Cidades

Campo Grande

Morre agente penitenciário que colidiu com carreta e capotou carro

Morre agente penitenciário que colidiu com carreta e capotou carro

Heloísa Garcia

15/03/2012 - 11h25
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Diego Rozendo Escobar, de 27 anos, morreu há pouco na Santa Casa de Campo Grande.

Ele deu entrada às 8h40min, após sofrer um acidente na BR-262. O carro que ele conduzia bateu em uma carreta de soja e capotou várias vezes, até parar em um matagal.

O capital Teller, do Corpo de Bombeiros, que atendeu a vítima, informou que ele estava inconsciente, com hemorragia e várias fraturas.

A família de Diego já foi avisada.  

Integração

Radiocomunicação da Polícia será digitalizada em todo o Estado até 2030, projeta governo

Finalizado em novembro de 2025, o projeto prevê metas voltadas à modernização da gestão pública

26/01/2026 17h45

Foto: Divulgação Sejusp

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A radiocomunicação utilizada pelas forças policiais de Mato Grosso do Sul deverá ser totalmente digitalizada em todo o Estado até 2030. A projeção faz parte do Plano Estratégico Organizacional (PEO) 2025–2030 da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp), publicado no Diário Oficial do Estado nesta segunda-feira (26), que estabelece, entre outras diretrizes, segurança pública mais integrada, inteligente no Estado. 

O documento orientará as ações da Sejusp e de seus órgãos vinculados até o fim da década, com foco no fortalecimento da governança, no uso intensivo de tecnologia e na atuação integrada das forças de segurança. O plano foi elaborado ao longo de 2025, a partir de reuniões técnicas, oficinas e participação direta de gestores e representantes das instituições ligadas à pasta.

Finalizado em novembro último, o projeto prevê metas voltadas à modernização da gestão pública, à valorização dos profissionais da segurança, ampliação da proteção das pessoas, do patrimônio e do meio ambiente em todo o território sul-mato-grossense.

Segundo o secretário-executivo de Segurança Pública da Sejusp, Wagner Ferreira da Silva, que coordenou o grupo de trabalho, o plano representa um avanço na forma como a segurança pública é planejada no Estado. Mais do que estabelecer metas, o plano consolida uma visão de futuro orientada pela modernização dos processos, criando bases sólidas para decisões mais eficientes, transparentes e alinhadas às reais necessidades da sociedade.

“O Plano Estratégico Organizacional representa um avanço importante no fortalecimento da gestão pública da segurança em Mato Grosso do Sul. Mais do que estabelecer metas, o plano consolida uma visão de futuro, orientada pela modernização dos processos. Ele cria bases sólidas para decisões mais eficientes, transparentes e alinhadas às reais necessidades da sociedade”, destacou o secretário-executivo. 

Entre os principais eixos do projeto estão o aperfeiçoamento da gestão orçamentária e institucional, o fortalecimento da inteligência policial, o investimento em tecnologia e inovação, além de ações para reduzir a criminalidade, as mortes violentas e os acidentes de trânsito.

A digitalização da radiocomunicação é um dos pilares desse processo de modernização da segurança pública estadual. Desde 2017, o sistema começou a ser implantado na região de fronteira de Mato Grosso do Sul, substituindo o modelo analógico por uma tecnologia totalmente digital. 

A primeira fase do projeto recebeu investimentos de R$ 15.092.319,83, em parceria com o Governo Federal, e atendeu 28 municípios, entre eles: Bodoquena, Bonito, Bela Vista, Caracol, Campo Grande, Caarapó, Coronel Sapucaia, Corumbá, Deodápolis, Douradina, Dourados, Eldorado, Fátima do Sul, Glória de Dourados, Iguatemi, Itaquiraí, Itaporã, Japorã, Jateí, Ladário, Laguna Caarapã, Mundo Novo, Naviraí, Paranhos, Ponta Porã, Sete Quedas, Sidrolândia, Tacuru e Vicentina. A modernização inclui softwares, rádios portáteis, móveis e fixos, além de equipamentos de última geração.

Saiba*

À época foram instaladas 22 antenas, chamadas de sítios de repetição, na fronteira sul-mato-grossense, permitindo a comunicação de 1.460 rádios, com capacidade de expansão. 

