Cidades

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Espera e ansiedade marcam abertura da Cidade do Natal

Evento contou com momentos de impaciência e imprevistos de última hora

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Com grande fluxo de pessoas, a reabertura da Cidade do Natal desta quinta-feira (15), nos altos da Afonso Pena, foi cercada de imprevistos e  impaciência da população campo-grandense. 

Os burburinhos e gritos tiveram início por volta das 19h, uma vez que a população já aguardava há 30 minutos a abertura do portão principal, que se abriria  às 18h30. A informação chegou a ser confirmada pela própria Prefeitura Municipal por meio de Adriane Lopes (Patriota). 

Mais cedo, mesmo em meio aos reparos e finalização de obras, a prefeita havia destacado em tour à imprensa que “o espaço seria aberto oficialmente na hora marcada”. 

Do mesmo modo, a impaciência do público se estendia ao passo em que os discursos de abertura do evento se amplificaram, recado assimilado rapidamente pelas autoridades presentes, que trataram de ‘liberar’ a população o quanto antes.

Entre patrocinadores, e organização, Adriane Lopes esteve junto do Deputado Estadual e marido, Lidio Lopes (Patriota), ao passo que o Governo do Estado foi representado por Eduardo Rocha, atual secretário de governo de Azambuja, que assume a Casa Civil na gestão de Riedel, em janeiro de 2023.

Por fim, os portões foram abertos às 19h15, ou seja, 45 minutos após o combinado. Internamente, os últimos reparos nas barracas de comida, bebida e demais áreas eram finalizados quando a população ocupou o espaço.

Ao Correio do Estado, os trabalhadores destacaram que, apesar dos esforços da Prefeitura, “era impossível” dar início às festividades com ‘tudo ok’. 

O projeto de reforma da Cidade Do Natal, previa o início das obras na primeira quinzena de setembro de 2021, com entrega final dentro de oito meses, em maio deste ano. 

Levando em consideração os oitos meses, a obra deveria ter sido entregue em julho de 2022, o que não ocorreu.

Na mesma ‘toada’ dos reparos, no início, parte da compra de comidas e bebidas não era possível ser feita via PIX, possível apenas via cartão de crédito, débito e dinheiro em espécie. Questionados na ocasião, a Prefeitura Municipal disse que eram apenas formalidades, e que tudo seria normalizado o quanto antes.

Vale destacar que apesar da gestão integral da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes de MS (Abrasel-MS), parte dos alimentos comercializados na Cidade do Natal são vendidos por comerciantes autônomos, que viabilizaram o pagamento via Pix desde o início do evento. 

A Cidade do Natal conta com espaço para crianças, roda-gigante, shows e outras atrações. 

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Comidas juninas

Procon aponta variação de até 266% em itens de festa junina em Campo Grande

A pesquisa realizada em 13 supermercados de Campo Grande inclui especiarias juninas a bebidas alcoólicas utilizadas para fazer quentão

08/06/2026 11h20

Divulgação

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Em pesquisa realizada pelo Programa de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon), itens alimentícios de festa junina apresentaram variação de mais de 260% em 13 redes de mercados diferentes de Campo Grande. De amendoim a bebidas para quentão, a recomendação é comparar os preços na hora de montar o cardápio.

A instituição vinculada à Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos (Sead) realizou a pesquisa dos alimentos durante o período de dois dias, em 25 e 26 de maio deste ano. Ao todo, a pesquisa divulga o 803 produtos que foram pesquisados e disponibilizados em uma tabela.

Conforme ánalise, a canela em pó de 10g de determinada marca foi o item que apresentou maior disparidade entre os 13 supermercados, com a variação de 266% nos valores de um estabelecimento para outro. O maior preço em um determinado supermercado foi de R$ 5,49, enquanto no de menor preço o valor era de R$ 1,50.

A busca realizada pelo Procon inclui produtos com gramas, marcas e versões diferentes. A segunda maior variação na categoria de temperos da especiaria canela é a da versão em casca de 10g. Seu menor preço é de R$ 2,75 enquanto o maior possui valor de R$ 5,49, com uma variação de 99,64% entre um supermercado e outro.

