Cidades

CORONAVÍRUS

Hospital Regional diz que não tem mais UTIs disponíveis

Unidade informou que setor chegou ao 100% de ocupação, sendo que maioria são de casos da Covid-19

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O Hospital Regional de Mato Grosso do Sul chegou ao seu limite de atendimento em relação as vagas em Unidades de Terapia Intensiva (UTIs). As 81 vagas do setor estão ocupadas no momento, sendo que a maioria é por pacientes com o novo coronavírus.

De acordo com dados do boletim epidemiológico divulgado na tarde desta quarta-feira (29), são 71 pacientes internados com Covid-19 em leitos de UTIs e 89 na enfermaria. O hospital não informou por quais enfermidades são ocupadas as outras 16 vagas e nem o número de casos suspeitos do novo coronavírus estão no setor.

Até hoje, o Regional já atendeu 700 pacientes que tiveram a doença confirmada e ainda há 41 casos suspeitos sendo atendidos na unidade. Das confirmações, 351 pessoas já receberam alta, 161 continuam internados, 104 são servidores (dos quais 55 estão recuperados) e 84 pessoas morreram no hospital vítimas da doença.

O Hospital Regional é referência do Estado no tratamento da Covid-19 e recebe pacientes de Campo Grande e dos outros municípios da macrorregião da Capital. O centro médico que “nenhum paciente está sem condições de atendimento”.

Atenção!

Motoristas não podem mais sair da Afonso Pena pela Rua Bahia a partir de segunda-feira

A medida da Agetran pretende melhorar o tráfego na principal avenida da cidade e evitar congestionamento, especialmente em horários de pico

10/04/2026 17h00

Cruzamento causa congestionamento de veículos e será permitido apenas a ônibus a partir de segunda-feira (13)

Cruzamento causa congestionamento de veículos e será permitido apenas a ônibus a partir de segunda-feira (13) FOTO: Gerson Oliveira/Correio do Estado

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Motoristas que trafegam pela Avenida Afonso Pena, principal avenida de Campo Grande, não poderão mais entrar à esquerda para acessar a Rua Bahia a partir da próxima segunda-feira (13). 

A conversão no sentido centro-shopping é uma das causas de engarrafamento na Avenida, especialmente em horários de pico, devido ao grande volume de veículos convergindo à rua, impedindo o fluxo em, pelo menos, duas faixas da Afonso Pena. 

A solução implementada pela Prefeitura Municipal foi a de restringir a entrada na Rua Bahia apenas aos ônibus. A medida será implantada de forma gradual em outras vias, como a Treze de Maio, Pedro Celestino, Padre João Crippa e 25 de Dezembro. 

Com a proibição, os motoristas precisarão realizar o chamado “laço de quadra”, quando é necessário seguir adiante, virar à direita e contornar o quarteirão para acessar a rua. No caso da Rua Bahia, os condutores deverão seguir até a rua Rio Grande do Sul, entrar na rua Quinze de Novembro e, só assim, acessar a rua Bahia. 

Segundo a prefeitura, a medida “evita paradas no meio da pista que comprometem o fluxo e a sincronização dos semáforos”. 

Outra mudança será com relação aos sentidos de circulação da rua Sete de Setembro. No trecho entre as ruas Castro Alves e Bahia, a rua passará a ser mão única, o que deve contribuir para a organização do tráfego no trecho. 

De acordo com a Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), as alterações foram definidas a partir de estudos técnicos que identificaram as conversões à esquerda como um dos principais fatores de lentidão na avenida. 

A mesma medida já foi implantada em outros trechos do centro da cidade, como o acesso às ruas 14 de Julho e Rui Barbosa pela avenida Afonso Pena. Nestes trechos, o único acesso às ruas é a partir do “laço de quadra”, com o contorno do quarteirão. 


 

Golpe

Camiseta vira prejuízo: fã perde R$ 34 mil ao comprar com ambulante em show do Guns

Vítima relatou que o golpista alegou problemas no Pix, utilizou maquininha de cartão e devolveu outro cartão semelhante

10/04/2026 16h30

Foto: Denis Felipe / Correio do Estado

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O que era para ser apenas a compra de uma lembrança do show da banda Guns N' Roses se transformou em um grande prejuízo financeiro para o advogado Aristogno da Cunha, de 41 anos, que teve o cartão trocado por um vendedor ambulante e sofreu um golpe de mais de R$ 34 mil ao tentar comprar uma camiseta de R$ 70 para curtir o evento internacional realizado nesta quinta-feira (9), em Campo Grande. 

A ocorrência foi registrada por meio da Delegacia Virtual, golpe aplicado por um vendedor ambulante na rotatória da Avenida Cel Cacildo Arantes, esquina com a rua Raul Pires Barbosa, antes do show.  

A dinâmica do crime, segundo o boletim de ocorrência foi a seguinte: A vítima relatou que o golpista alegou problemas no Pix, utilizou maquininha de cartão e devolveu outro cartão semelhante após a transação.

Segundo o relato, o vendedor informou que estava com problemas no sistema de pagamento via Pix e aceitava apenas cartão de crédito. Após inserir o cartão na maquininha e digitar a senha, a vítima recebeu o cartão de volta sem perceber qualquer irregularidade naquele momento.

Cerca de 40 minutos mais tarde, diversas notificações do aplicativo bancário indicaram diversas compras de alto valor realizadas com o cartão do advogado. Entre as transações autorizadas estavam valores de R$ 4.999,99, R$ 9.700,00, R$ 9.800,00 e R$ 9.758,00, além de outras tentativas negadas pela operadora.

Ao conferir a carteira, percebeu que o cartão havia sido trocado. O objeto devolvido no ato da compra era de mesma instituição financeira, mesma cor e operadora, porém estava em nome de Moacir de Freitas Junior. Imediatamente, a vítima bloqueou o cartão e entrou em contato com a operadora para contestar as compras.

De acordo com a descrição, o suspeito aparentava ter entre 30 e 34 anos, cerca de 1,75m de altura e utilizava lentes dentárias.

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