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AMBIENTE

Descubra como deixar o hall da sua casa cheio de estilo

Descubra como deixar o hall da sua casa cheio de estilo

msn

14/05/2012 - 00h00
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O hall é o primeiro ambiente que as pessoas têm acesso em uma casa, por isso pode e deve ter uma decoração de destaque. Quando bem trabalhado, o espaço deixa a entrada da casa suntuosa, aconchegante e cheia de estilo.

Confira cinco dicas imprescindíveis para você acertar na hora de usar a criatividade para deixar seu hall mais atraente:

1- Se o espaço for pequeno, não exagere. Use poucas peças para dar amplitude. Os espelhos e a iluminação conseguem bons efeitos de dimensão.

2- Valorize a parede. Papel, tecido e textura de bom gosto podem causar um impacto surpreendente. “Uma excelente ideia é inserir quadros de obras de arte nas paredes, para um toque sutil e, ao mesmo tempo, grandioso”, sugere a designer de interiores Iara Santos.

3- Pense na limpeza. Como o hall é uma área de transição da casa para a rua, é um ambiente que acumula poeira. Vale investir em pisos e objetos fáceis de limpar.

4- Vasos são ótimas opções para compor o ambiente. Para os supersticiosos que querem afastar energias ruins, os vasos podem ser usados para colocar sal grosso sem que ninguém perceba.

5- Brinque com as opções de decoração. Em halls grandes é possível deixar a imaginação fluir ainda mais. Cadeiras, sofás, aparadores, velas, cestos, esculturas, quadros e livros podem incrementar o ambiente. Muitas vezes, uma peça deslumbrante e original pode ser suficiente para a transformação. “Vale caprichar nos detalhes, para maior requinte e sofisticação”, diz Iara. 

Chikungunya

Cidade de MS revoga decreto de calamidade na saúde pública

Dourados registra redução nas notificações, internações e focos do mosquito, porém autoridades alertam que combate ao Aedes aegypti continua para evitar nova escalada da doença

27/05/2026 16h34

Foto: Divulgação / Prefeitura de Dourados

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A Prefeitura de Dourados revogou o decreto de calamidade em saúde pública decretado durante o avanço da epidemia de Chikungunya no município.

A revogação da calamidade em saúde pública representa o encerramento oficial de uma medida emergencial adotada pelo poder público diante da crise sanitária, indicando que o cenário epidemiológico voltou a apresentar estabilidade e controle administrativo.

A medida foi oficializada nesta quarta-feira (27) pelo prefeito Marçal Filho, após a redução sustentada no número de notificações da doença, internações e focos do mosquito Aedes aegypti registrados nas últimas semanas.

A decisão foi publicada por meio do Decreto nº 690, que revoga o Decreto nº 638, editado em 20 de abril de 2026, quando o município enfrentava o período mais crítico da epidemia.

Apesar do fim da calamidade pública, o decreto de emergência em saúde pública, instituído em março deste ano, permanece em vigor.

Segundo a prefeitura, a revogação ocorreu após avaliação técnica do Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE), força-tarefa criada para coordenar o enfrentamento da doença tanto na Reserva Indígena quanto na área urbana de Dourados.

Em reunião realizada no último dia 21 de maio, os integrantes do COE concluíram que o cenário epidemiológico atual já não justificava a manutenção da calamidade pública.

O grupo reúne representantes do Ministério da Saúde, Secretaria Estadual de Saúde, Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei), Conselho Municipal de Saúde e órgãos das Defesas Civis municipal, estadual e federal.

Internações caem mais da metade

Os números mais recentes do informe epidemiológico apontam queda significativa na ocupação de leitos hospitalares por complicações da Chikungunya.

No auge da crise sanitária, Dourados chegou a registrar 58 pessoas internadas simultaneamente. Atualmente, o número caiu para 24 pacientes hospitalizados.

Desse total, um paciente está internado no Hospital Indígena Porta da Esperança (Missão Caiuá), 17 no Hospital Universitário da UFGD, um no Hospital Regional, um no Hospital Unimed e quatro no Hospital Evangélico Mackenzie.

A redução das internações acompanha a desaceleração da curva epidemiológica observada nas últimas semanas pela Secretaria Municipal de Saúde.

Epidemia atingiu pico com mais de 1,2 mil notificações em uma semana

Os dados da curva epidemiológica mostram a dimensão da epidemia enfrentada pelo município ao longo dos últimos meses. O monitoramento começou na Semana Epidemiológica 1, quando foram registradas 19 notificações da doença.

A partir da Semana Epidemiológica 8, os números começaram a disparar, passando de 143 notificações para 217 na semana seguinte e chegando a 358 registros na Semana 10.

O pior momento da epidemia ocorreu na Semana Epidemiológica 12, quando Dourados contabilizou 1.207 notificações de Chikungunya em apenas sete dias. Mesmo após uma breve redução, os números permaneceram elevados por semanas consecutivas.

Na Semana 14, o município voltou a registrar alta, com 1.151 notificações. Já na Semana 15 foram contabilizados 1.068 casos suspeitos da doença.

A queda mais consistente começou a ser observada a partir da Semana Epidemiológica 16, quando os registros recuaram para 852 notificações.

