Cidades

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Helena é o nome mais registrado pelos pais em Mato Grosso do Sul em 2025

Cecília e Miguel aparecem na sequência entre as preferências das famílias sul-mato-grossenses

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O nome Helena foi o mais escolhido pelos pais em Mato Grosso do Sul no ano de 2025, de acordo com a pesquisa divulgada pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais de MS (Arpen-MS). Ao todo, 565 meninas foram registradas com este nome no Estado, garantindo a liderança no ranking dos nomes mais registrados nos Cartórios de Registro Civil sul-mato-grossenses.

Na segunda posição aparece o nome Cecília, com 447 registros, seguido de Miguel, na terceira colocação, com 392, evidenciando a forte preferência por nomes clássicos, curtos e de fácil pronúncia entre as famílias do estado. O ranking também revela equilíbrio entre nomes tradicionais e tendências contemporâneas, com destaque para escolhas femininas consistentes.

Além de Helena, Cecília e Miguel, figuram entre os nomes mais registrados em MS: Maitê (361), Ravi (346), Aurora (337), Gael (328), Heitor (318), Arthur (308) e Alice (280). O ranking estadual também destaca a presença de nomes femininos como Antonella, Heloísa, Laura, Olívia e Valentina, além de nomes masculinos tradicionais como Samuel, Davi, Theo, Bernardo e Noah.

“Quando os pais escolhem um nome, eles carregam expectativas, histórias e sentimentos. O ranking revela que, em Mato Grosso do Sul, há uma preferência clara por nomes que atravessam gerações, mostrando como tradição e afeto continuam presentes nas decisões das famílias.”, disse o presidente da Arpen/MS, Marcus Roza.

Na Capital, a perspectiva é semelhante, com os nomes Helena, Cecíla e Miguel entre os mais escolhidos. Há apenas duas diferenças em relação ao top 10: teve mais Heitor (132) do que Aurora (123); e Gael (97) não figura entre os mais registrados, dando lugar a Arthur, com 119 registros.

Nomes mais registrados em MS

1º Helena – 565
2º Cecília – 447
3º Miguel – 392
4º Maitê – 361
5º Ravi – 346
6º Aurora – 337
7º Gael – 328
8º Heitor – 318
9º Arthur – 308
10º Alice – 280

Nomes mais registrados em Campo Grande

1º Helena – 225
2º Cecília – 189
3º Miguel – 160
4º Maitê – 141
5º Ravi – 140
6º Heitor – 132
7º Aurora – 123
8º Arthur – 119
9º Alice – 114
10º Samuel – 109

Nomes masculinos mais registrados em MS

1º Miguel – 392
2º Ravi – 346
3º Gael – 328
4º Heitor – 318
5º Arthur – 308
6º Samuel – 266
7º Davi – 250
8º Theo – 236
9º Bernardo – 230
10º Noah – 229

Nomes femininos mais registrados em MS

1º Helena – 565
2º Cecília – 447
3º Maitê – 361
4º Aurora – 337
5º Alice – 280
6º Antonella – 276
7º Maria Cecília – 248
8º Heloísa – 193
9º Laura – 183
10º Maria Helena – 179

Arpen-MS

O levantamento integra a base do Portal da Transparência do Registro Civil, administrado pela Arpen-Brasil, entidade que congrega os Cartórios de Registro Civil do país e reúne informações sobre nascimentos, casamentos e óbitos registrados em todo o território nacional. A plataforma permite consultas por nomes simples ou compostos, com recortes por estados e municípios, oferecendo um panorama detalhado das tendências regionais.

MATO GROSSO DO SUL

Anac marca para dezembro privatização de mais três aeroportos de MS

Incorporação inclui aeródromos sul-mato-grossenses entre dez aeroportos regionais que integram a concessão do Internacional de Brasília, dentro do Programa AmpliAR

09/09/2026 12h57

Sessão pública deste leilão de aeroportos fica marcada para o dia 17 de dezembro, às 14h pela hora local. 

Sessão pública deste leilão de aeroportos fica marcada para o dia 17 de dezembro, às 14h pela hora local.  Reprodução/Gov.MatoGrossoDoSul

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Através de publicação em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) de terça-feira (08), a diretoria colegiada da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) anunciou que fica marcado para dezembro o processo para privatização de mais três aeroportos no Mato Grosso do Sul. 

Esses ditos três espaços em território sul-mato-grossense fazem parte do leilão que prevê também a repactuação da concessão do Aeroporto Internacional de Brasília Presidente Juscelino Kubitschek. 

"O processo prevê a alienação da totalidade das ações da Inframerica, concessionária do Aeroporto de Brasília, e dá continuidade à solução consensual construída no âmbito do Tribunal de Contas da União (TCU)", cita a Anac em nota.

Essa incorporação coloca dez aeroportos regionais juntos à concessão de Brasília, dentro do Programa AmpliAR, sendo três em Mato Grosso do Sul:

  • Bonito 
  • Dourados
  • Três Lagoas 

Além desses, ficam incorporados também os aeroportos das seguintes localidades e Estados: 

  • MT | de Juína, Cáceres e Tangará da Serra
  • GO | Alto Paraíso e São Miguel do Araguaia 
  • PR | Ponta Grossa
  • BA | Barreiras

"Como esses aeródromos apresentam diferentes condições, o contrato prevê uma Fase de Diagnóstico Inicial, na qual a concessionária fará levantamentos detalhados da situação de cada aeroporto", complementa a Anac.

Vale lembrar que, ainda em 2021, a Anac aprovou o edital para o leilão de Campo Grande, Corumbá e Ponta Porã, privatizados, de forma semelhante, junto de um bloco maior que na ocasião era liderado pelos aeroportos de Congonhas e Campo de Marte, em São Paulo.

