Cidades

Operação Omertà

Deputado é condenado a 8 anos de prisão por lavagem de dinheiro

Jamilson Name foi alvo de operação do Ministério Público Estadual em dezembro de 2021, apontado como líder do esquema de jogo do bicho

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Mais três investigados pela Operação Omertà foram condenados na última quinta-feira (20), dentre eles o deputado estadual Jamilson Name (PSDB), que foi sentenciado a 8 anos de prisão.

As recentes condenações foram de alvos da 6ª fase da operação, deflagrada pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) em dezembro de 2020. Ela foi batizada de "Arca de Noé", e tinha como alvo uma organização criminosa responsável pela exploração do jogo do bicho e lavagem de dinheiro, feita através da empresa Pantanal Cap.

Jamilson Name foi apontado como líder da organização, cuidando especialmente da parte financeira. Ele seria o idealizador das atividades da empresa, e começou a ter ainda mais destaque e autonomia após a prisão do pai, Jamil Name, que morreu em 2021 vítima da Covid-19 no presídio de Mossoró (RN), e do irmão, Jamil Name Filho*.

Além do parlamentar, uma mulher, apontada como gerente do jogo do bicho, também foi condenada, e deverá cumprir 8 anos de prisão; o terceiro condenado teve pena estabelecida em 7 anos e 6 meses.

Foi definida ainda a perda de metade dos valores bloqueados, que superavam R$ 18 milhões.

"A condenação serve como grande marco na justiça local, reafirmando o compromisso do GAECO/MPMS no combate às organizações criminosas e na defesa da sociedade", diz nota divulgada pelo MPMS.

Arca de Noé

A 6ª fase da operação Omertà foi desencadeada no dia 2 de dezembro de 2020, quando foram cumpridos 13 mandados de prisão e 17 de busca e apreensão, além do bloqueio de R$ 18 milhões da Pantanal Cap.  

Além do deputado Jamilson Name, outras 15 pessoas viraram réus: Jamil Name, Jamil Name Filho, Darlene Luiza Borges, Agustinho Barbosa Gomes, Cícero Balbino, Cláudio Rosa de Moraes, José Ney Martins, Leonir Pereira de Souza, Marcilene de Lima Ferreira, Paulo Sérgio Paes de Lira, Patrícia Pereira Lira, Raimundo Nery de Oliveira, Renato Lima Fontalva, Ricardo Alexanfre Cáceres Gonçalves e Tatiana Freitas.

*Jamilzinho inocentado

Jamil Name Filho, o Jamilzinho, também era alvo da Arca de Noé, mas foi inocentado pela 1ª Vara Criminal de Campo Grande.

Ele já soma cinco condenações provenientes de inquéritos da Operação Omertà, que somadas chegam a penas de 69 anos de prisão. O ex-empresário foi apontado pelo MPMS como chefe de uma milícia armada que realizou diversas execuções ao longo dos anos.

Em dezembro de 2020 ele foi condenado a quatro anos e seis meses de prisão acusado de ser proprietário de um arsenal de 26 armas apreendidas durante investigação para esclarecer a morte de Matheus Xavier, morto por engano no lugar do pai.. 

O armamento estava num imóvel residencial no bairro São Bento, na região central de Campo Grande, que pertencia à família Name. E justamente por conta desta casa é que Jamil Name Filho foi condenado a outros 12 anos e oito meses anos de prisão, no final de junho de 2022.

Conforme a denúncia do Ministério Público, o imóvel havia sido tomado à força de um casal que havia pego um empréstimo de R$ 80 mil da família Name. Como o casal não conseguiu quitar o empréstimo e os juros, foi forçado, sob ameaça de espancamento com tacos de basebol e sob mira de arma de fogo, a repassar a casa para Jamilzinho.

A terceira condenação de Jamil Name Filho, de seis anos de prisão, veio no final de julho de 2023, por envolvimento em organização criminosa, já que foi evidenciado que ele tinha a seu serviço um pequeno batalhão de pistoleiros para executarem uma série de crimes. 

