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Governo vai colocar em prática plano para evitar mais restrições em MS

Indicadores de vigilância, saúde e impacto econômico sugerem medidas de flexibilização

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O governo de Mato Grosso do Sul vai colocar em prática nos próximos dias, o Programa de Saúde e Segurança da Economia -Prosseguir- que vem sendo desenvolvido há pelo menos um mês com apoio e monitoramento da Organização Pan Americana de Saúde (OPAS) e pela Organização Mundial de Saúde (OMS).  

O objetivo do plano, segundo a gestão, é manter as atividades socioeconômicas, sem riscos à saúde e até a possibilidade de lockdown, como já acontece em Rio Brilhante e Rochedo.  

Nesta terça-feira (30), o secretário de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel, detalhou a metodologia e o funcionamento do Programa durante a live do governo para apresentação do panorama de combate ao coronavírus no Estado.  

“Utilizamos como referência, planos similares dos estados do Espírito Santo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul — alguns priorizando a saúde e outro a economia. Com base neste compilado, criamos um modelo nosso, voltado para as particularidades de MS e tendo como principal eixo norteador a saúde e a evolução da pandemia na região. Essas recomendações orientarão tanto os gestores públicos dos municípios, quanto aos empresários, com relação à necessidade ou não de medidas e protocolos restritivos. Não podemos deixar para trás os bons resultados conquistados até aqui”, explicou o secretário.

Tendo como pilares estratégicos a saúde, a economia e recomendações de flexibilização, a metodologia do Prosseguir utiliza os elementos de monitoramento indicados pela OPAs bem como a OMS, reforçando a prioridade do governo em adotar parâmetros científicos. “Dialogamos com todos municípios com o único intuito de manter nossa economia andando, mas protegendo a vida das pessoas, com base na ciência”, enfatizou Riedel.

Como funciona?

Conforme já antecipado pelo Correio do Estado, a metodologia prevê o cruzamento de indicadores nas três principais áreas envolvendo a Vigilância Epidemiológica, Saúde e Impacto Econômico estipulando, através de faixas de cores – que variam do verde ao preto, o grau de risco da saúde da região (se baixo, tolerável, médio, alto ou extremo). Seguindo a classificação por cor também são definidas as medidas de flexibilização ou restrição das atividades econômicas, de acordo com a classificação de risco de cada uma delas (se baixo, médio ou alto risco). 

O Programa é monitorado por um Comitê Gestor, formado por membros de diferentes instituições e secretarias (como Segov, SES, Sefaz, Semagro, SAD, Sejusp, CGE, PGE e Conleg) que se reunirá uma vez por semana, para análise e avaliação dos indicadores.

O governo publicará, semanalmente, a atualização do Mapa de Monitoramento nos meios oficiais de comunicação do governo. As informações dos municípios serão encaminhadas aos prefeitos e aos empresariados, por entidades representativas.  

Indicadores

Os indicadores da Saúde serão estabelecidos em valor percentual de 0 a 100%, sendo o maior percentual equivalente à menor situação de risco, baseada em três elementos críticos: Vigilância Epidemiológica, Serviços de Saúde e População Vulnerável.

Esses elementos são desmembrados em dez indicadores, com diferentes pesos (percentuais), que vão desde a incidência em populações indígenas; disponibilidade de testes, leitos de UTI e Equipamentos de Proteção Individual até a localização geográfica no caso de regiões que fazem divisa com estados que apresentam grande incidência de casos.  

 

REAJUSTE NA EDUCAÇÃO

Adriane culpa Governo Federal por possível paralisação de professores

Segundo a prefeita, a mudança de um reajuste de 0,37% para 5,4% desequilibrou os acordos e planejamentos anteriores da administração

10/06/2026 12h30

Adriane Lopes, prefeita de Campo Grande

Adriane Lopes, prefeita de Campo Grande Izaias Medeiros / CMCG

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Em coletiva de imprensa, realizada nesta quarta-feira (10), Adriane Lopes (PP), prefeita de Campo Grande, falou sobre a situação do reajuste salarial dos professores da Rede Municipal. Ela responsabilizou o Governo Federal por ter anunciado um reajuste de 0,37% para a categoria, mas posteriormente majorou para 5,4% sem indicar a fonte de repasse.

Segundo a prefeita, essa mudança desequilibrou os acordos e planejamentos anteriores da administração, que necessita de clareza sobre a fonte de custeio federal. Desta forma, aparentemente, os professores continuarão sem receber o aumento no salário.