Entenda

Como consta no aviso de licitação publicado ontem (08), a sessão pública deste leilão de aeroportos fica marcada para o dia 17 de dezembro, às 15h pelo horário de Brasília (às 14h pela hora local). 

Segundo a Agência Nacional, a décima consulta pública da Anac recebeu um total de 142 manifestações, que serviram para ajustar as minutas do edital e do termo aditivo. Entre eles aparecem: 

  1. Redução da contribuição variável mínima: inclui novas obrigações de investimento e ajuste no valor do Preço de Compra, a alíquota mínima da contribuição variável passou para 5,13%. 
  2. Preço de compra de R$628,8 milhões: valor será corrigido diariamente pela taxa CDI acumulada até o pagamento, recebido pelos vendedores na proporção de sua participação acionária. 
  3. Regras mais detalhadas de compra e transição: aperfeiçoamento das disposições do Contrato de Compra e Venda de Ações (CCVA), detalhando o funcionamento do comitê que acompanhará a transição em caso de troca de controle. 
  4. Novos investimentos no Paraná: foram ajustados investimentos para a pista de pouso e decolagem do aeródromo, conforme diretrizes de política pública do Ministério de Portos e Aeroportos. 

 

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INFRAESTRUTURA

Adriane minimiza suspensão do TCE em pacote milionário de obras

Prefeita afirma que pendências em quatro lotes são técnicas e estão sendo solucionadas

09/09/2026 12h30

Adriane Lopes afirmou nesta quarta-feira (9) que divergências apontadas pelo TCE-MS em quatro lotes do pacote de obras estão sendo solucionadas

Adriane Lopes afirmou nesta quarta-feira (9) que divergências apontadas pelo TCE-MS em quatro lotes do pacote de obras estão sendo solucionadas Marcelo Victor

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A prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, minimizou nesta quarta-feira (9) as suspensões determinadas pelo Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE-MS) em quatro lotes do pacote de obras de pavimentação e drenagem lançado pelo Município, que prevê investimentos de aproximadamente R$ 188,5 milhões.

Questionada sobre a situação durante o evento de assinatura da ordem de serviço para o reordenamento viário no encontro das avenidas Tamandaré e Euler de Azevedo, a chefe do Executivo municipal afirmou que as pendências apontadas pela Corte de Contas são de caráter técnico e estão sendo solucionadas.

"São problemas técnicos que estão sendo solucionados. Não invalida os 16 lotes que foram liberados e homologados na semana passada. Os que tiveram alguma divergência estão sendo concluídos com ajustes”, afirmou Adriane.

Na semana passada, o TCE-MS determinou a suspensão cautelar dos itens 1 e 11 do procedimento licitatório aberto pela Prefeitura para contratar empresas responsáveis pela execução de obras de pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais em diversos bairros de Campo Grande.

O item 1 contempla intervenções na Vila Nossa Senhora Aparecida e no Bosque da Saúde, com investimento previsto de R$ 16.821.643,03. Já o item 11 corresponde ao Jardim São Conrado, com orçamento de R$ 9.959.984,17.

Além deles, a Corte de Contas determinou a suspensão cautelar da formalização dos contratos referentes aos itens 4 e 9, que já haviam sido adjudicados e homologados pelo Executivo municipal em 24 de agosto.

O item 4, destinado ao Complexo Jardim Itatiaia, prevê investimento de R$ 4.995.603,89 e teve como vencedora a Gradual Engenharia e Consultoria Eireli. Já o item 9 engloba as regiões do Coophavilla II e Batistão, com valor de R$ 13.080.365,52, e foi vencido pela TST Construções.

Somados, os quatro lotes atingidos pelas medidas cautelares representam aproximadamente R$ 44,8 milhões do pacote de R$ 188,5 milhões.

Pendências

A decisão foi proferida pelo relator Osmar Domingues Jeronymo após análise da Divisão de Fiscalização de Obras, Serviços de Engenharia e Meio Ambiente do TCE-MS.

Inicialmente, a equipe técnica identificou pendências na instrução do procedimento e propôs a intimação da prefeita para que apresentasse manifestação e documentos. Após o envio das justificativas pelo Município, o material passou por uma nova análise.

Com os procedimentos de auditoria, os técnicos concluíram que o controle prévio do certame apresentava atendimento parcial aos critérios analisados.

No caso dos lotes 1 e 11, a orientação foi pela suspensão da licitação e republicação do edital, com revisão das planilhas orçamentárias e reabertura do prazo para apresentação de novas propostas.

Para os demais lotes, a área técnica autorizou o prosseguimento do procedimento licitatório, mas estabeleceu adequações, entre elas a retificação dos memoriais descritivos em relação às referências normativas do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

A Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep) também deverá, antes do início da execução dos contratos e da emissão das ordens de serviço dos lotes liberados, estabelecer em especificação técnica ou termo de referência a faixa granulométrica a ser utilizada e a espessura mínima do Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ).

O TCE-MS determinou ainda que as medições dos serviços sejam acompanhadas de relatórios de controle tecnológico e que pagamentos não sejam processados ou atestados sem documentação que comprove, por meio de ensaios laboratoriais, a conformidade técnica dos trabalhos executados.

Em relação aos lotes 1 e 11, depois das correções exigidas, a documentação deverá retornar para análise dos projetos básicos e dos respectivos orçamentos.

Adriane terá prazo de cinco dias úteis para comprovar o cumprimento das medidas cautelares. O descumprimento poderá resultar em responsabilização, eventual reparação de dano ao erário e aplicação de multa de 1,8 mil Uferms.

 

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