As condenações mais recentes saíram no ano passado. Em agosto, foi condenado a sete anos e meio de prisão e 120 dias multa, em regime fechado pelo envolvimento com milícia armada ligada à exploração do jogo do bicho e do crime de obstrução de justiça. Ele teve a maior pena dentre os julgados na ocasião por ser dono do apartamento de onde foram retiradas as provas.

Em setembro, foi condenado a 15 anos de prisão pela execução de Marcel Hernandes Colombo, conhecido como o Playboy da Mansão, morto no dia 18 de outubro de 2018.

Bem-Estar

Campo Grande deve receber unidade de mega academia

Unidade ainda não teve endereço confirmado oficialmente, mas um dos locais cotados fica onde funcionava o antigo Hipermercado Extra

03/08/2026 17h28

Futuro centro de treinamento

Futuro centro de treinamento reprodução: projeto/render

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Com uma academia a cada esquina, Campo Grande vai ganhar mais um mega empreendimento do ramo. Nos últimos anos, o mercado fitness tem crescido na Capital e já tem gente brincando que as academias estão entrando na mesma disputa das farmácias: basta abrir uma rua para aparecer mais uma.

Uma nova mega academia deve entrar nesse cenário. A unidade, que ainda não teve o endereço confirmado oficialmente, será construída do zero e promete uma estrutura de alto padrão, com equipamentos modernos, funcionamento 24 horas, estacionamento e espaços voltados tanto para atletas quanto para quem busca melhorar a qualidade de vida.

O Correio do Estado apurou que um dos possíveis locais para receber o empreendimento é o terreno onde funcionava o antigo Hipermercado Extra, na Rua Maracaju. O prédio que existia no endereço foi demolido em abril e atualmente o espaço se transformou em um grande canteiro de obras.

A confirmação oficial do endereço e do cronograma de implantação ainda não foi divulgada pela empresa responsável pelo projeto.

A nova operação faz parte da expansão de uma marca já conhecida no segmento de treinamento de alta performance em outras cidades brasileiras. A proposta é trazer para Campo Grande um modelo diferente das academias tradicionais, com foco em estrutura, comunidade e experiência para os frequentadores.

Diferentemente de outras unidades, o projeto da Capital será construído desde o início, permitindo uma estrutura planejada especialmente para o funcionamento da academia. A expectativa é que a obra tenha um prazo maior justamente pela complexidade da implantação.

A escolha de Campo Grande acompanha um movimento de crescimento do setor fitness na cidade, que tem recebido novos empreendimentos voltados ao público que busca desde treinos convencionais até espaços mais especializados.

Sorte

Mega-Sena acumula em R$ 135 milhões; apostas podem ser feitas até amanhã

Aposta simples custa R$ 6 e pode ser feita em lotéricas ou pela internet

03/08/2026 16h45

Divulgação

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Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 3.039 da Mega-Sena, sorteado neste domingo (2), e o prêmio principal acumulou para R$ 135 milhões.

As dezenas sorteadas foram: 14 - 16 - 21 - 39 - 53 - 58.

O próximo sorteio acontece nesta terça-feira (4). Em Mato Grosso do Sul, as apostas podem ser feitas até as 18h (horário de MS) nas casas lotéricas credenciadas pela Caixa Econômica Federal. Também é possível apostar pela internet, no portal ou aplicativo Loterias Caixa.

A aposta simples, com seis dezenas, custa R$ 6.

Além do prêmio principal, o último concurso premiou 86 apostas que acertaram cinco dezenas, com prêmio de R$ 45.932,28 cada. Outras 6.332 apostas fizeram a quadra e receberão R$ 1.028,31.

Como apostar

Os jogos podem ser registrados em qualquer lotérica credenciada ou pelos canais digitais da Caixa. Para apostar pela internet, é necessário ser maior de 18 anos, realizar cadastro na plataforma e respeitar o valor mínimo exigido para compras online.

 

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