"Esse reajuste (0,37%) era o que cabia para os cofres das prefeituras, mas ele foi majorado para 5,4%. De janeiro para cá, a gente vem enfrentando esse desafio. Todos os acordos celebrados no ano anterior precisam ser refeitos, a discussão precisa ser refeita, porque como você avança, sendo que partiu do Governo Federal uma iniciativa de 0,37% para 5,4% de aumento, sem uma fonte de provisionamento desse reajuste?" disse Adriane Lopes.

Enquanto a Prefeitura e o Governo Federal seguem neste imbróglio, os professores já anunciaram que irão paralisar as atividades na sexta-feira (12). Sobre isso, Adriane Lopes disse que "respeita o direito de reivindicação e paralisação, mas reitera a necessidade de o Governo Federal definir a fonte pagadora para que o reajuste possa ser repassado devidamente". 

Paralisação

A mobilização foi definida em assembleia da categoria realizada nesta semana e tem como principal reivindicação a reposição de 5,4% referente ao reajuste anual do piso nacional do magistério.

Segundo o presidente da Associação Campo-Grandense de Professores (ACP), professor Gilvano Bronzoni, a paralisação deve atingir as 207 unidades da rede municipal durante todo o dia.

“A Prefeitura Municipal deveria repor o índice do piso nacional do magistério agora em maio, de 5,4%. Isso não aconteceu. A Prefeitura enviou uma resposta à ACP com suas justificativas, mas a categoria avaliou a situação em assembleia e deliberou pela paralisação”, afirmou.

De acordo com Bronzoni, a mobilização tem o objetivo de pressionar o Executivo municipal a apresentar uma solução para a demanda e evitar novos prejuízos ao calendário escolar.

Os professores irão se concentrar às 7h30 na sede da ACP. Em seguida, por volta das 8h30, os manifestantes devem seguir até a Prefeitura de Campo Grande para cobrar uma resposta da administração municipal.

“O movimento é um sinal importante de alerta à Prefeitura. Vamos buscar uma solução para que não haja mais interrupções das aulas nos próximos dias”, disse o presidente da entidade.

Apesar da paralisação dos professores, os servidores administrativos das escolas não aderiram ao movimento e deverão manter o atendimento nas unidades. Segundo a ACP, as escolas permanecerão abertas, mas sem aulas.

Questionado sobre a possibilidade de novas paralisações, Bronzoni afirmou que a categoria pretende buscar um acordo nos próximos dias. No entanto, caso não haja avanço nas negociações, novas mobilizações não estão descartadas.

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Fim de semana tem duas feiras de adoção com 66 pets a espera de um lar

Animais estão vermifugados, passaram por avaliação médico veterinária e terão a castração garantida no futuro

10/06/2026 12h00

Amor entre cachorro e dono

Amor entre cachorro e dono DIVULGAÇÃO/

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Este fim de semana é a oportunidade de dar uma nova chance a um animalzinho e garantir um lar cheio de amor e carinho.

Duas feiras de adoção ocorrem neste sábado (13) e domingo (14) em Campo Grande. Confira os detalhes:

SUBEA - Feira de adoção da Subsecretaria de Bem Estar Animal (SUBEA) ocorre neste domingo (14), das 9h às 12h, na Praça Bolívia, localizada na esquina das ruas das Garças com Aníbal de Mendonça, bairro Coophafé, em Campo Grande.

São 50 animais, entre cães e gatos, filhotes e adultos, disponíveis para adoção. Os pets estão vermifugados, passaram por avaliação médico veterinária e terão a castração garantida no futuro.

Interessados em adotar um animal devem ser maior de 18 anos e apresentar documento oficial com foto e comprovante de residência. Também é importante levar coleira/corrente ou caixa de transporte.

  • Data: domingo - 14/06/2026 
  • Horário: das 9h às 12h 
  • Local: Praça Bolívia - rua das Garças com Aníbal de Mendonça

AMICATS -  Feira de adoção da Organização Não Governamental (ONG) Amicats ocorre neste sábado (13), das 12h às 17h30min, na Cobasi, localizada na avenida Afonso Pena, número 3665, Jardim dos Estados, em Campo Grande.

São 16 gatos disponíveis para adoção, sendo 4 gatos adultos castrados e 12 filhotes vermifugados.

  • Data: sábado - 13/06/2026
  • Horário: 12h às 17h30min
  • Endereço: Cobasi - avenida Afonso Pena, número 3665, Jardim dos Estados

 

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