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Campo Grande abre inscrição para vendedores em 8 dias de Carnaval

Festa na Capital começa já no dia 22 e volta no último dia de fevereiro até 08 de março

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Através da edição desta segunda-feira (03), do Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande), o Executivo Municipal abriu oficialmente o prazo de inscrição em busca de vendedores para o Carnaval, com oito dias de festa e possibilidade de vendas na folia da Capital. 

Conforme o executivo, serão cerca de três finais de semana voltados para a folia em Campo Grande, com o comércio permitido já a partir de 15h, enquanto durar o evento, nas seguintes: 

  • 22 de fevereiro
  • 23 de fevereiro 
  • 28 de fevereiro 
  • 01 de março 
  • 02 de março
  • 03 de março
  • 04 de março 
  • 08 de março

Ao todo o Carnaval de Campo Grande planeja comportar até 80 pontos fixos, sendo 20 para produtos do tipo 1 (com dimensão de 5 metros de comprimento por 3 de largura) e outros sessenta para a segunda modalidade de venda (medindo 4x2 metros).

Só nesse sentido, a edição de 2025 já deve ser maior que o Carnaval do ano passado, uma vez que, em 2024 a Prefeitura Municipal disponibilizou 60 pontos fixos totais, como bem acompanhou o Correio do Estado.

Além disso, duas localidades serão destinadas para vendas: 

  1. Av. Mato Grosso: ambos sentidos do trecho entre Calógeras e a Rua 14 de Julho
  2. Av. Calógeras: entre a Av. Mato Grosso e a Rua Antônio Maria Coelho

Inscrição

Comerciantes precisam estar atentos ao cronograma, pois o prazo aberto hoje (03) se estende até o próximo dia 10, às 17h, com a inscrição disponível pela Secretaria de Cultura (Sectur), que fica na na Rua Usi Tomi n. 567, bairro Carandá Bosque, como pelo site campogrande.ms.gov.br/sectur/carnaval2025/ CLICANDO AQUI.

Importante lembrar que, alguns pontos são levados em consideração nessa escolha, como por exemplo a necessidade de certificado de conclusão de curso de manipulação de alimentos, informação que deve constar na inscrição junto dos seguintes itens: 

  1.  Nome completo, telefone e e-mail do titular;
  2.  Cópia de documento de identidade (com foto e CPF);
  3.  Comprovante de residência em nome do candidato ou declaração de próprio punho;
  4.  Produtos que pretende comercializar (informar TIPO 01 OU 02), dentre os permitidos neste edital;
  5.  Identificação como food truck, se for o caso;

Quanto aos tipos, a Prefeitura de Campo Grande especifica que as barracas do "tipo 1" serão voltadas para alimentos e bebidas não alcoólicas que também poderão ser comercializadas no segundo tipo, como: refrigerantes; sucos; energéticos; batidas; água, etc. 

Dos alimentos em sí, aparecem descritos salgados e doces em geral, além de possibilidades típicas de pontos deste tipo, como: 

  • Hambúrguer, 
  • pastel,
  • cachorro-quente,
  • espetos,
  • choripan, etc. 

Cada sorteado deverá se ater aos produtos que lhe foram autorizada a venda, que atendam integralmente a legislação sanitária pertinente, sendo terminantemente proibido: 

"vender, fornecer, servir, ministrar ou entregar, ainda que gratuitamente, de qualquer forma, a criança ou a adolescente, bebida alcoólica (art. 81, inciso II e art. 243 da Lei Federal n. 8.069/1990 Estatuto da Criança e do Adolescente)"

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Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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