Cidades

JUSTIÇA

Ministério da Justiça quer aumentar pena pelo crime de receptação de celulares

Atualmente, a pena para a receptação varia de 1 a 4 anos de detenção

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Na quinta-feira (27), foi proposto e enviado ao Ministério da Justiça o projeto de lei que pretende aumentar a punição para quem comprar celulares ou acessórios eletrônicos roubados, respondendo pelo crime de receptação. 

Atualmente a pena para a receptação varia de 1 a 4 anos de detenção, e o projeto sugere que a pena possa ser ampliada em até 50%, ou seja, a pena mínima poderia passar de 1 ano para 1 ano e 4 meses ou até 1 ano e 6 meses, enquanto a pena máxima poderia chegar até 5 anos e 2 meses, ou até 6 anos.

Conforme o Ministério da Justiça, cerca de 1 milhão de telefones foram roubados em 2023 no Brasil, o que justifica a necessidade de um endurecimento nas punições para quem compra aparelhos furtados, o que torna necessária uma pena mais rigorosa.

A proposta é uma tentativa do governo de desestimular a prática de comprar aparelhos roubados e, assim, enfraquecer as redes criminosas que dependem da venda desses produtos.

A iniciativa também visa proteger os consumidores e aumentar a segurança nas ruas, uma vez que o roubo de celulares tem sido uma das modalidades de crime mais recorrentes nas grandes cidades brasileiras. 

Além disso, o Ministério da Justiça também tem investido em soluções tecnológicas para combater o roubo de celulares, sendo uma dessas ferramentas o aplicativo Celular Seguro, que permite ao usuário cadastrar seu aparelho e, caso ele seja roubado ou furtado, o proprietário pode emitir um alerta que bloqueia o celular, impedindo o acesso a serviços vinculados, como aplicativos bancários.

Durante o período do Carnaval, o Celular Seguro registrou um total de 2.469 alertas de bloqueio de aparelhos que haviam sido roubados, furtados ou perdidos em todo o Brasil, o que demonstra a importância da iniciativa.

Para utilizar o serviço, basta acessar o site do programa ou baixar o aplicativo oficial, disponível para Android e iOS.

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Inocência (MS)

Longe de casa e das urnas, trabalhadores da Arauco comemoram vitória de Lula

Maioria dos funcionários são nordestinos e deixaram de votar, pois estão longe de seu domicílio eleitoral

26/10/2026 11h50

Funcionários da Arauco comemorando vitória de Lula

Funcionários da Arauco comemorando vitória de Lula Francisco Moura/Facebook

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Dezenas de trabalhadores da Arauco – Projeto Sucuriú comemoraram a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva, na noite deste domingo (25), no alojamento da fábrica localizado em Inocência, Mato Grosso do Sul.

A maioria dos funcionários são nordestinos e vieram para Mato Grosso do Sul exclusivamente para trabalhar na fábrica de celulose, que é uma das maiores do mundo.

Possivelmente, muitos deles deixaram de votar, pois estão longe de seu domicílio eleitoral. Mas, mesmo assim, não deixaram de celebrar a vitória do quarto mandato de Lula.

Vídeo, gravado por um funcionário da Arauco, residente em Alagoas, mostra a alegria dos trabalhadores quando souberam que Lula se reelegeu.

Aos gritos de “Olê olê olá, Lula Lula”, trabalhadores festejaram a reeleição do presidente.

Confira:

*vídeo: Francisco Moura/Facebook

LULA 4

No segundo turno das eleições presidenciais de 2026, realizado em 25 de outubro, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) venceu Flávio Bolsonaro (PL) e foi reeleito presidente do Brasil.

Segundo os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Lula recebeu 64.256.232 votos, correspondentes a 51,79% dos votos válidos, enquanto Flávio Bolsonaro obteve 59.826.041 votos, equivalentes a 48,21%.

A diferença foi de 4.430.191 votos, resultado que oficializou a derrota de Flávio Bolsonaro na disputa presidencial e garantiu a Lula o quarto mandato à frente do governo federal.

A virada é considerada histórica, tendo em vista que Flávio Bolsonaro estava a frente de Lula no primeiro turno.

Educação

MS investe R$ 7,7 milhões em lousas interativas para a educação

Tecnologia permite exibir vídeos, mapas e apresentações, além de fazer anotações diretamente na tela durante as aulas

26/10/2026 11h10

Lousa interativa pode complementar o uso do quadro tradicional e ampliar o acesso a conteúdos digitais

Lousa interativa pode complementar o uso do quadro tradicional e ampliar o acesso a conteúdos digitais Foto: Divulgação / SED

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O Governo de Mato Grosso do Sul, por meio da Secretaria de Estado de Educação (SED), oficializou a assinatura de um contrato com a empresa Jeytech Indústria Tecnologia e Inovação Ltda. para a compra de lousas interativas. 

O valor do contrato é de R$ 7.759.200,00 e o equipamento será destinado ao atendimento das demandas da rede estadual de ensino. 

Apesar de terem divulgado o valor do contrato e sua duração de 12 meses, o extrato não especifica quantas lousas interativas serão adquiridas para as escolas da rede estadual. 

A lousa interativa ou digital, é um equipamento tecnológico usado em salas de aula para exibir vídeos e tornar o conteúdo mais prático e dinâmico. Em geral, ela combina uma tela sensível ao toque, ou um projetor conectado a sensores, com um computador ou sistema próprio.

Com a lousa, professores e estudantes podem escrever, desenhar, destacar informações e acessar imagens, vídeos, mapas, apresentações e outros materiais diretamente na superfície do equipamento.

A tecnologia pode substituir ou complementar o quadro tradicional. Em vez de utilizar apenas giz ou caneta, o professor pode apresentar uma atividade digital, ampliar textos, fazer anotações sobre imagens e permitir que os alunos participem de exercícios interativos.

A aquisição prevista no contrato representa investimento em recursos tecnológicos para a educação estadual, mas os resultados dependerão da instalação dos equipamentos, da infraestrutura das escolas e da capacitação dos profissionais que irão utilizá-los.
 

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