Os consumidores também deve voltar a atenção a um dos queridinhos das comidas típicas, o milho verde de bandeja registrou a variação de 73,20% de um estabelecimento para outro, de R$ 7,50 a R$ 12,99. O coco ralado adoçado de 100g também aparece entre as grandes variações no preço, com 116,63% de R$ 4,15 a R$ 6,01.

Já o fubá mimoso de 500g, de seis marcas diferentes pesquisadas algumas não apontaram nenhuma variação de preço de um mercado para outro, enquanto outra teve 100,29% diferença, com menor preço em R$ 3,49 e maior em R$ 6,99.

Outras oscilações que destacam-se são a de amendoim cru de 400g, com 146,43% de mudança nos preços, canjica amarela de 400g, com 118,81%, e canjica branca de 400g, com 100,99% de variação.

Entre as variações nas bebidas alcoólicas, a cachaça de 965ml apresentou a maior variação entre os mercados de 101,37%, com o menor preço em R$ 13,90 e o maior em R$ 27,99 e o vinho tinto suave de 750ml com 85,27%, variando os preços de R$ 15,95 a R$ 29,55.

Aqueles que desejam organizar as compras em base dos valores médios, a tradicional paçoca rolha de 210g aparece com preço médio de R$ 10,38, enquanto as canjicas amarela e branca de 500g estão cerca de R$ 4,33 e R$ 5,54, respectivamente.

O Procon ressalta que os produtos estão sujeitos a alterações e confirmam a necessidade dos consumidores compararem os preços antes de fazer as compras de festas juninas. Além de manter a atenção em prazos de validade e emissão da nota fiscal. A sugestão é que a compra seja feita em comércio local para reduzir custos com deslocamento.

Outros produtos que são utilizados na produção de alimentos típicos da festa como leite, arroz, leite condensado, molhos e temperos podem ser conferidos na Tabela de Pesquisa de Itens para Festa Junina.

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Maracaju (ms)

DOF apreende quase 800 kg de droga em milharal após capotamento

Entorpecente foi avaliado em R$ 1,6 milhão

08/06/2026 11h05

Veículo capotado abarrotado de maconha

Veículo capotado abarrotado de maconha DIVULGAÇÃO/DOF

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Policiais militares do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) apreenderam 785 quilos de maconha, em um milharal, localizado no cruzamento das rodovias BR-267 e MS-164, no distrito de Vista Alegre, município de Maracaju.

O entorpecente estava acondicionado em tabletes no interior de um Chevrolet GM Onix e foi avaliado em R$ 1,6 milhão.

Conforme apurado pela reportagem, os militares fiscalizavam a rodovia, quando deram ordem de parada ao motorista do Onix. Mas, ele desobedeceu e fugiu em alta velocidade sentido a Maracaju.

Os policiais perseguiram o carro e, após alguns quilômetros, localizaram o veículo capotado às margens da rodovia, em uma plantação de milho.

O condutor fugiu a pé e não foi localizado posteriormente pelos policiais. Em vistoria, os policiais flagraram os fardos no porta-malas e bancos traseiro e do passageiro.

O veículo e o entorpecente foram encaminhados à Delegacia da Polícia Civil de Maracaju.

TRÁFICO DE DROGAS

O tráfico de drogas é um problema crescente no Brasil.

Comércio, transporte e armazenamento de cocaína, maconha, crack, LSD e haxixe são proibidos no território brasileiro, de acordo com a Lei nº 11.343/2006.

Mas, mesmo proibidos, ainda ocorrem em larga escala em Mato Grosso do Sul. O Estado é conhecido como um vasto corredor no Brasil, devido à sua extensa fronteira com outros países. Com isso, é uma das principais rotas utilizadas para a entrada de substâncias ilícitas no país. 

O tráfico resulta em diversos crimes direta e indiretamente, como furto, roubo, receptação e homicídios.

Dados divulgados pela Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS) apontam que 4.292,84 kg de cocaína e 258.202 kg de maconha foram apreendidos, entre 1º de janeiro e 8 de junho 2026, em Mato Grosso do Sul

Em 2025, 14.651 quilos de cocaína, 538.750 quilos de maconha e 378 quilos de outras drogas foram apreendidos.

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