Desde então, os números seguem em tendência de redução: 621 casos na Semana 17, 681 na Semana 18, 399 na Semana 19 e 240 notificações na Semana Epidemiológica 20.

Conforme o COE, os dados parciais da Semana Epidemiológica 21 também apontam continuidade da redução de casos.

Saúde alerta população para manter prevenção

Apesar da melhora nos indicadores, as autoridades de saúde afirmam que o cenário ainda exige atenção da população, principalmente no combate aos criadouros do mosquito transmissor.

O secretário municipal de Saúde e coordenador-geral do COE, Márcio Figueiredo, alertou que os focos do Aedes aegypti também apresentaram queda nas últimas semanas, mas destacou que a participação da população continua sendo fundamental para impedir uma nova explosão de casos.

Balanço

PF apreende documentos, computadores e celulares em institutos de previdência ligado ao Master

Operações ocorreram em Fátima do Sul e Angélica

27/05/2026 16h00

Foto: Divulgação

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A Polícia Federal apreendeu computadores, celulares, HDs, pendrives, documentos e armas durante as operações Zehut e Charitzut, deflagradas nesta quarta-feira (27), em Mato Grosso do Sul e São Paulo, para investigar suspeitas de irregularidades em investimentos milionários de institutos previdenciários municipais no Banco Master.

Segundo o balanço inicial da operação, foram apreendidos seis celulares, seis computadores, quatro HDs, dois pendrives e uma pasta com atas de reuniões relacionadas ao Banco Master durante a Operação Zehut. Já na Operação Charitzut, outros sete celulares foram recolhidos pelos agentes.

A Polícia Federal informou ainda que todos os alvos foram localizados nos endereços previstos pelos mandados. Houve cumprimento de medidas tanto no instituto de previdência de Angélica quanto no IpreFSul, em Fátima do Sul.

Polícia também apreendeu uma arma de fogo com munições legais. Armas ilegais foram encaminhadas à Polícia Civil para lavratura de flagrante contra os responsáveis pela posse.

Conforme a investigação, somente após a perícia e análise dos equipamentos eletrônicos será possível dimensionar o tamanho da suposta fraude envolvendo o Banco Master e as administradoras dos institutos de previdência investigados.

As operações foram realizadas simultaneamente em Angélica, Fátima do Sul e São Paulo. Ao todo, foram  autorizados dez mandados de busca e apreensão, distribuídos entre sete em Angélica, um em Fátima do Sul e dois na capital paulista.

A investigação apura aplicações financeiras feitas por regimes próprios de previdência municipal em letras financeiras do Banco Master ainda em 2024. As operações receberam os nomes Zehut e Charitzut, referências a princípios hebraicos ligados à diligência e prudência na administração de recursos públicos.

Além das buscas, a Justiça determinou medidas cautelares, incluindo o afastamento de alguns investigados de funções públicas.

Rombo milionário

A suspeita gira em torno de quase R$ 10 milhões investidos por institutos previdenciários sul-mato-grossenses no Banco Master, instituição que entrou em liquidação extrajudicial no ano passado.

Auditorias regionais apontam que o Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Fátima do Sul (IpreFSul) aplicou aproximadamente R$ 7 milhões no banco privado. Já o Instituto de Previdência dos Servidores de Angélica (IPA) investiu cerca de R$ 2 milhões em letras financeiras da instituição.

O caso reacende discussões sobre investimentos realizados por fundos previdenciários municipais em instituições financeiras consideradas de maior risco.

Em Campo Grande, o Instituto Municipal de Previdência (IMPCG) também aplicou cerca de R$ 3,7 milhões no Banco Master durante a gestão de Camilla Nascimento, atual vice-prefeita da Capital.

À época, sindicalistas criticaram a operação financeira e alertaram para os riscos de investir recursos previdenciários em um banco considerado novo no mercado. Mesmo diante das críticas, o IMPCG manteve a aplicação.

Posteriormente, a Prefeitura de Campo Grande autorizou o Banco Master a operar empréstimos consignados para servidores municipais por meio de cartão de crédito consignado. As taxas chegaram a aproximadamente 4,5% ao mês, acima das praticadas por bancos tradicionais, que giravam em torno de 1,7%.

Após os contratos, servidores passaram a relatar aumento nas ofertas de empréstimos e cartões ligados ao produto CredCesta, operado pelo Banco Master.

Durante o lançamento de sua candidatura a vice-prefeita em 2024, Camilla Nascimento foi questionada sobre os investimentos feitos pelo IMPCG no Banco Master e afirmou que todas as decisões tomadas em sua gestão seguiram critérios legais e transparentes.

Além de Angélica, Fátima do Sul e Campo Grande, também surgiram suspeitas envolvendo aplicações feitas por fundos previdenciários de São Gabriel do Oeste, que teriam investido cerca de R$ 3 milhões na instituição financeira.

Após o avanço da crise envolvendo o Banco Master e o empresário Daniel Vorcaro, representantes do IMPCG e vereadores da Capital chegaram a discutir estratégias para tentar recuperar os recursos aplicados.

O atual presidente do instituto, Marcos Tabosa, afirmou anteriormente que o Banco Master estava habilitado pelo Ministério da Previdência e possuía classificação de risco considerada positiva por agências do mercado financeiro.

*Colaborou Leo Ribeiro 

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