Cidades

FUTURO

Convergência e conteúdo transformador mantêm Correio do Estado na vanguarda

Convergência de mídias é o caminho para difundir conteúdo do Correio do Estado, que há 70 anos forma opinião e influencia a sociedade

Continue lendo...

A credibilidade é um atributo que contribui para que um veículo de comunicação tenha vida longa, e o motivo é fácil de ser explicado: o ser humano tende a criar uma relação de confiança com suas fontes de informação e de estudos, independentemente da maneira que elas são entregues.

Ou seja: a credibilidade que faz com que o Correio do Estado complete 70 anos de existência é a mesma que oferece as condições e dá a perspectiva para os anos que virão. 

O contexto de ganho de credibilidade do Correio do Estado, o veículo de comunicação em atividade há mais tempo em Mato Grosso do Sul e, certamente, um dos que circulam ininterruptamente há mais tempo no Brasil, dá o tom sobre o futuro a ser trilhado.

A inovação, um dos elementos que sempre contribuiu para que o jornal tivesse esta relação de fidelidade e confiança com seu público, continua presente, e o caminho é a convergência de mídias e conteúdo.

O jornal, que surgiu há 70 anos, no dia 7 de fevereiro de 1954, com o propósito de ser um dos principais veículos de comunicação de Campo Grande, completa sete décadas de existência com uma presença consolidada na internet, com o Portal Correio do Estado figurando entre os mais acessados pelas classes A, B e C, conforme levantamento do Instituto de Pesquisa Resultado, e entre os veículos que mais exercem influência sobre quem realmente toma decisões em Mato Grosso do Sul. 

Por esses e outros motivos, o Correio do Estado foi escolhido nos últimos anos pela Meta como um dos integrantes do projeto Facebook Accelerator e figura entre os veículos brasileiros de melhores ranqueados no Google, o maior buscador do planeta e que também tem se consolidado como um dos maiores distribuidores de conteúdo do mundo. 

Em 2024, a qualidade do conteúdo importa muito mais do que a forma que a notícia é entregue. O conteúdo deve ser de qualidade, seja na tradicional mídia impressa, seja na internet e sua convergência natural de mídias, escrita e audiovisual, ou mesmo pela iniciativa mais recente do Correio do Estado de distribuir parte de seu conteúdo por locais de grande circulação nas cidades de Campo Grande e Dourados e, futuramente, em mais cidades do interior de Mato Grosso do Sul, por meio de painéis.

Qualidade do conteúdo

O conteúdo que soma no cotidiano de quem consome a informação é essencial no projeto de convergência de mídias visando os próximos anos. As informações devem ter impacto, não apenas no indivíduo que a consome, mas também em toda a sociedade. 

O Correio do Estado se notabilizou por dar informações importantes para Mato Grosso do Sul em primeira mão, como já faz há sete décadas. Nesta década, por exemplo, anunciou antes mesmo da Suzano que o investimento em Ribas do Rio Pardo seria o maior de Mato Grosso do Sul. 

Sobre antecipar investimentos em primeira mão, o mesmo foi feito em relação a outros megainvestimentos em celulose, como os da chilena Arauco.

O Correio do Estado também esteve na vanguarda ao mostrar, bem antes de qualquer outro veículo de comunicação de Mato Grosso do Sul, que as obras da fábrica de fertilizantes UFN3, da Petrobras, seria retomada. 

E também tem se notabilizado em suas reportagens analíticas, conforme referência dada pelo Google, sobre o comportamento do mercado local. Em uma delas, analisamos o desempenho de nossas exportações no ano passado, mostrando que o Estado não é apenas mais um dos “celeiros” do mundo, mas também um “supermercado” do planeta.

 

Assine o Correio do Estado

BRIGA

Discussão em bairro de Campo Grande termina com mulher esfaqueada

Vítima foi encaminhada para Santa Casa e apresentava lesões na parte superior da cabeça, orelha e bochecha

15/08/2026 15h30

Caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário da Cepol

Caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário da Cepol Divulgação/PCMS

Continue Lendo...

Uma discussão entre duas mulheres, na manhã deste sábado (15), por volta das 9h30, no bairro Vila Manoel Taveira, em Campo Grande, terminou com uma esfaqueada e a outra presa. A vítima teve um corte na região superior da cabeça e foi encaminhada para Santa Casa.

