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Carro com quatro pessoas cai em rio de águas cristalinas em Bonito

No carro, havia quatro pessoas, sendo duas crianças e dois adultos

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Carro de passeio caiu de uma ponte e afundou, na tarde desta terça-feira (15), no Rio Anhumas, em Bonito, município localizado a 297 quilômetros de Campo Grande.

O acidente aconteceu em uma estrada de terra que dá acesso a alguns atrativos turísticos, como Praia da Figueira e Rio Sucuri.

No carro, havia quatro pessoas, sendo duas crianças e dois adultos. A ponte é de madeira e não tem nenhuma proteção lateral.

Conforme apurado pela mídia local, o motorista perdeu o controle da direção devido a poeira na pista, o que dificultou a visibilidade. Apesar do susto, ninguém se feriu e todos saíram ilesos do acidente.

Corpo de Bombeiros Militar foi acionado e esteve no local para efetuar os procedimentos de praxe.

* Com informações de Bonito Mais Notícias

3º CASO EM 3 DIAS

Esta é a terceira queda de veículo em rio, apenas no mês de julho de 2025, em Mato Grosso do Sul.

Em 13 de julho, um veículo caiu no Rio Paraguai, durante a madrugada, por volta de 00h40min, em Porto Murtinho.

O motorista seria funcionário de uma empresa de fora da cidade. Não se sabe se havia mais pessoas dentro do carro.

Duas testemunhas, que estavam às margens do rio, presenciaram o acidente e tentaram socorrer as vítimas. Elas pularam na água para tentar abrir uma das portas do carro, mas a tentativa de resgate foi frustrada, já que o automóvel afundou rapidamente.

Os bombeiros iniciaram as buscas logo após o acidente e seguiram até as 4h da manhã, mas, sem sucesso, tiveram que paralisar devido à escuridão. Nas primeiras horas do dia, reiniciaram as buscas e conseguiram localizar o veículo submerso.

No mesmo dia, em 13 de julho, Elite Oviedo (mãe) e Ediele Oviedo (filha) morreram afogadas, após o carro em que estavam cair de uma ponte sobre o Rio Ivinhema, na MS-141, em Angélica.

Havia três pessoas no veículo: mãe, filha e uma criança. A criança foi resgatada com vida por populares que passavam pelo local no momento do acidente.

Segundo relatos, o veículo ficou com as rodas para cima. Assim que conseguiram virá-lo de lado, com o auxílio de uma marreta, quebraram o vidro e resgataram a criança.

Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Polícia Civil e Perícia estiveram no local para efetuar os procedimentos de praxe.

Cidades

Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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Cidades

TCU aponta problemas na prestação de contas da Cultura e da Ancine, com passivo de R$ 22 bi

São 26.583 projetos que dependem de uma análise final no trâmite formal de prestação de costas

25/03/2026 21h00

Crédito: Valter Campanato / Agência Brasil

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O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou falhas que classificou como graves na gestão de recursos transferidos a projetos culturais do Ministério da Cultura e da Agência Nacional do Cinema (Ancine) de 2019 a 2024. O montante alcança cerca de R$ 22,1 bilhões, segundo relatório da Corte. São 26.583 projetos que dependem de uma análise final no trâmite formal de prestação de costas. Além dos atrasos nas análises, há "elevado" risco de prescrição de processos.

O montante resulta da soma de R$ 17,73 bilhões em 19.191 projetos incentivados (renúncia fiscal) e R$ 4,36 bilhões em 7 392 projetos não incentivados (recurso direto do governo). De acordo com a fiscalização, o passivo de projetos nessa situação é crescente, o que fragiliza o controle sobre o uso de recursos públicos.

No caso do Ministério, o TCU apontou um cenário com acúmulo de processos pendentes e ausência de mecanismos eficazes de controle de prazos. A demora na análise, que pode ultrapassar anos, eleva o risco de perda do direito de cobrança de valores eventualmente devidos ao erário, segundo a Corte.

A Ancine também apresentou atrasos relevantes, embora o Tribunal tenha destacado iniciativas tecnológicas em curso para aprimorar a análise de prestações de contas, incluindo o uso de ferramentas automatizadas.

"O acompanhamento permite detectar omissões, atrasos e inconsistências na análise das prestações de contas", afirmou o relator do processo, ministro Augusto Nardes.

Diante dos achados, o tribunal determinou a adoção de medidas para priorizar processos com risco iminente de prescrição, implementar sistemas de monitoramento de prazos e revisar procedimentos internos, com o objetivo de reduzir o passivo e fortalecer a fiscalização.
 

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