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CARNAVAL 2026

Inscrições para ambulantes no Carnaval começam nesta quarta-feira

Chamamento público foi publicado no Diário Oficial e prevê sorteio para definição dos pontos na Esplanada Ferroviária

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Boa notícia para vendedores de comidas salgadas, doces e bebidas em geral que desejam trabalhar durante o Carnaval de Campo Grande em 2026. A Fundação Municipal de Cultura (Fundac) abriu nesta quarta-feira (21) as inscrições para seleção de ambulantes que irão atuar nas festas carnavalescas na Esplanada Ferroviária.

O chamamento público foi publicado hoje no Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande) e contempla comerciantes que atuam nas modalidades barraca, trailer e food truck, para exploração do uso do espaço público entre os dias 14 e 18 de fevereiro de 2026.

Conforme o edital, o comércio ambulante autorizado ocorrerá na Avenida Mato Grosso, entre a Avenida Calógeras e a Rua 14 de Julho, um dos principais pontos de concentração do Carnaval na Capital.

Prazo curto para inscrição

Os interessados devem ficar atentos ao prazo, já que as inscrições seguem abertas apenas até quinta-feira (22), às 17h. O cadastro é feito exclusivamente de forma on-line, por meio de formulário eletrônico disponibilizado pela Fundac.

Entre as informações exigidas estão dados pessoais do titular, cópia de documentos, comprovante de residência, carteira sanitária atualizada e certificado de curso de higiene e manipulação de alimentos válido.

Cada candidato poderá realizar apenas uma inscrição, de caráter pessoal e intransferível. Erros no preenchimento ou ausência de documentos acarretam inabilitação, sem possibilidade de correção após o encerramento do prazo.

Seleção será por sorteio público

Após a etapa de análise documental, os ambulantes habilitados participarão de sorteio público, marcado para o dia 3 de fevereiro, às 9h, no auditório da Esplanada Ferroviária. A presença no sorteio é obrigatória e a ausência implica desclassificação.

Ao todo, serão disponibilizados até 40 pontos fixos, sendo:

  • 15 vagas para alimentos e bebidas não alcoólicas (Tipo 1);
  • 25 vagas para bebidas alcoólicas e não alcoólicas (Tipo 2).

Os pontos terão dimensões de 3 metros por 3 metros e deverão ser ocupados exclusivamente no local definido pela organização.

  • O que pode ser vendido

O edital autoriza a venda de alimentos tradicionais como hambúrguer, pastel, cachorro-quente, pizza, espetos, arroz carreteiro, batatas, crepes, acarajé, choripan, açaí, sorvetes, salgados e doces em geral.

Entre as bebidas permitidas estão refrigerantes, sucos, água mineral e de coco, energéticos, chás, cafés e achocolatados. Já os ambulantes do Tipo 2 poderão comercializar bebidas alcoólicas, respeitando as restrições legais, como a proibição de venda para menores de 18 anos e o uso de recipientes de vidro, que é vedado durante as festividades.

A comercialização poderá ocorrer diariamente a partir das 15h, seguindo até o encerramento da programação, à meia-noite. A entrada de veículos para montagem das estruturas será permitida somente entre 8h e 14h.

A Prefeitura informa que não fornecerá energia elétrica nem geradores, ficando essa responsabilidade a cargo dos próprios comerciantes, com apoio da Associação dos Artesãos e de Comida Cultural, Típica, Regional e Familiar de Campo Grande (AACCGMS), que também auxiliará na fiscalização.

O edital prevê ainda reserva de cotas, sendo 10% das vagas destinadas a candidatos negros e 5% a indígenas, conforme legislação municipal. Para concorrer, é obrigatória a apresentação de autodeclaração no ato da inscrição.

A lista preliminar de inscritos será publicada no Diário Oficial no dia 23 de janeiro, com resultado definitivo e homologação previstos até o início de fevereiro.

