos em caminhão

Farejadores atuavam em operação especial da União para blindar fronteira

RAFAEL RIBEIRO

21/09/2018 - 20h06
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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 200 tabletes de cocaína escondida em compartimento oculto de um caminhão munck, usado para destombamento de veículos, nesta sexta-feira (21). A droga totalizou 223,8 quilos. As informações são do 'Dourados News'.

Uma equipe realizava ronda na BR-060, em Sidrolândia, quando na altura do km 400 observaram um caminhão munck, com placas de Campo Grande, conduzido por um homem de 40 anos.

O motorista se mostrou bastante nervoso com a abordagem policial e não soube informar os motivos de estar com aquele tipo de caminhão, ensejando uma fiscalização minuciosa no veículo.

Nada encontrando, a equipe solicitou apoio do Grupo de Operações com Cães da PRF (GOC). Foram passados 11 cachorros e todos identificaram o odor do entorpecente.

Nos quatro braços do caminhão, usado para içar e destombar veículos, foram criadas “gavetas” para ocultar os tabletes de cocaína.

Foram retirados do compartimento oculto, 200 tabletes de cloridrato de cocaína, os quais estavam cobertos com pó de café para disfarçar o cheiro.

Questionado, o motorista apenas informou que pegou o caminhão já carregado com a droga em Maracaju e deixaria em um posto de combustíveis em Campo Grande.

O homem, o veículo e a droga foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Federal em Campo Grande, onde todo o carregamento será pesado.

De volta

Tiago Vargas é reintegrado a Polícia Civil após 6 anos afastado

Ex-policial civil foi demitido do cargo após chamar Reinaldo Azambuja de "corrupto"

26/10/2026 09h31

Com tornozeleira eletrônica, Tiago Vargas se tornou sucateiro após ser demitido da Polícia Civil e derrotado nas urnas em 2024

Com tornozeleira eletrônica, Tiago Vargas se tornou sucateiro após ser demitido da Polícia Civil e derrotado nas urnas em 2024 Reprodução/Instagram

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Tiago Henrique Vargas foi reintegrado ao cargo de Agente de Polícia Judiciária, função Investigador de Polícia Judiciária, da Polícia Civil de Mato Grosso do Sul.

A decisão foi publicada nesta segunda-feira (26) na página 134 do Diário Oficial Eletrônico (DOE-MS) e assinada pelo governador do Estado, Eduardo Riedel (PP).

Ele havia sido demitido em 16 de julho de 2020 e ficou seis anos afastado do cargo após “peitar” o então governador do Estado, Reinaldo Azambuja, xingando-lhe de "canalha e corrupto".

Confira o trecho redigido em Diário Oficial:

Com tornozeleira eletrônica, Tiago Vargas se tornou sucateiro após ser demitido da Polícia Civil e derrotado nas urnas em 2024

“Estava aqui trabalhando aqui na reciclagem e recebi a informação de que saiu a publicação para a gente voltar para a Polícia Civil. Emoção né cara. Só posso agradecer a Deus. Mais de seis anos esperando por isso. Minha mãe morreu e não pode ver isso. Obrigado gente. Deus é bom o tempo todo”, disse Vargas, emocionado, em suas redes sociais.

Tiago Vargas foi policial civil de 2014 a 2020. Ele foi expulso da corporação após chamar o ex-governador Reinaldo Azambuja de corrupto.

Foi vereador de Campo Grande de 2021 a 2024. Tentou a reeleição para vereador em 2024 pelo Partido Progressistas (PP), mas, com 6.202 votos, foi derrotado nas urnas.

Em seguida, foi nomeado por Adriane Lopes, em 2 de janeiro de 2025, como assessor especial na Secretaria Especial de Articulação Regional. 

Em 13 de abril de 2026, Vargas passou a cumprir prisão domiciliar, sob monitoramento por tornozeleira eletrônica.

Em 14 de abril, assumiu sua nova profissão nas redes socais: sucateiro. E, a partir de então, começou a compartilhar sua rotina profissional, mostrando o trabalho de separação e coleta de materiais recicláveis.

Em 21 de outubro, Tiago contou que suas redes sociais ficaram suspensas de abril a outubro e que não conseguia comunicar com seu público.

Monitoramento

Depois de chuvas intensas, Governo de MS cria grupo para monitorar El Niño

Será função da equipe acompanhar temperatura, chuvas, umidade do ar, focos de calor e incêndios florestais

26/10/2026 08h45

Tempo em Campo Grande; imagem ilustrativa.

Tempo em Campo Grande; imagem ilustrativa. Gerson Oliveira/Correio do Estado

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O Governo de Mato Grosso do Sul criou um grupo de trabalho para acompanhar os efeitos do El Niño e articular medidas diante dos possíveis impactos do fenômeno. Conforme o decreto publicado no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira (26), o objetivo é monitorar sistematicamente os prognósticos meteorológicos e climáticos relacionados ao fenômeno.

Entre as atribuições do grupo estão alinhar estratégias de comunicação de risco, elaborar relatórios sobre a evolução do cenário climático e acompanhar as medidas adotadas pelo Estado. A iniciativa ocorre em meio às condições climáticas em Mato Grosso do Sul, que registra volume de chuvas acima da média para o período.

Segundo dados do Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec-MS), o acumulado de chuva na metade de outubro já se aproximava de 300 milímetros em algumas regiões. As chuvas acima da média já eram uma tendência prevista para este mês, em razão da atuação de alta intensidade do El Niño no segundo semestre deste ano.

Também será função da equipe acompanhar os indicadores relativos à temperatura, às chuvas, à umidade relativa do ar, à quantidade de água doce disponível, aos focos de calor e aos incêndios florestais.

Ainda de acordo com o documento, o grupo será formado por 11 representantes de secretarias estaduais, órgãos públicos, instituições de ensino e entidades municipais.

Grupo técnico

Participarão do grupo representantes das secretarias estaduais de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc); de Governo e Gestão Estratégica (Segov); de Saúde (SES); de Justiça e Segurança Pública (Sejusp); e de Infraestrutura e Logística (Seilog).

Também integram o grupo o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), o Corpo de Bombeiros Militar, a Polícia Militar, a Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer), a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (Uems) e a Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul).

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