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Criminoso ameaçou mutilar jovem de 25 anos sequestrada em Campo Grande

Após ter sido espancada no cativeiro com chutes e coronhadas, a vítima foi solta no bairro Moreninhas. A polícia prendeu um homem de 34 anos em posse do celular usado para pedir o resgate

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Um homem, identificado como R.S.F., de 34 anos, foi preso pelo sequestro de uma jovem de 25 anos, que relatou ter sido espancada e sofrido ameaças de ter o corpo mutilado durante um sequestro ocorrido na tarde de sábado (25), em Campo Grande.

A polícia recebeu a denúncia de que a mulher havia sido sequestrada e que o marido dela, também de 25 anos, recebia ameaças por telefone para realizar o pagamento do resgate.

Imediatamente, agentes da Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco, Assaltos e Sequestros (Garras) iniciaram diligências. Com a movimentação policial e o cerco fechando, a vítima foi liberada no bairro Moreninhas.

Após o resgate, ela contou que sofreu violência psicológica e física no cativeiro: levou chutes, coronhadas, era constantemente ameaçada de morte e chegou a ouvir ameaças de que teria o corpo mutilado.

A inteligência da polícia, com base nas informações recebidas, conseguiu localizar R.S.F., que estava com o celular utilizado para ameaçar o companheiro da vítima e exigir o pagamento do resgate. A casa usada como cativeiro foi localizada e passou por perícia, mas sua localização não foi divulgada.

Os agentes acreditam na participação de Gerson Palermo integrante de facção criminosa no sequestro, o pai da jovem,conhecido por ter sido pivô da "queda" do desembargador do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), Divoncir Schreiner Maran.

O homem de 34 anos foi preso em flagrante e vai responder pelos crimes de extorsão mediante sequestro, posse de arma de fogo de uso restrito e ameaça.

Durante a prisão, a polícia apreendeu armas de fogo, aparelhos celulares e o carro utilizado para sequestrar a jovem. O resgate não chegou a ser pago.

A ação contou com o apoio da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA).

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Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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