O edital pode ser conferido abaixo, a partir da página 6:

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corrupção

Fraude no Farmácia Popular em MS leva PF a descobrir desvios em 4 estados

Beneficiadas por programa do Governo Federal, esquema fraudulento utilizava 'laranjas' para venda e compra fictícia de medicamentos

10/02/2026 09h20

Divulgação

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Na manhã desta terça-feira (10), a Polícia Federal junto a Receita Federal do Brasil (RFB) e a Controladoria Geral da União (CGU) deflagrou uma operação com mandados de busca e apreensão em quatro cidades do Brasil. O início da investigação foi no interior de Mato Grosso do Sul.

De acordo com as informações, a nomeada Operação Over The Counter (OTC), iniciou com a descoberta de fraudes em farmácias beneficiadas pelo Programa Farmácia Popular, em Dourados (MS), a menos de 230 quilômetros de Campo Grande. 

Na ocasião, o estabelecimento agia de forma fraudulenta em que utilizavam pessoas como laranjas, com a coleta de nome e CPF, com objetivo de simular venda de inúmeros medicamentos em compras fictícias, em que os remédios nunca foram adquiridos pelos CPFs informados.

Comandada por uma organização criminosa, a ação movimentou milhões de reais e mantinha a criminalidade em diversas rede farmacêuticas pelo país.

Em Juízo Federal da 2ª Vara de Dourados, a investigação expediu mandados de busca e apreensão de provas, bens e sequestro bancário, além de veículos e imóveis nas cidades de João Pessoa (PB), Pirangi (SP), Carazinho (RS) e Lagoa Santa (MG).

O valor do montante de bens apreendidos da Operação OTC é referente ao sequestro de bens de sete pessoas jurídicas e nove pessoas físicas integrantes do esquema fraudulento, totalizando R$ 8.725.000,00.

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rotina

Ministério Público faz devassa contra corrupção em mais duas prefeituras

Os alvos desta vez, segundo informação preliminar, são as prefeituras de Corguinho e Rio Negro. Desde o ano passado 14 prefeituras foram alvo de operações

10/02/2026 09h04

Policiais do Batalhão de Choque acompanham integrantes do Ministério Público que cumprem mandado em loja na 14 de Julho

Policiais do Batalhão de Choque acompanham integrantes do Ministério Público que cumprem mandado em loja na 14 de Julho Marcelo Victos

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Integrantes do Ministério Público e da Polícia Militar estão nas ruas em Campo Grande e  em várias cidades do interior do Estado em mais uma operação contra supostos esquemas de corrução em prefeituras. Desde o começo do ano passado, pelo menos 14 prefeituras já foram alvo de operações 

Segundo informações iniciais, o foco principal agora é suposto desvio de recursos públicos nas cidades de Rio Negro e Corguinho. A investigação chegou a estas duas prefeituras depois de operações realizadas em cidades como Terenos, Bonito e Itaporã.

Além das prefeituras das duas cidades, integrantes do O GECOC (Grupo Especial de Combate à Corrupção) e do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) estão em uma loja de materiais escolares e de escritório na Rua 14 de Julho, em Campo Grande. 

Homens do Batalhão de choque chegaram cedo à loja e impediram a entrada dos funcionários. Somente por volta das 08:30 horas é que representantes do Ministério Público chegaram à loja e o mandado de busca e apreensão começou a ser cumprido. 

Indagada pela reportagem, uma das integrantes do MPMS que acompanha os trabalhos se limitou a dizer que informações seriam repassadas pela assessoria de comunicação do MP. A assessoria, por sua vez, informou que ainda não dispõe de detalhes. 

O advogado da loja, Nilton Ribeiro Júnior, confirmou que os policiais e promotores estão cumprindo mandado de busca e apreensão de documentos, mas alegou que não dispõe de mais informações. Disse, também, que este mandado é somente mais um em uma série de decisões judiciais que estão sendo cumpridas em diferentes cidades. 

E, conforme informações preliminares, além de Corguinho e Rio Negro, os investigadores do voltaram a cumprir mandados em Terenos, onde o prefeito Henrique Budke (PSDB) chegou a ser preso no ano passado e até agora segue afastado do cargo por suspeita de um grande esquema de corrupção. 

Desde o começo do ano passado, operações do Ministério Público revelaram supostos esquemas de corrupção em Aquidauana, Água Clara, Rochedo, Três Lagoas, Coxim, Sidrolândia, Bonito, Jardim, Terenos, Miranda, Itaporã e Campo Grande. 

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