Cidades

SIDROLÂNDIA

Garoto é perseguido e morto a pedradas

Garoto é perseguido e morto a pedradas

REGIÃO NEWS

11/05/2014 - 17h35
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Um adolescente de 16 anos, conhecido pela alcunha de 'Dimenor', foi morto à pedradas na madrugada deste domingo (11) no Bairro Jandaia em Sidrolândia. Ele teria sido visto pela última vez na noite de sábado, na feira livre em companhia de colegas. Por razões ainda desconhecidas, um grupo o perseguiu e o matou por volta das 2h.

O rapaz, que tem várias passagens pela polícia, foi alcançado pelos agressores na Rua Distrito Federal, cruzamento com a via Lucia de Souza Mello. A vítima tentou escapar correndo em direção a um terreno baldio que fica ao lado de um templo evangélico. Ao menos 6 jovens, incluindo uma mulher, espancaram brutalmente “Dimenor” até a morte.

Moradores do entorno chegaram a telefonar para Policia Militar no momento da confusão, mas as ligações caíram numa central de Campo Grande. Passado alguns minutos, o grupo se dispersou e a vizinhança não se deu conta do homicídio, vindo a encontrar o corpo do rapaz por volta das 8h de hoje, quando a PM foi acionada.

Histórico

'Dimenor', tinha várias passagens pela Polícia. Em seu histórico consta tráfico de drogas, ameaça, assalto a mão-armada, violação de domicilio e porte de arma de fogo. Em outubro de 2013, chegou a ser detido pela PM por tráfico de entorpecente.

Ele foi apontado por dois adolescentes usuários de pasta base de cocaína, com idades entre 14 e 15 anos, como sendo fornecedor da droga.

Os policiais ao revistar os dois garotos que estavam em atitude suspeita, encontraram na meia de uma deles 13 trouxinhas da droga que pesaram 4,1 gramas.Na ocasião, os garotos acabaram informando aos policiais que havia comprado o entorpecente de um terceiro menor, identificado como sendo o jovem morto nesta madrugada.

Decisão Judicial

Fabricante de próteses de mama é condenada a pagar R$ 10 mil a consumidora em MS

Mulher colocou os implantes em 2017 e, em 2022, passou a ter dores, rigidez e deformidade nas mamas, fabricante também terá de custear a cirurgia

07/10/2026 12h30

Foto: Divulgação / TJMS

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A Justiça de Mato Grosso do Sul decidiu que uma fabricante de próteses de mama deve pagar R$ 10 mil de indenização a uma consumidora. A empresa também terá de devolver o dinheiro gasto com a retirada e a troca dos implantes e com o tratamento depois da cirurgia. A decisão é da 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça.

A consumidora colocou os implantes em 2017. A partir de 2022, passou a sofrer com dores persistentes, rigidez e deformidade nas mamas. 

Foi diagnosticada uma complicação grave relacionada às próteses, e os médicos indicaram a retirada e a substituição dos implantes, além de uma cirurgia para reparação das mamas.

A perícia judicial não identificou defeito específico nas próteses utilizadas e indicou que a complicação apresentada pode ocorrer com esse tipo de implante. Apesar disso, o colegiado entendeu que a fabricante deveria ser responsabilizada.

No voto, o desembargador Paulo Alberto de Oliveira destacou que, segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC), o defeito não precisa estar necessariamente ligado a uma falha individual de fabricação. 
Também é considerado defeituoso o produto que não oferece a segurança que o consumidor legitimamente espera.

Os desembargadores levaram em conta que as próteses eram de uma linha que, depois, foi recolhida do mercado em um recall internacional por questões de segurança. 

Esse fato, somado aos problemas da consumidora e à necessidade de nova cirurgia, foi suficiente para a maioria do grupo responsabilizar a fabricante.

A decisão deixa claro que os R$ 10 mil não foram dados só porque houve um recall, nem porque existe a possibilidade de a pessoa desenvolver alguma doença. 

O valor foi fixado por causa do que a consumidora realmente conviveu com dores, rigidez, deformidade e a necessidade de passar por uma nova cirurgia.

Com o julgamento, foi mantida a decisão anterior que determinava à fabricante o custeio da cirurgia. 

Os valores comprovadamente gastos com a retirada e a substituição das próteses e com o tratamento necessário foram reconhecidos como danos materiais e deverão ser ressarcidos. A empresa também foi condenada ao pagamento de R$ 10 mil por danos morais.
 

DOURADOS (MS)

TJMS oferece assistência notarial e jurídica para indígenas da Aldeia Jaguapiru

Serviços oferecidos são segunda via de certidões, orientação jurídica e emissão de documentos

07/10/2026 12h00

PID localizado na Aldeia Jaguapiru, em Dourados

PID localizado na Aldeia Jaguapiru, em Dourados Foto: TJMS

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Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) estará em território indígena nos próximos dias para prestar auxílio jurídico e notarial aos povos originários.

Ponto de Inclusão Digital (PID) oferece atendimentos notariais e jurídicos para os Guarani Kaiowá, de segunda a sexta-feira, das 8 às 12 horas, na Escola Estadual Indígena Guateka Marçal de Souza, localizada na Aldeia Jaguapiru, em Dourados.

Os serviços oferecidos são segunda via de certidões, orientação jurídica, emissão de documentos, inserção da etnia nos registros civis e retificação de documentos

O objetivo é ampliar o acesso à justiça e à cidadania no território indígena. A proposta é reduzir a necessidade de deslocamentos até a área urbana e aproximar as instituições públicas da comunidade.

Servidora da Prefeitura de Dourados, Jussara Marques Lopes, indígena e fluente em guarani-kaiowá, foi capacitada para realizar os atendimentos.

A escolha de uma atendente pertencente à própria comunidade busca facilitar a comunicação e agilizar orientações e emissão de documentos.

Entre 22 de setembro e 2 de outubro, ela participou de treinamento promovido pelo TJMS, Ministério dos Povos Indígenas, Defensoria Pública Estadual, Ministério Público Estadual, Associação dos Notários e Registradores (Anoreg-MS) e a Subseção Judiciária de Dourados do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3).

Os serviços serão prestados pela Anoreg-MS. A realização é do TJMS.

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