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Confira dicas para manter o frio do lado de fora de sua casa

Confira dicas para manter o frio do lado de fora de sua casa

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A chegada das baixas temperaturas do inverno transforma simples programas caseiros, como assistir a um filme enrolado no cobertor, em algo irresistível. Para poder curtir pequenos prazeres como esse, porém, é preciso que sua casa consiga reter o calor do dia e se tornar um ambiente aconchegante.

Um equívoco comum, mesmo para os friorentos, é adotar soluções contra o frio que venham a prejudicar o conforto térmico durante as épocas mais quentes do ano. A designer de ambientes Edwiges Cavalieri lembra que, num país tropical como o Brasil, algumas medidas para aplacar o inverno tornam o imóvel muito abafado no verão.

“Usar papéis de paredes ou cores mais escuras no ambiente são soluções que até ajudam a manter o calor dentro de casa, mas elas podem se tornar vilãs durante as estações mais quentes caso o local não conte com boa ventilação”, exemplifica.

Por isso, ela recomenda investir em outros elementos de decoração, como tapetes, sofás ou uma cortina mais pesada para o frio, que pode ser feita de linho ou seda rústica. Por serem materiais robustos, eles mantêm a temperatura agradável se a cortina for fechada quando o sol estiver se pondo.

Já a arquiteta Eliane Canhoto, coordenadora do curso de design de interiores do Centro de Educação Profissional de Design, Artes e Profissões, sugere o uso de madeiras em lugares onde seriam colocados porcelanatos. “É fundamental ainda estar atento ao lado da casa que estará exposto ao sol, e pensar também em revestimentos para os ambientes. Outra alternativa que está bastante em evidência são os pisos com aquecimento elétrico, que podem ser ligados conforme a conveniência”, destaca.

Ambas as especialistas também indicam aquecedores e lareiras portáteis, sejam eles elétricos, a gás ou a álcool. Alguns modelos trazem um visual bastante agradável e podem ser embutidos em móveis, virando uma peça interessante na decoração.

Finalmente, é preciso estar atento às esquadrias de portas e janelas, para evitar que o vento invada o local e resfrie o ambiente. Por isso, elas recomendam o uso de vidros duplos, caixilhos reforçados e esquadrias de alumínio ou de PVC, que são mais eficazes.

“Já se você quiser evitar grandes gastos ou reformas para substituir esses itens, é possível fazer uma vedação do local com borracha ou feltro, que ajudará a manter o frio na parte externa”, acrescenta Edwiges.

Segurança

Muros de 8 metros são construídos na Máxima com o objetivo de inibir arremessos de drogas

A construção foi iniciada após um homem de 35 anos morrer em confronto com o Batalhão de Choque, após ser pego arremessando drogas para dentro do presídio.

21/05/2024 17h22

Mutos de 8 metrosd estão sendo intalados para inibir arremessos de drogas e celulares no presídio de segurança máxima.

Mutos de 8 metrosd estão sendo intalados para inibir arremessos de drogas e celulares no presídio de segurança máxima. Fotos: Gerson Oliveira

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Um muro de aproximadamente 8 metros está sendo erguido na área de convivência dos internos do Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande, localizado no Jardim Noroeste, em Campo Grande. A medida tem como objetivo inibir a prática de arremesso de aparelhos celulares e drogas para dentro do estabelecimento penal, seja por meio de drones ou outras formas.

De acordo com o diretor-presidente da Agepen, Rodrigo Maiorchini, dois muros, um de 8 metros e outro de 4 metros, estão sendo construídos em dois pavilhões. Ambos serão cobertos por uma tela na tentativa de dificultar o arremesso de entorpecentes e eletrônicos. 

A construção dos muros deve custar R$240 mil reais, custeados com o dinheiro do Estado. 

Questionado, o diretor-presidente da Agepen afirmou que a construção dos muros não tem nenhum envolvimento com a morte de Milton Cezar Santos de Souza, de 35 anos, conhecido como Cezinha, que foi morto após ser pego em flagrante arremessando celulares para dentro do presídio de segurança máxima.

“O que aconteceu no final de semana foi um caso isolado e que não tem nenhum envolvido com crime organizado. A construção desses muros já estava no planejamento da Agepen. Temos exemplos nos presídios de Ivinhema, Caracol, Bataguassu, São Gabriel e Naviraí e já possuem esses muros há anos e não tiveram nenhum registro até hoje”, relatou.  

Diretor- presidente da Agepen, Rodrigo MarchionniDiretor-presidente da Agepen, Rodrigo Marchionni/ Fotos: Gerson Oliveira 


Medidas para inibir entrada de drogas

Ainda durante a coletiva na tarde de hoje, Maiorchini explicou que vistorias estão sendo realizadas periodicamente, como as operações de pente-fino, quando há um empenho maior dos agentes na busca de drogas e outros objetos dentro das celas.

Questionado sobre o que está sendo feito para inibir a entrada de celulares no presídio, Maiorchini disse que sistemas de raio-x e bodyscan, que conseguem ver dentro do corpo das pessoas, são tecnologias implantadas recentemente e que têm trazido bons resultados.

Fotos: Gerson Oliveira 

 
Morte após arremesso de celulares 

Na madrugada de domingo, Milton Cezar Santos de Souza, 35 anos, foi morto pelos policiais do Batalhão de Choque após ser abordado na Rua Adventor Divino de Almeida, no bairro Jardim Noroeste.