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Fogo

Baixo índice de chuva acende alerta para aumento de focos de incêndio no Pantanal

Segundo dados, já foram registrados 69 focos de fogo desde o início do ano, frente aos 32 no mesmo período em 2025

26/01/2026 17h30

Bombeiros atuam em focos no Pantanal e acendem alerta

Bombeiros atuam em focos no Pantanal e acendem alerta FOTO: Bruno Rezende / Gov MS

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O baixo índice de chuvas desde o início de 2026 aliado às densas vegetações recuperadas dos incêndios florestais de 2024 coloca Mato Grosso do Sul em alerta para o aumento de focos de incêndios neste próximo ano. 

O aumento de focos já pode ser observado. Segundo dados do BDQueimadas, desde o dia 1º de janeiro até hoje (26), os satélites de referência já detectaram 69 focos ativos no Pantanal. No mesmo período do ano passado, foram registrados apenas 34. 

O trabalho de prevenção, monitoramento e combate ao fogo, campanha do Governo do Estado, já identificou esse aumento, atuando na erradicação de um incêndio que atinge a área do Parque Estadual do Pantanal do Rio Negro, ao norte da Serra de Bodoquena, e outros dois no Nabileque e na região norte do município de Corumbá, perto do Rio Paraguai. 

"Historicamente há incêndios nesta época de chuvas, mas este ano os focos se apresentam com maior intensidade. Considerando esse cenário já estamos nos preparando estruturalmente para que tenhamos capacidade de resposta, o que está sendo feito nesse momento pela nossa unidade de Corumbá, que tem empregado equipes para combater os focos que atingem a região pantaneira", explica o subdiretor da DPA (Diretoria de Proteção Ambiental) do Corpo de Bombeiros Militar de MS, major Eduardo Rachid Teixeira.

Monitoramento

O trabalho do Corpo de Bombeiros tem sido contínuo para prevenção, monitoramento e combate dos incêndios florestais desde o ano de 2024, quando teve a maior temporada de incêndios da história do Estado. 

A partir dessa época, medidas foram implantadas pelo governo estadual, como a implantação das bases avançadas em diferentes regiões do Pantanal, o que permite uma resposta rápida e eficiente aos focos de incêndio, reduzindo as áreas atingidas pelo fogo. 

Os resultados puderam ser notados em 2025, quando houve uma redução expressiva tanto em números de focos quanto na área queimada no Pantanal. 

Conforme o balanço da Operação Pantanal em 2025, o último ano foi o melhor da série histórica que começou em 1998. Sobre os focos de calor no Estado, até o dia 31 de dezembro, foram registrados 1.844 focos, número menor que os 2.111 registrados no início da série. 

Quanto à área queimada, em 2025 foram atingidos 202.678 hectares, número muito inferior ao registrado em 2024, quando foram contabilizados mais de 2,3 milhões de hectares queimados. 

"É importante destacar que as ações que foram adotadas em 2025 continuam neste ano. Essas instituições estão fazendo reuniões e promovendo o alinhamento dos planos operativos para que no momento de maior criticidade da seca tenhamos condições de atuar, tendo como objetivo alcançar resultados semelhantes aos que foram obtidos no ano passado, quando conseguimos chegar próximo aos melhores resultados históricos", afirmou o major Teixeira. 

Força nacional

Como noticiado anteriormente pelo Correio do Estado, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) determinou que a Força Nacional de Segurança Pública (FNSP) atue em ações de combate a incêndios florestais. Isso envolve atividades de polícia judiciária e perícia forense.

Com a medida, os profissionais de polícia judiciária e de polícia técnico-científica da Força Nacional de Segurança Pública atuarão em apoio às Polícias Civis dos estados e à Polícia Federal (PF) na investigação e combate às causas de surgimento de incêndios por ação humana.

Conforme o MJSP, os agentes da Força Nacional já estão em território de Mato Grosso do Sul, atuando com a PF e outros órgãos federais e estaduais.

O governo federal pontuou que foram mobilizados policiais militares, policiais civis, bombeiros militares e peritos criminais, porém, o efetivo atualmente empregado não foi divulgado, conforme regramento de missões da FNSP.

Esse trabalho já vem sendo feito desde 2024, por conta do período grave de incêndios florestais registrados no Pantanal. O apoio está concentrado, principalmente, com bombeiros, bem como policiais judiciários e peritos forenses.


 

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