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Casa da Saúde é transferida para o Albano Franco e atendimentos retornam na quarta-feira

Atendimento no Albano Franco será temporário, por dois meses, até novembro, até que o Governo do Estado encontre um local definitivo

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O atendimento da Casa da Saúde foi transferido da rua Onze de Outubro, número 220, bairro Cabreúva, para o Centro de Convenções Albano Franco, localizado na avenida Mato Grosso, número 5017, bairro Carandá Bosque.

Os atendimentos começam na quarta-feira (27) nos altos da avenida Mato Grosso. O serviço está suspenso nesta segunda (25) terça-feira (16) para mudança e organização do local.

A mudança de endereço custou R$ 700 mil aos cofres públicos. A Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul (FIEMS) cedeu o espaço, gratuitamente, para o Governo do Estado.

O atendimento no Albano Franco será temporário, por dois meses, até novembro, até que o Governo do Estado encontre um local definitivo que atenda todas as necessidades da Casa da Saúde.

A Casa da Saúde mudou de endereço pois o prédio, localizado no bairro Cabreúva, estava sem condições de armazenar os medicamentos e receber centenas de pessoas diariamente. O prédio, que abrigava a antiga Escola Estadual Riachuelo, oferecia riscos de infraestrutura aos funcionários e à população.

De acordo com o secretário de Saúde, Maurício Simões, o local foi construído para ser uma escola e não uma unidade de saúde.

Secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões, em coletiva de imprensa nesta segunda-feira (25)

“A gente tem que levar em conta que o prédio foi originalmente identificado para ser uma escola, que foi adaptada a uma unidade de saúde, que tem muitas câmaras frias que exigem uma estrutura de energia adequada. Fizemos uma avaliação do prédio do quanto teríamos que investir pra transformar o prédio e os valores mostraram que não era uma boa alternativa”, explicou o secretário.

“Já temos alguns [prédios] em vista, estamos em negociação. A necessidade imediata de sair do outro prédio fez com que a gente buscasse o Albano Franco, que é amplo. Temporariamente por conta da necessidade de protegermos as vidas a gente dá um passo pra trás, mas o próximo será pra frente”, finalizou Simões.

O objetivo da mudança é evitar tragédias e proteger a vida de funcionários e da população sul-mato-grossense, tendo em vista que o prédio oferecia riscos iminentes. Em janeiro deste ano, um princípio de incêndio atingiu a Casa da Saúde, o que impossibilitou o atendimento ao público por quatro dias. Não houve vítimas.

De acordo com o secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões, 300-400 pessoas são atendidas na Casa da Saúde diariamente.

NOVO PRÉDIO

A Secretaria de Estado de Saúde (SES), por meio do Governo de Mato Grosso do Sul, está em busca de um prédio que atenda todas as necessidades e expectativas da Casa da Saúde.

O local deve ter:

  • Espaço, para armazenamento dos remédios
  • Imensa estrutura de energia, que comporte várias câmaras frias ligadas ao mesmo tempo
  • Bom estado de conservação
  • Autorização de funcionamento de arquitetos, engenheiros e Corpo de Bombeiros

Há planos para que alguns remédios sejam entregues em unidades de saúde espalhadas pelas sete regiões da Capital, para que o cidadão não precise se deslocar até a casa da Saúde.

“Então se nós pudermos utilizar a unidade fácil, para que o cidadão próximo vá lá de uma maneira simplificada, retire seu medicamento, nós o faremos. Então esse estudo também está sendo realizado. Pelo menos alguns pontos a mais além da Casa da Saúde. A Casa da Saúde continuará existindo para os processos mais complexos, como medicamentos que haja uma necessidade maior de segurança em relação a temperatura”, detalhou o secretário.

CAMPO GRANDE

Adriane exclui presidentes da Agereg e Agetran de comissão que investiga Consórcio Guaicurus

Prefeita reformulou grupo responsável por apurar causas e responsabilidades que levaram à intervenção no transporte coletivo

11/08/2026 12h25

Paulo da Silva, presidente da Agereg, e Ciro Vieira Ferreira, presidente da Agetran, deixaram a comissão responsável por apurar causas e responsabilidades relacionadas à intervenção no transporte coletivo de Campo Grande

Paulo da Silva, presidente da Agereg, e Ciro Vieira Ferreira, presidente da Agetran, deixaram a comissão responsável por apurar causas e responsabilidades relacionadas à intervenção no transporte coletivo de Campo Grande Gerson Oliveira

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A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP), retirou os presidentes da Agência Municipal de Regulação dos Serviços Públicos (Agereg), Paulo da Silva, e da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), Ciro Vieira Ferreira, da comissão processante responsável por investigar as causas que levaram à intervenção na concessão do transporte coletivo operado pelo Consórcio Guaicurus.

A mudança foi oficializada por meio do Decreto nº 16.714, de 4 de agosto, publicado no Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande) desta terça-feira (11). O ato altera a composição definida menos de um mês antes pela própria prefeita, no Decreto nº 16.694, de 15 de julho.