Conforme informações da polícia,  o suspeito seguia a pé, quando houve troca de tiros com os policiais do Batalhão de Choque. Em tentativa de abordagem, houve troca de tiros e o suspeito foi atingido. 

Ao ser atingido por tiros, foi socorrido pelos policiais e encaminhado até a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Nova Bahia, mas não resistiu aos ferimentos, morrendo no local. 

Conforme informações policiais, Milton Cezar, mais conhecido como CEzinha, é acusado de estuprar e matar uma mulher em junho de 2022.   

Medidas de segurança

A tecnologia será forte aliada da Agepen, para aumentar a segurança no estabelecimento penal, entre elas estão a instalação de câmeras com sensor de movimento que pode auxiliar os agentes a impedir eventuais tentativas de fuga. 

Outro ponto apontado foi a utilização de bloqueadores de sinal, que acabou não conseguindo ser totalmente eficaz. A Agepen informou que no presídio existem "pontos sombra" locais em que o sinal não é bloqueado. Além disso, como a Máxima fica próxima à vizinhança, o bloqueador interfere no sinal dos populares.

"Estamos comprometidos em garantir um sistema penitenciário mais controlado, reduzindo a influência da criminalidade e protegendo a sociedade", afirma o diretor-presidente da Agepen, Rodrigo Rossi Maiorchini e completou:

"A meta é erradicar a comunicação ilegal em presídios, diminuindo os riscos associados à atividade criminosa organizada dentro e fora das prisões".

 


 

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Número de mortes por Gripe tipo A quintuplicou neste ano em Campo Grande

Capital já soma 16 óbitos; vacinas estão disponíveis para todos com mais de 6 meses de idade

21/05/2024 16h15

Divulgação: Prefeitura de Campo Grande

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Desde o início do ano, 16 pessoas morreram em decorrência da Influenza A em Campo Grande, número mais de cinco vezes maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, quando três pessoas haviam morrido por causa da doença.

Além disso, o monitoramento realizado pelo Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde (CIEVS-Sesau) mostrou ainda que o número de casos confirmados de Influenza A triplicou em Campo Grande, também em comparação com o mesmo período do ano passado.

Em 2024, já foram notificados 162 casos, contra 51 registrados em 2023.

Quanto aos óbitos, a maioria (10) foi de idosos acima de 60 anos, que fazem parte do público prioritário para a vacinação. Na sequência, estão pessoas dos 50 aos 59 anos. Confira o levantamento:

No dia 30 de abril, a Sesau decretou situação de emergência por conta do aumento de casos de síndrome respiratória que acarretou superlotação nas Upas e Hospitais da Capital.

Já em 1º de maio, a pasta anunciou que a vacina seria ampliada para toda a população - com mais de 6 meses de vida. Desde então, a vacina está sendo oferecida nas unidades de saúde de Campo Grande. A dose protege contra três tipos de vírus influenza: A – H1N1 e H3N2; e influenza B – linhagem Victoria.

A relação de unidades, endereços e horários para vacinação podem ser consultadas no site da Sesau (confira aqui).

Óbitos por síndromes gripais chegam a 101 na Capital

Segundo a Sesau, o tempo seco e as temperaturas mais baixas são a combinação ideal para o aumento das doenças respiratórias e síndromes gripais, que podem afetar todas as idades, principalmente crianças e idosos que têm o sistema imunológico mais suscetível.

Este ano, 101 óbitos foram registrados por síndrome respiratória aguda grave (SRAG), dessas mortes, quase metade das vítimas (49) tinha 70 anos ou mais.

Como as pessoas também têm o hábito de passar mais tempo em ambientes fechados e com pouca ventilação, o contágio é facilitado.

Sintomas

Os vírus da influenza causam infecções no trato respiratório humano. existem quatro tipos da influenza: A, B, C e D.

Para os humanos, os dois tipos que mais impactam a saúde são o A e o B. Os de tipo A são os conhecidos por causar emergências de saúde pública, como no caso da pandemia de 2009 (causada pelo vírus H1N1 da influenza A). Os vírus da influenza A são divididos em subtipos, com base em duas proteínas presentes nas superfícies do agente infeccioso: a hemaglutinina (H) e neuraminidase (N). Daí deriva sua classificação específica, como H1N1 e H3N2, por exemplo.

De modo geral, os sintomas começam a se manifestar entre o primeiro e o quarto dia da infecção e os mais comuns são:

  • Febre;
  • Calafrios;
  • Tosse;
  • Dor de garganta;
  • Nariz escorrendo ou entupido;
  • Dor muscular e/ou corporais;
  • Dor de cabeça;
  • Fadiga (cansaço);
  • Vômito e diarreia, mais comum no público infantil.

A maioria das pessoas se recupera em menos de duas semanas, mas alguns indivíduos podem apresentar complicações, como Pneumonia.

Prevenção

A gripe por influenza A pode ser prevenida através da vacinação. Os imunizantes disponibilizados pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI) são compostos a partir de RDC da Anvisa, que avalia as cepas em circulação dos tipos A e B da influenza nas temporadas de circulação do vírus.

Outras medidas não-farmacológicas colaboram para a não infecção, como lavar as mãos com frequência, utilizar máscaras e priorizar ambientes com circulação do ar.

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