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Especialistas dão dicas no último dia de inscrições para o Sisu

Especialistas dão dicas no último dia de inscrições para o Sisu

agência brasil

10/01/2014 - 07h15
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Terminam hoje (10) as inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Os candidatos têm até as 23h59 para fazer a inscrição ou para mudar a opção de curso no site do sistema. Na reta final, especialistas dão dicas de como aproveitar melhor o sistema. É importante escolher um curso com o qual se tenha afinidade para não correr o risco de abandoná-lo. Uma vez que cada candidato pode fazer até duas opções de curso, é preciso usar bem as duas opções, escolhendo o que realmente gostaria de cursar.

"Considerando a experiência do ano passado, nas horas finais os estudantes vão buscar as últimas oportunidades. Muitos chegam a um ponto em que tentam qualquer coisa, já que não estão conseguindo nota suficiente para cursar o que querem. Isso é muito ruim, o estudante vai ocupar uma vaga para daqui a um ou dois semestres abandonar o curso", diz Marcelo Freire, professor de língua portuguesa do curso pré-vestibular Alub, em Brasília. "Aproveitem o momento. São muitas instituições, ainda dá tempo de buscar um curso com o qual se tenha afinidade", aconselha.

Nesta edição, o sistema oferece 171.401 vagas em 4.723 cursos de 115 instituições públicas de educação superior. O Sisu seleciona estudantes com base nas notas obtidas no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2013. Ao longo do período de inscrições, o Ministério da Educação (MEC) divulga a classificação parcial e a nota de corte dos candidatos.

Com base nessas informações, o estudante pode ter uma noção das chances que tem. Aqueles que estão acompanhando as divulgações, que fizeram a inscrição no início do processo, segundo Freire, terão mais segurança para fazer as escolhas finais. No entanto, para quem está entrando nesta sexta-feira no sistema e não quer um curso específico, a dica de Freire é "não tentar o limite do limite, cursos que o estudante perceba que está dentro por muito pouco, pois ele pode ter uma surpresa desagradável".

O professor recomenda a todos os candidatos que valorizem a segunda opção. "Mesmo para aquele que está tranquilo na primeira opção [de acordo com as notas de corte divulgadas até então], recomendo que aproveite a segunda opção. Pode ser que na última atualização surjam notas melhores. Que tal se precaver e não deixar de garantir um curso que se quer?".

O especialista em Enem e presidente de honra do Cursinho Henfil de São Paulo, Mateus Prado, reforça: "A primeira opção deve ser o curso do sonho, já a segunda, um curso com o qual se tenha afinidade e no qual se tenha chance de passar". A primeira opção é a mais importante, lembra, porque caso o candidato não seja selecionado em nenhuma das duas primeiras chamadas ou seja selecionado na segunda opção, poderá participar da lista de espera e, nessa etapa, vale apenas a primeira opção de curso.

Para quem sabe o que quer, Prado diz que é aconselhável manter a opção, mesmo que no limite da nota de corte. "Quem estiver muito próximo da nota de corte pode acreditar que tem chance de continuar concorrendo, principalmente se for um curso com muitas vagas. Alguns estudantes podem ter feito inscrição nesse curso como segunda opção, ou apenas para testar, no caso de treineiros. Se for o curso do sonho, eu aconselho a manter a opção".

Prado também encoraja os estudantes que por acaso não consigam a vaga sonhada neste processo seletivo. É preciso lembrar que haverá a segunda edição do Sisu no próximo semestre, com base também no Enem 2013. "No segundo semestre, geralmente a chance de passar é maior, as notas de corte e o número de concorrentes usualmente são mais baixos".

Segundo o último balanço do MEC, divulgado na noite de ontem (9), o Sisu contabiliza 2,188 milhões de candidatos.

Veja abaixo o cronograma do Sisu 2014:

Eleições 2026

MS terá 3,3 mil agentes de segurança no segundo turno das eleições

Operação mobiliza 584 viaturas e dois helicópteros para atender 1.036 locais de votação; primeiro turno teve oito ocorrências eleitorais no Estado

22/10/2026 14h02

Reprodução/GOVMS

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Mato Grosso do Sul mobilizará 3.348 profissionais de segurança pública neste domingo (25), durante o segundo turno das eleições para a Presidência da República. A operação contará com 584 viaturas e dois helicópteros para reforçar o policiamento nos 1.036 locais de votação do Estado.