De acordo com os relatos colhidos no local, o fato começou com uma discussão em outro ponto do bairro. Em certo momento, as duas passaram a trocar golpes pela rua, ocasião em que a autora, de 43 anos, teria utilizado uma faca para atingir a outra, de 46.

Após ser ferida, a vítima se dirigiu até uma padaria nas proximidades, onde permaneceu aguardando atendimento médico. Aos policiais da 5ª Companhia Independente da Polícia Mílitar (CIPM), ela informou o sentido por onde a autora teria fugido. Diante disso, a equipe realizou rondas nas imediações e localizou a suspeita.

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima apresentava corte na região superior da cabeça, outro ferimento próximo à orelha e uma lesão na bochecha. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) realizou o atendimento e encaminhou a mulher à Santa Casa de Campo Grande.

A Polícia Militar isolou o local para poder realizar os trabalhos periciais. Uma faca de aproximadamente 20 centímetros foi apreendida, mas os policiais não confirmaram se o objeto foi utilizado como arma do crime.

A conduzida foi presa e encaminhada a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário da Cepol. A vítima permaneceu sob atendimento médico na Santa Casa. O caso foi registrado como tentativa de homicídio.

 

BOLETIM EPIDEMIOLÓGICO

Dourados tem mais de 5 mil casos confirmados de chikungunya em 2026

Mato Grosso do Sul já registrou 30 mortes causadas pelo vírus da picada dos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus

15/08/2026 14h15

A prefeitura do município está realizando mutirões para erradicar focos do mosquito causador da coença

A prefeitura do município está realizando mutirões para erradicar focos do mosquito causador da coença Divulgação/Prefeitura de Dourados

Continue Lendo...

O último boletim epidemiológico, publicado pela Secretaria de Estado de Saúde, revelou que Mato Grosso do Sul chegou a 30 óbitos por chikungunya em 2026. Este já é o ano com mais mortes causadas pelo vírus e é quase o dobro de 2025, quando teve 17 vítimas. Dourados é disparado o município com maior número de casos da doença, com 5.146 registros. Este numeral é 8 vezes maior que os registros em Fátima do Sul, o qual ocupa a segunda posição no ranking com 639 confirmados.

Em Mato Grosso do Sul são 12.520 casos prováveis, sendo que 9.961 foram confirmados. O levantamento é referente à 31ª semana epidemiológica.

Os municípios que tiveram mortes causadas pelo vírus da arbovirose são: Dourados (18), Bonito (2), Jardim (2), Fátima do Sul (1), Douradina (1), Guia Lopes da Laguna (1), Itaporã (1), Ponta Porã (2), Nioaque (1) e Corumbá (1). Um óbito permanece em investigação. O boletim também registra 114 casos confirmados da doença em gestantes.

Em Corumbá, uma mulher de 62 anos morreu no dia 28 de julho. Este foi o último registro de morte pela arbovirose em MS. No boletim epidemiológico consta que a vítima tinha hipertensão arterial sistêmica (HAS). Apesar do município fronteiriço estar em terceiro no ranking de cidades com mais casos confirmados (542), este foi o único óbito, asssim como Fátima do Sul, que também teve apenas um e está na segunda posição. 

O Estado bateu o recorde de mortes em 2026. Na série histórica, com os casos contabilizados desde 2015, o segundo período que mais teve óbitos por chikungunya foi em 2025, quando 17 pessoas morreram devido à doença.

A SES orienta que, em caso de sintomas de dengue ou chikungunya, a pessoa deve procurar uma unidade de saúde e evitar a automedicação. A população também deve eliminar recipientes que possam acumular água e servir de criadouro para o mosquito Aedes aegypti.

Dengue

Em relação à dengue, o Estado contabiliza 4.551 casos prováveis, sendo 1.933 confirmados. Em 2026, foi confirmado um óbito pela doença, de um morador de Bonito, e um está em investigação.

Nos últimos 14 dias, Inocência, Santa Rita do Pardo, Sidrolândia, Amambai, Jardim, Itaporã, Paranhos, Maracaju, Nova Alvorada do Sul e Bataguassu registraram baixa incidência de casos confirmados de dengue.

Vacinação

Mato Grosso do Sul recebeu 241.030 doses da vacina contra a dengue e registra 223.322 doses aplicadas. Desse total, 201.349 foram administradas na população-alvo.

O esquema vacinal é composto por duas doses, com intervalo de três meses entre elas. A vacinação é recomendada para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, 11 meses e 29 dias, faixa etária que concentra o maior número de hospitalizações por dengue entre pessoas de 6 a 16 anos.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).