Na formação original, a comissão era composta pelo procurador municipal Edmir Fonseca Rodrigues, pelo presidente da Agereg, Paulo da Silva, e pelo presidente da Agetran, Ciro Vieira Ferreira.

Com a alteração, somente Edmir permanece no grupo. Paulo e Ciro foram substituídos por Wellington Albuquerque Assis Ton e Luciano Assis Silva. O novo decreto não apresenta justificativa para a troca dos integrantes.

Apesar da retirada dos dois presidentes, servidores ligados às duas agências permanecem na comissão.

Wellington Albuquerque Assis Ton é advogado e ocupa cargo de assessor-governamental III na Agetran. Em setembro do ano passado, ele também foi designado para integrar a Comissão de Julgamento de Defesa de Autuação (CJDA) da agência.

Já Luciano Assis Silva é diretor de Estudos Econômico-Financeiros da Agereg e tem atuação diretamente relacionada à análise da concessão do transporte coletivo. Formado em Administração, ele ingressou na agência em 2023 e assumiu a diretoria em abril de 2024.

Luciano, inclusive, foi ouvido em 2025 pela CPI do Transporte Coletivo da Câmara Municipal. Na ocasião, prestou esclarecimentos sobre o acompanhamento do equilíbrio econômico-financeiro do contrato e sobre a fiscalização exercida pela agência.

A comissão processante foi criada em julho para conduzir o procedimento administrativo previsto na Lei Federal nº 8.987/1995, a Lei das Concessões, após a Prefeitura decretar intervenção no Contrato de Concessão nº 330/2012, firmado com o Consórcio Guaicurus.

O procedimento tem entre seus objetivos comprovar as causas que determinaram a intervenção, apurar eventuais responsabilidades da concessionária, de seus administradores e de terceiros, além de examinar possíveis irregularidades operacionais, administrativas, financeiras e contratuais.

A comissão também deverá avaliar o cumprimento das obrigações contratuais, regulatórias e legais assumidas pelo Consórcio Guaicurus e reunir elementos para a Prefeitura decidir sobre a manutenção ou cessação da intervenção e até uma eventual extinção da concessão.

Entre as atribuições do colegiado estão requisitar documentos e informações, colher depoimentos, determinar diligências, inspeções e perícias e assegurar ao Consórcio Guaicurus o contraditório e a ampla defesa.

Ao término do procedimento, o grupo terá de elaborar relatório conclusivo com os fatos apurados, análise das provas, identificação das causas da intervenção, indicação de eventuais responsabilidades e recomendação sobre as providências administrativas a serem tomadas.

O prazo máximo estabelecido para a conclusão do procedimento é de 180 dias.

 

NOVA TENTATIVA

Prefeitura reabre licitação para centro esportivo no Jacques da Luz

Em janeiro deste ano, o certame terminou sem nenhuma empresa interessada no projeto

11/08/2026 11h20

Parque Jacques da Luz, localizado no bairro Moreninhas III, em Campo Grande

Parque Jacques da Luz, localizado no bairro Moreninhas III, em Campo Grande Divulgação: Prefeitura de Campo Grande

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A Prefeitura de Campo Grande reabriu uma licitação para contratar uma empresa especializada para construção do novo centro esportivo no Parque Jacques da Luz, localizado no bairro Moreninhas III. 

A solicitação foi feita pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep). A licitação será realizada em item único e será escolhida a empresa que oferecer o menor preço. O valor total para a licitação é de R$ 1.461.314,09.

Esta é a segunda vez que o Executivo abre este processo de licitação no ano. No dia 9 de janeiro, a Prefeitura de Campo Grande tornou pública a concorrência eletrônica para empresas interessadas nas obras de construção do novo centro esportivo. Naquele momento, a licitação era no valor de R$ 1,388 milhão.

Porém, no dia 12 de janeiro, quando o prazo foi encerrado, a Secretaria Especial de Licitações e Contratos comunicou, através da publicação no Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande), o resultado do certame e declarou como deserto, ou seja, nenhuma empresa apresentou proposta.

Projeto

O projeto básico do Centro Esportivo Comunitário compreende uma área total de 3.000,00 m² no Parque Jacques da Luz. A obra incluirá os seguintes equipamentos e estruturas:

  • campo de futebol society, com gramado sintético e fechamento com alambrado;
  • meia quadra de basquete, com piso em concreto polido e demarcação esportiva;
  • playground (parque infantil) com brinquedos seguros e estrutura adequada para diferentes faixas etárias;
  • pista de caminhada com piso apropriado e sinalização;
  • área de jardim e paisagismo, para integração ambiental e estética do espaço.
Parque Jacques da Luz, localizado no bairro Moreninhas III, em Campo Grande

As empresas interessadas podem enviar suas propostas até às 07h44min (horário de MS) do dia 27 de agosto. O edital da licitação traz todas as informações de documentação e requisitos para contratação.

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