Cidades

Ponta Porã

Estrada precária impede crianças de irem para escola

Prefeitura afirma que é impossível transitar com carros pesados nas estradas dos assentamentos

MARESSA MENDONÇA

18/05/2015 - 20h20
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Estudantes que moram no assentamento Itamarati em Ponta Porã – distante 259 km de Campo Grande - ficaram impossibilitados de irem até a escola nesta segunda-feira (18). O problema é a precariedade da estrada que liga os lotes até a instituição de ensino. São tantos buracos, que o motorista do transporte escolar fica impossibilitado de fazer o transporte dos moradores e recomenda a utilização de carros particulares para locomoção.

“O motorista avisou pra gente que não ia passar e nós ficamos desesperados”, relata uma das representantes do Movimento de Mulheres Camponesas e integrante da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de MS (Fetagri), Margarida Oliveira dos Santos. Mãe de dois adolescentes que necessitam do transporte escolar e moradora do assentamento há 16 anos, ela não se lembra de ter passado por essa situação outras vezes. “Não sabemos a quem recorrer”, lamentou.

A reportagem do Portal Correio do Estado entrou em contato com a prefeitura para saber quando o serviço seria restabelecido. Em nota, a assessoria explicou que em dias chuvosos o trânsito fica comprometido naquela região, sendo comum os motoristas trocarem de rota. Mas negaram que nesta segunda-feira (18), o ônibus escolar não tenha passado nos pontos previstos.

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CAMPO GRANDE

Frio leva 170 pessoas a ponto de acolhimento durante fim de semana em Campo Grande

Com temperaturas de até 7°C e sensação térmica negativa, ponto de acolhimento no Parque Ayrton Senna recebeu idosos, migrantes e até pets durante o fim de semana

11/05/2026 10h00

Ponto de acolhimento no Parque Ayrton Senna recebeu dezenas de pessoas em situação de rua durante o fim de semana mais frio do ano em Campo Grande

Ponto de acolhimento no Parque Ayrton Senna recebeu dezenas de pessoas em situação de rua durante o fim de semana mais frio do ano em Campo Grande Divulgação

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A queda brusca das temperaturas em Campo Grande levou ao menos 170 pessoas em situação de rua a procurarem abrigo no ponto de acolhimento montado no Parque Ayrton Senna durante o fim de semana. Somente entre as noites de sábado(9) e domingo (10), o espaço recebeu homens, mulheres, idosos, migrantes e até animais de estimação em meio ao avanço da frente fria sobre Mato Grosso do Sul.

Na primeira noite da ação Inverno Acolhedor, realizada na sábado (9), 90 pessoas passaram pelo local. Segundo balanço da Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania (SAS), foram acolhidos 80 homens e 10 mulheres. Entre eles, cinco idosos e dois migrantes. Quatro cães também receberam atendimento no espaço.

A madrugada foi marcada pela sensação térmica de -3,2°C em algumas regiões da Capital, considerada a mais fria do ano até agora. Além dos acolhidos, outras dez pessoas recusaram atendimento das equipes.

Já no domingo (10), mesmo com temperaturas um pouco mais elevadas, o acolhimento voltou a registrar alta procura. Foram 80 atendimentos, sendo 70 homens e 10 mulheres. O grupo incluía cinco idosos, quatro migrantes e quatro pets. Seis pessoas recusaram o encaminhamento.

O frio intenso veio acompanhado de chuva. Conforme dados meteorológicos, Campo Grande registrou 72,4 milímetros de precipitação entre sexta-feira e sábado, enquanto os termômetros chegaram aos 7°C no domingo.

No ponto de apoio, os acolhidos receberam colchões, cobertores, alimentação e bebidas quentes. Equipes de saúde também fizeram atendimentos médicos no local, enquanto os animais foram assistidos com ração e cobertas.

Após a triagem, parte das pessoas foi encaminhada para unidades de acolhimento da Capital, onde puderam tomar banho, jantar e passar a noite protegidas do frio.

A operação continuará nesta segunda-feira (11), novamente no Parque Ayrton Senna, no Bairro Aero Rancho. O atendimento começa às 18h e contará com apoio de equipes de assistência social, saúde e bem-estar animal.

As equipes costumam ser compostas por educadores sociais e psicólogos, revezando-se em plantões ao longo de toda a semana, com atendimento 24 horas. 

Nas áreas de maior circulação, como na região central, por exemplo, as equipes do Seas atuam tanto através de denúncias quanto por meio das ações de busca ativa. 

Diante de um chamado, os profissionais se dirigem até o local indicado para realizar o atendimento e oferecer acolhimento. 

Em casos de recusa, cabe esclarecer, as equipes seguem com o acompanhamento e retornam aos locais com novas abordagens, o que reforça o vínculo e a oferta de apoio. 

Importante frisar que não é possível levar essas pessoas, mesmo que em situação de rua, à força, uma vez que a decisão de não aceitar o acolhimento é um direito garantido pela Constituição Federal.

Disponíveis 24 horas, o Serviço pode ser acionado através do telefone 156, ou dos números: (67) 99660-6539 e (67) 99660-1469.

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Animal de Estimação

Com consultório móvel, Subea realiza ação de atendimento e conscientização

A ação acontece na Praça do Papa e os atendimentos vão das 8h até às 13h

11/05/2026 09h35

Subea faz ação sobre o bem-estar e cuidado animal

Subea faz ação sobre o bem-estar e cuidado animal Freepik

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A Superintendência do Bem-Estar Animal (Subea) em parceria com a Prefeitura de Campo Grande, deu início à uma nova ação de conscientização sobre os cuidados e bem-estar animal. 

Nesta semana a ação acontece na Praça do Papa, que fica na Av. dos Crisântemo, s/n. Os atendimentos se iniciam às 8h e duram até às 13h. 

Ao todo por dia serão disponibilizadas 30 senhas, distribuídas da seguinte forma: 15 para castração e 15 para atendimento clínico, vacinação antirrábica e vermifugação. A distribuição acontece por ordem de chegada. 

Para se ter acesso aos atendimentos e participar da ação, é necessário alguns documentos como: 

  • Cadastro no CadÚnico atualizado e impresso
  • Documento oficial com foto
  • Comprovante de residência

Com esta iniciativa, a Prefeitura Municipal busca ampliar o acesso sobre bem-estar e o cuidado animal. 

O Correio do Estado entrou em contato com a Prefeitura Municipal para obter mais informações se a ação seguirá para outros bairros da Capital, mas até o momento da publicação desta matéria, não obteve retorno. 

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