Cidades

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Carreta da Justiça atenderá quatro municípios de MS entre novembro e dezembro

A unidade móvel faz atendimento jurídico gratuito, conversão de união estável em casamento, acordos de divórcio e de pensão alimentícia

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Tacuru, Jateí, Aral Moreira e Antônio João vão receber os serviços da Carreta da Justiça entre novembro e dezembro. A unidade móvel do Poder Judiciário oferece atendimento jurídico gratuito, com serviços como esclarecimentos jurídicos, conversão de união estável em casamento, acordos de divórcio e de pensão alimentícia, entre outros.

Em Tacuru, os atendimentos serão realizados nos dias 9 e 10 de novembro. Jateí recebe a unidade nos dias 12 e 13 deste mês. Já em Aral Moreira, os serviços serão oferecidos em 30 de novembro e 1º de dezembro. Em Antônio João, o atendimento está previsto para os dias 3 e 4 de dezembro.

A Carreta da Justiça é a unidade móvel do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS). Em outubro, foram registradas 80 ações judiciais abertas e 509 pessoas atendidas nos municípios de Novo Horizonte do Sul e Taquarussu.

Conduzidos pelo juiz designado Juliano Luiz Pereira, os trabalhos levaram serviços judiciais à população dos dois municípios, que não contam com fórum próprio, evitando a necessidade de deslocamento para outras cidades.

Para ter acesso aos serviços, é necessário fazer agendamento prévio pelo WhatsApp, no número (67) 98462-8249.

 

Meio ambiente

Piracema começa hoje no Rio Paraná e chega aos demais rios de MS na quinta-feira

O defeso busca proteger a reprodução natural dos peixes e a renovação dos estoques pesqueiros

01/11/2026 16h01

Operação Piracema

Operação Piracema Reprodução/PMA

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Começou neste domingo (1º) o período de defeso da Piracema, quando a pesca é proibida, na calha do rio Paraná. A partir da quinta-feira (5), a restriação se estende nos rios da bacia do Paraguai e demais rios estaduais de Mato Grosso do Sul.

O defeso busca proteger a reprodução natural dos peixes e a renovação dos estoques pesqueiros e, para fiscalização, o Instituto de Meio Ambiente de Mato Gross do Sul vai mobilizar 40 servidores. A restrição segue até 28 de fevereiro de 2027.

A ideia é que as equipes atuem em pontos estratégicos das duas bacias com a fiscalização de embarcações, áreas de reprodução, peixarias, mercados, restaurantes e outros estabelecimentos que vendem pescado. Serão vistoriados também locais de armazenamento e transporte de peixes.

No período, a pesca amadora e profissional fica proibida, enquanto a pesca de subsistência é permitida exclusivamente para alimentação e sem finalidade comercial, com limite de até 3 quilos de pescado ou um exemplar.

Já os comerciantes e pescadores profissionais que tenham estoques de pescado nativo devem apresentar o documento Declaração de Estoque ao Imasul, no prazo de 48 horas. A declaração pode ser enviada para [email protected] ou entregue em unidades da Polícia Militar Ambiental (PMA).

A retomada da pesca, prevista para 1º de março de 2027, não libera a atividade sem restrições: continuam valendo as regras sobre espécies, tamanhos, cotas, petrechos e licenças

Vale lembrar que a pesca do dourado continua proibida em Mato Grosso do Sul, inclusive após o fim da Piracema, exceto para pesquisas científicas expressamente autorizadas.

Cidades

Secretaria fará ação contra trabalho infantil no Dia dos Finados

Data concentra índices altos de exploração infantil, segundo divulgado

01/11/2026 13h51

Divulgação, PMCG

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A Secretaria de Assistência Social de Campo Grande promoverá uma ação de orientação e abordagem para combater o trabalho infantil nos cemitérios públicos da Capital, na segunda-feira (2), em razão do aumento do movimento pelo Dia de Finados.

Segundo divulgado pelo município, esse é um período em que os índices de exploração do trabalho de crianças e adolescentes tendem a aumentar. Por isso, equipes dos Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas) e do Serviço Especializado em Abordagem Social (Seas) vão abordar e orientar visitantes e comerciantes ambulantes.

Além de alertar os visitantes sobre a contratação de crianças e adolescentes para a prestação de serviços, como a limpeza de lápides e túmulos, e a comercialização de produtos, como velas e flores, os técnicos vão distribuir panfletos da campanha “Infância sem Corrente”, lançada no mês passado pela Secretaria de Assistência Social.

Nos casos em que forem identificadas irregularidades flagrantes, a população e as equipes serão orientadas a acionar os canais oficiais do Conselho Tutelar.

De acordo com o ECA, o trabalho é estritamente proibido para crianças de até 13 anos. Para os jovens entre 14 e 15 anos, a legislação autoriza a atuação exclusivamente na condição de menor aprendiz.

Já a partir dos 16 anos, o trabalho é permitido com certas restrições legais, como a proibição de tarefas no período noturno ou que ofereçam riscos à integridade física e psicológica.

Também são proibidas atividades consideradas perigosas, insalubres ou prejudiciais à formação e ao desenvolvimento dos adolescentes menores de 18 anos.

 

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