Cidades

PÂNICO

Homem é preso após atacar mulher durante treino no Parque dos Poderes

Um rapaz também foi vítima de assalto na região e teve seus pertences roubados, durante a prática de exercícios

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Uma mulher que treinava corrida na manhã desta quarta-feira (26), no Parque dos Poderes, em Campo Grande, passou por momentos de pânico ao ser abordada por um homem que tentou arrastá-la para dentro da mata, nas proximidades do Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo.

De acordo com o boletim de ocorrência, a vítima foi surpreendida quando o suspeito a puxou pelo braço, apalpou seus seios, mandou que ficasse quieta e fingiu estar armado.

Enquanto ele tentava levá-la à força para uma área de mata fechada, a moça percebeu que o homem estava apenas com um pedaço de madeira, e não arma de fogo.

Assustada, ela gritou por socorro, chamando a atenção de pessoas que estavam próximas.  Os populares correram para deter o agressor, que fugiu em direção à Secretaria de Saúde, no próprio Parque dos Poderes, e se lançou contra uma janela de vidro para entrar no prédio. Ele sofreu cortes no rosto, especialmente na região dos olhos, além de uma lesão no tendão de Aquiles. 

O homem foi detido e encaminhado para o Hospital Santa Casa, devido aos ferimentos. A Polícia Civil prendeu o criminoso em flagrante, por tentativa de estupro. Autoridades reforçam a importância de denúncias e pedem que frequentadores do Parque redobrem a atenção.

Assalto pela manhã

Ainda pela manhã desta quarta-feira, um homem, de 29 anos, foi assaltado na mesma região do Parque dos Poderes. O criminoso roubou carro, celular, óculos, relógio e R$300, transferido por meio de pix a partir do acesso ao celular da vítima.

Segundo o boletim de ocorrência, por volta das seis horas da manhã, o rapaz praticava exercícios físicos quando foi surpreendido pelo assaltante. O suspeito portava uma faca e ameaçou a vítima.

A equipe da Polícia Militar realizou buscas pelas imediações do local para encontrar o criminoso, porém este não foi localizado. O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento como roubo e extorsão.

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greve

Impasse sobre plano de saúde trava acordo e agências da Caixa seguem fechadas em MS

Greve começou no dia 10 de setembro e permanece por tempo indeterminado; nova rodada de negociação está prevista para esta quarta

15/09/2026 17h44

Greve dos funcionários da Caixa continua por tempo indeterminado

Greve dos funcionários da Caixa continua por tempo indeterminado Foto: Eduardo Miranda / Correio do Estado

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Funcionários da Caixa Econômica Federal seguem em greve pelo sexto dia, com todas as agências de Mato Grosso do Sul fechadas, assim como ocorre a nível nacional. As negociações não resultaram em acordo devido a um impasse relacionado ao plano de saúde.

A presidente do Sindicato dos Bancários de Campo Grande e Região, Neide Maria Rodrigues, explicou que a reivindicação da categoria era de reajuste salarial pela inflação, mais 5% de ganho real, além do plano de saúde no esquema 70/30, em que o banco paga 70% e os trabalhadores arcam com o restante.

A contraproposta da Caixa foi de reajuste no índice da inflação, mais 0,6%.

Segundo Neide, o reajuste por si só não é um problema para os bancários, mas a falta de proposta com relação ao plano de saúde travou a negociação, com a contraproposta rejeita na última sexta-feira (11).

A proposta apresentada pela instituição previa mudanças no modelo de custeio e nas regras de coparticipação no Saúde Caixa, plano de assistência médica dos funcionários.

"O que pega é o plano de saúde, queremos manutenção e não diferenciação para aposentados e diferenciação de idade", disse, explicando que os valores aumentam conforme a idade dos beneficiários.

Neide disse ainda que os bancários do Banco do Brasil aceitaram a proposta de reajuste, permanecendo apenas os da Caixa em negociação, que deve ser retomada nesta quarta-feira (16).

"O Banco do Brasil, a rede privada, já aceitaram o acordo, já fizeram a assinatura do acordo coletivo e estão ok, até porque não há a discussão do plano de saúde, diferente do acordo da Caixa", explicou.

Até então, sem acordo, a greve segue por tempo indeterminado. A paralisação teve início na última quinta-feira (10).

"Esperamos que amanhã tenha uma negociação que contemple os anseios da categoria, que é principalmente o plano de saúde", concluiu a presidente do sindicato.

Judicialização

Na sexta-feira, antes da votação, a Caixa afirmou que a proposta era final e indicou que poderia recorrer à Justiça do Trabalho caso fosse rejeitada.

O banco deve avaliar o ingresso de um dissídio coletivo, instrumento utilizado para que a Justiça do Trabalho estabeleça condições para solucionar o impasse entre empregados e instituição.

Apesar da rejeição, a Caixa afirmou que mantém o diálogo aberto com as entidades representativas dos trabalhadores e que pretende buscar um entendimento.

A paralisação começou na quinta-feira (10), depois que os trabalhadores rejeitaram uma proposta anterior para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

Entre os principais pontos oferecidos pela Caixa estavam:

  • prêmio de R$ 3 mil por empregado;
  • pagamento, em 18 de setembro, do salário reajustado, da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), do Super Caixa e do prêmio;
  • aumento de 6,5% para 8% do limite de participação da Caixa no custeio do Saúde Caixa;
  • antecipação da parcela da Caixa referente à 13ª mensalidade de 2028, 2029 e 2030;
  • pagamento de valores relativos ao PAMS a partir de 2027;
  • R$ 236 milhões em ações de prevenção à saúde a partir de janeiro de 2027;
  • criação de grupos de trabalho para discutir melhorias na eficiência do plano e novas fontes de financiamento.

As mudanças no plano de saúde concentraram a maior parte das divergências. Entre as regras propostas estavam:

  • contribuição dos empregados de 2,3% a 4,1% sobre o salário-base, conforme a faixa etária;
  • cobrança de R$ 480 a R$ 660 por dependente, de acordo com a idade;
  • aumento do teto anual de coparticipação de R$ 3,6 mil para R$ 4,8 mil por grupo familiar;
  • limite de 9% para o grupo familiar;
  • criação de um piso de R$ 50 por beneficiário;
  • cobrança de 13 mensalidades;
  • aumento de R$ 75 para R$ 150 no valor da consulta em pronto-socorro, fora do teto;
  • isenção de coparticipação em atendimentos por telemedicina;
  • recadastramento anual obrigatório.

Trânsito

Obra de drenagem interdita trecho de rua na Capital

Bloqueio parcial ocorre entre quarta e sexta-feira, das 8h às 16h, para execução de drenagem e pavimentação

15/09/2026 17h15

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Bloqueio parcial ocorre entre quarta e sexta-feira, das 8h às 16h, para execução de drenagem e pavimentação

Um trecho da Rua Santa Quitéria, na região do Anhanduizinho, terá interdição parcial entre esta quarta-feira (16) e sexta-feira (18), das 8h às 16h, para execução de obras de drenagem e asfalto.

O bloqueio será feito no trecho entre as ruas Ribeirão das Neves, Granada e Seis de Outubro. Durante os trabalhos, os motoristas poderão utilizar como alternativas as ruas Morro do Chapéu, Itabirito e Cabrália Paulista.

A orientação da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) é para que os condutores redobrem a atenção na região e respeitem a sinalização provisória instalada durante a obra.

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