Cidades

VANDALISMO

Acampado em QG de Brasília, ex-militar de MS driblou cerco policial e escapou de ser preso

Reconhecido nacionalmente, William Henrique gravou fuga de forças policiais por meio de rede social

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Natural de Dourados, o sul-mato-grossense, William Henrique (29), um dos envolvidos nos atos golpistas e ataques às sedes dos três poderes constitucionais em Brasília (DF), ganhou fama nacional após ser identificado como um dos milhares de presentes na inssurreição deste domingo (8), em Brasília. 

Ex-militar, William conseguiu escapar do cerco policial e por pouco não foi um dos mais de 1,5 mil detidos sob suspeita de terrorismo (até o momento) pelo Ministério da Justiça.

Por meio de suas redes sociais, o sul-mato-grossense destacou o modo como fugiu das investidas policiais de Brasília (DF).

“Fui militar por quatro anos, consegui me safar porque sei que as táticas deles (Exército), bloquearam minhas lives. Consegui escapar, e mais quatro que trouxe comigo”, disse em um dos trechos compartilhados com os seus mais de 37, 3 mil seguidores.

William Henrique confirmou ao Correio do Estado que serviu o exército entre 2012 e 2016.

Durante toda a madrugada desta segunda-feira (9), o sul-mato-grossense destacou o modo de ação da polícia, entretanto, sem saber ao certo se estes estavam contra ou favoráveis aos atos golpistas.

“Decidi tirar meu boné, o pessoal pediu para tirar o meu boné porque segundo eles estaria ‘manjado’”, diz em outro trecho.

Por telefone, o ex-militar disse à reportagem que deve se mudar de Dourados. Questionado, William Henrique disse que estava junto de outras quatro pessoas nos arredores de Brasília, entretanto, não quis confirmar se os demais envolvidos seriam outros nomes de Mato Grosso do Sul. 

“Eu não ataquei nada, não sou terrorista”, disse. Motivado ou não pela enorme repercussão nacional de seu nome, William Henrique declarou que deve se mudar e buscar outro lugar para morar. Ele também não informou se está empregado ou trabalhando no momento.  

Outros nomes

Dono do perfil “OutroLadodeDourados”, outro nome de MS, Rogerinho Santo, que em um de seus perfis se descreve como cristão e músico, já estaria entre os cerca de 1,5 mil detidos de Brasília.

De fato, o douradense não retornou os contatos do Correio do Estado.

Em suas redes sociais, Rogerinho destacou um culto evangélico em dezembro do ano passado, já em Brasília.

De carro, ele rumou para a capital federal na última sexta-feira (6) junto de familiares.

Motorista em Naviraí, Andrea Barth também está entre as já notificadas.

No Estado, é ela quem coordena um vídeo com outros diversos insurgentes contra a ordem democrática rumo à Capital Federal.

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Tráfico

Apreensão de 48 toneladas de maconha no Rio é a maior da história

Apreensão supera recorde, que era de carreta de soja que levava 36 toneladas em MS

08/04/2026 18h18

Droga estava escondida no complexo da Maré

Droga estava escondida no complexo da Maré Divulgação

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A Polícia Militar do Rio de Janeiro apreendeu 48 toneladas de maconha, avaliadas em torno de R$ 50 milhões, em operação na comunidade da Nova Holanda, no Complexo da Maré, zona norte do Rio de Janeiro, nesta terça-feira, 7.

De acordo com a corporação, é a maior apreensão de drogas do Brasil. O recorde anterior ocorreu em 2021, quando a Polícia Militar Rodoviária (PMR) localizou 36,5 toneladas de maconha escondidas em uma carreta de soja no estado de Mato Grosso do Sul.

A maconha foi localizada com o auxílio de cães farejadores do Batalhão de Ações com Cães (BAC). Também foram apreendidos cinco fuzis, quatro pistolas, 26 veículos roubados, e um suspeito acabou preso.

Segundo a polícia, os militares localizaram um contêiner utilizado por traficantes para o armazenamento de drogas. No local, foram apreendidos frascos e cerca de 200 litros de lança-perfume, além de materiais usados na produção da substância.

Após horas de varredura nas comunidades, as equipes do Batalhão de Ações com Cães observaram a mudança de comportamento do pastor belga em uma construção, e encontraram um bunker do tráfico com mais de 24 mil tabletes de maconha, cada um com aproximadamente dois quilos. A contabilidade das drogas ocorreu durante toda a madrugada desta quarta-feira, 8.

A ação teve como “principal objetivo reprimir roubos de veículos de passeio e de cargas na região”, disse a PM sobre a operação que contou com o apoio de viaturas e aeronaves blindadas.

O órgão afirmou que a ação ocorreu nas comunidades da Nova Holanda e do Parque União e mobilizou cerca de 250 policiais militares de batalhões ligados ao Comando de Operações Especiais (COE), como o Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), o Batalhão de Polícia de Choque (BPChq), o Batalhão de Ações com Cães (BAC), o Batalhão Tático de Motociclistas (BTM), o Grupamento Aeromóvel (GAM) e o 22º BPM (Maré).

Novo conceito

Campo Grande quer integrar saúde, CRAS, Procon e esporte em um único local

Local, que recebeu o nome de "Convive" da prefeitura de Campo Grande atenderá 650 pessoas por dia e deve ter investimento de R$ 13,7 milhões e ficará no Jardim Morenão

08/04/2026 17h52

Centro comunitário será feito no Jardim Morenão, em Campo Grande

Centro comunitário será feito no Jardim Morenão, em Campo Grande Divulgação

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Um novo centro comunitário, voltado ao atendimento da população com serviços de saúde e lazer foi projeto pela prefeitura de Campo Grande. O municipio informou que o Centro Comunitário pela Vida (Convive) é um projeto que “busca ampliar o acesso da população a serviços essenciais e fortalecer a convivência na comunidade”. 

A estrutura foi planejada para atender até 650 pessoas por dia, reunindo diferentes tipos de atendimento em um único local.

A proposta é facilitar o acesso dos moradores a serviços públicos sem a necessidade de deslocamento para outras regiões da cidade.

A prefeitura pretende investir R$ 13,7 milhões para tirar o novo centro comunitário do papel, mas ao ser perguntada sobre prazos, pelo Correio do Estado, não informou. O local será instalado no Jardim Morenão, em Campo Grande. 

O objetivo é integrar em um mesmo ambiente atendimentos do setor de assitência social e defesa do consumidor, com unidades dos CRAS (Centro de Referência em Assitência Social) e Procon (defesa do consumidor). 

O local também terá um espaço exclusivo para atender mulheres, e receberá o nome de “Convive”, que ainda terá biblioteca, área de informática e auditório.

Para além disso, o “Convive” terá áreas de lazer e esporte, com quadra poliesportiva, campo para futebol society, piscina e parquinho. “A proposta é oferecer opções para diferentes faixas etárias, promovendo convivência e qualidade de vida”, informou.

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