A disputa pelo Governo de Mato Grosso do Sul foi definida no primeiro turno, realizado em 4 de outubro. Com isso, os eleitores sul-mato-grossenses voltarão às urnas exclusivamente para escolher o presidente da República.

O efetivo mobilizado pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) será complementar às equipes que já atuam nos plantões e no policiamento de rotina. A operação envolverá as polícias Militar e Civil, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Científica, com foco na prevenção de crimes eleitorais e no atendimento de ocorrências.

O Estado tem 2.024.884 eleitores aptos a votar, distribuídos em 7.272 seções eleitorais e 54 zonas eleitorais. O policiamento será reforçado nos locais de votação, cartórios eleitorais, pontos de totalização dos votos e vias públicas.

PRIMEIRO TURNO

Durante o primeiro turno, foram registradas oito ocorrências relacionadas a crimes eleitorais em Mato Grosso do Sul. Entre os casos estavam violações do sigilo do voto, compra de votos e propaganda eleitoral irregular no dia da votação.

O monitoramento será realizado pelo Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), com participação de representantes das instituições de segurança e órgãos parceiros, como Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Exército e Agência Brasileira de Inteligência.

Remédio Proscrito

PF prende casal e fecha laboratório que produzia emagrecedor proibido

Operação foi desencadeada após apreensão feita pela PRF e objetivo era cumprir mandados de busca, mas um policial aposentado e a esposa foram flagrados no laboratório clandestino

22/10/2026 12h12

Milhares de cápsulas foram encontradas pelos investigadores no laboratório clandestino que funcionava havia anos em Dourados

Milhares de cápsulas foram encontradas pelos investigadores no laboratório clandestino que funcionava havia anos em Dourados

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Duas pessoas foram presas nesta quinta-feira (22) em Dourados acusadas de atuaram num laboratório clandestino que produzia medicamentos à base de clobenzorex, uma substância de uso proibido no Brasil e normalmente utilizada para produção de inibidores de apetite ou para produção de drogas como o chamado rebite, frequentemente usado por caminhoneiros para evitar o sono.

A operação Remédio Proscrito (proibido), que teve apoio da Polícia Militar, foi realizada para cumprir dois mandados de busca e apreensão, mas resultou na prisão em flagrante de um policial militar aposentado, Marcos Roberto da Silva, de 54 anos, e da sua mulher, Valdenice Silveira Goes, de 48 anos, acusados de serem os responsáveis pela manipulação e distribuição dos medicamentos.

O laboratório clandestino funcionava na casa do policial, no Jardim Hilda, na região sul de Dourados. Além de centenas de cápsulas já prontas para consumo, os agentes apreenderam uma série de  insumos e equipamentos usados para produção das pílulas. A estimativa é que havia material para produzir em torno de 15 mil comprimidos, os quais renderiam em torno de R$ 100 mil, acreditam os investigadores. 

Os policiais não informaram se eles também estavam produzindo os chamados rebites, mas as imagens divulgadas pela PF indicam que o policial e a esposa produziam principalmente os emagrecedores. O problema, apontam os investigadores, é que normalmente os compradores não sabem que em sua composição existe a substância proibida que inibe o apetite. 

Conforme a PF, as investigações aconteceram depois de uma apreensão de medicamentos feita pela PRF, contendo clobenzorex, substância de uso proscrito no Brasil, inclusa em lista similar a outros tipos de drogas ilícitas. A suspeita dos policiais é de que o casal detido tivesse apoio de profissionais da saúde para conseguir vender sua a produção.

A substância clobenzorex é permitida em uma série de países para tratamento da obesidade, sendo comercializada com os nomes de Asenlix e Dinintel. Porém, existe o risco de o usuário tornar-se dependente se a dosagem não tiver acompanhamento médico.

Instituições de pesquisa em todo o mundo têm explorado seus potenciais benefícios e riscos, com uma quantidade significativa de pesquisas focadas em sua eficácia e perfil de segurança no tratamento da obesidade. Ao mesmo tempo, outros pesquisadores ainda estudam sua eficácia como estimulante, mas em dosagens adequadas. Embora alguns estudos tenham mostrado resultados promissores, a avaliação contínua de sua segurança a longo prazo e potencial de abuso permanece crucial. No Brasil, porém, o uso da substância segue proibida. 
 

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