Cidades

CAMPO GRANDE

Ciúme, rastreamento e assassinato: como foi a tragédia na Luigi Salgados

Gerente não aceitava o fim do relacionamento, rastreou o carro da ex, acreditou em caso entre ela e o patrão e atacou durante o horário de almoço, antes de tirar a própria vida

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O gerente da Luigi Salgados, Eduardo Araújo, 32 anos, que se matou no início da tarde desta quarta-feira (21) após matar o patrão, André Luis Mitidiero, 49, dono da mesma empresa, não aceitava o fim do relacionamento com a ex-mulher, Juliana Carolina Albuquerque.

A motivação do crime seria um suposto caso entre Juliana e André, conforme relatos de funcionários da empresa, que presenciaram os corpos dos dois no chão enquanto acompanhavam o trabalho da polícia no local do crime.

A primeira constatação dos policiais que estiveram no local é de que Eduardo agiu com premeditação. Separado de Juliana desde outubro de 2025, mas com o relacionamento em crise há muito mais tempo (desde fevereiro, conforme uma pessoa que conhecia ambos), Eduardo Araújo teria colocado um rastreador no veículo da ex-mulher.

Foi por meio desse rastreamento que ele teria formado a convicção de um relacionamento entre a ex e André. Com Juliana, Eduardo Araújo tinha três filhos, duas meninas e um menino.

No último storie que postou no Instagram, ainda na manhã desta quarta-feira, a mensagem trazia a seguinte frase em meio a um diálogo: “quanto mais a gente quer uma pessoa, menos a gente tem (sic)”.

Eduardo Araújo surpreendeu André Luis Mitidiero no início do intervalo desta terça-feira, quando o golpeou com dez golpes de faca. Em seguida, usou a mesma faca para golpear o próprio peito, apoiando a faca em uma pilastra e pressionando o corpo contra ela.

Ambos morreram no chão da empresa, onde trabalharam juntos, juntamente com Juliana.

O caso será investigado pela Polícia Civil.

Infraestrutura

Sanesul fecha novo pacote de obras para água e esgoto

As obras acontecerão na região sudeste do estado e vai abranger cidades como Ivinhema e Bataguassu

28/04/2026 11h10

Sanesul

Sanesul Reprodução

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A Empresa de Saneamento do Mato Grosso do Sul (Sanesul) vem reafirmando o protagonismo da região sudeste do Estado com obras de estruturamento nas redes de saneamento das cidades, incluindo água e esgoto. 

A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Seilog), terá os investimentos da empresa ligados à ela e também será responsável por direcionar e garantir a eficiência do cumprimento das metas estabelecidas. 

O município de Bataguassu irá receber obras voltadas para o abastecimento de água, para reforçar a segurança hídrica e atender toda a população. 

Já as cidades de Nova Andradina, Anaurilândia, Ivinhema, Novo Horizonte do Sul e Taquarussu, receberão obras voltadas para o fortalecimento na rede de esgoto sanitário, que também amplia o tratamento do esgoto na região. 

Um dos principais objetivos desse novo pacote de obras é diminuir a discrepância no abastecimento e tratamento de água e esgoto nas regiões do interior do estado. 

No ano de 2026 a Sanesul vem realizando diversas melhorias em diferentes cidades em todo o Estado. No total estão sendo feitos serviços nas áreas de esgotamento sanitário e abastecimento de água em 49 municípios. 

Esse volume de melhorias, fortalecem o comprometimento da empresa com os municípios e a população no interior do estado. 
 

MATO GROSSO DO SUL

Pioneiro no Centro-Oeste, Hospital Regional têm tecnologia para 'diagnóstico relâmpago'

HR no Mato Grosso do Sul conta com técnica avançada para agilizar em menos de 24 horas a identificação de fungos e bactérias que costumava levar até cinco dias

28/04/2026 11h01

No tratamento de infecções graves, identificação de bactérias e fungos poderia levar até cinco dias, intervalo para esse diagnóstico microbiano que é reduzido agora para menos de 24 horas. 

No tratamento de infecções graves, identificação de bactérias e fungos poderia levar até cinco dias, intervalo para esse diagnóstico microbiano que é reduzido agora para menos de 24 horas.  Reprodução/Divulgação/HRMS

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Pioneiro na região, o Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HRMS) agora é o primeiro e único do Centro-Oeste a possuir em seu laboratório de análises clínicas um tecnologia que promete revolucionar o tempo de espera e fornecer um "diagnóstico relâmpago". 

Batizada de MALDI-TOF, do termo em inglês Matriz-Assisted Laser Desorption/Ionization Time-of-Flight - ou "Espectrometria de massa por tempo de voo com ionização/dessorção a laser assistida por matriz" em tradução livre -, a técnica consiste na identificação de microrganismos de forma muito mais agilizada.

Isso porque, no tratamento de infecções graves, essa identificação de bactérias e fungos poderia levar até cinco dias, intervalo de tempo para esse diagnóstico microbiano que é reduzido agora para uma prazo de menos de 24 horas. 

Atendendo aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), o HRMS passa a ser o único hospital público do Centro-Oeste equipado com essa tecnologia que promete revolucionar o tratamento de infecções graves.

Entenda

Com alta velocidade e precisão, no cotidiano prático dos corredores do Hospital Regional isso pode representar um início de tratamento adequado mais rápido, o que por sua vez pode resultar até mesmo em uma alta antes do previsto. 

Como bem esclarece a gerente e responsável técnica do laboratório, a bióloga Eliane Borges de Almeida, a dita inovação está justamente na velocidade dessa nova técnica a ser adotada. 

"Enquanto os métodos tradicionais de identificação de bactérias e fungos levam de 48 a 72 horas, o MALDI-TOF entrega o resultado em poucos minutos. Para um paciente em estado grave, como em casos de sepse, cada minuto conta para aumentar as chances de sobrevivência", cita. 

Justamente esse ponto de identificar mais rápido o agente causador de infecção, a prescrição e administração do antibiótico exato pode começar logo no início do tratamento, o que por sua vez evita o uso de uma série medicamentos de amplo espectro que acabam sendo desnecessários. 

Por sua vez, essa melhor aplicação ajuda a combater a resistência bacteriana, com os reflexos indo para além de cada um dos pacientes, como bem frisa a diretora técnica do HRMS, Patricia Rubini.

Para ela, todo o sistema tende a ser impactado com o paciente recebendo o tratamento com o antibiótico específico desde o primeiro dia, resultando obviamente em uma recuperação mais rápida e segura. 

"Isso significa alta mais precoce, mais leitos disponíveis para quem precisa e um uso muito mais responsável dos recursos do SUS. O MALDI-TOF é, ao mesmo tempo, uma conquista clínica e uma ferramenta de gestão eficiente para o hospital”, destaca a médica", complementa ela. 

Em outras palavras, com um menor tempo de internação em cada caso, mais pacientes devem ser atendidos e a fila do próprio Sistema Único de Saúde (SUS) tende a ser otimizada em Mato Grosso do Sul a partir da implementação desta tecnologia que já está em uso. 
**(Com assessoria)

 

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