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Mato Grosso do Sul volta a ter município em grau de risco extremo para a covid-19

Na última atualização do boletim Prosseguir, nenhuma cidade estava na bandeira preta
10/09/2020 11:37 - Glaucea Vaccari


Piora nos índices relacionados a covid-19 levaram o município de Caarapó a entrar na bandeira cinza, classificada como grau de risco extremo. A cidade estava anteriormente em grau médio.

Campo Grande, que chegou a ficar no grau extremo em agosto, melhorou a classificação, saindo do grau alto, onde estava classificada no último relatório, para o médio.

Relatório situacional do Programa de Saúde e Segurança da Economia (Prosseguir), com o grau de risco de todos os municípios do Estado foi atualizado nesta quinta-feira (10).

Nenhuma cidade de Mato Grosso do Sul figura em risco baixo.

Conforme o secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, o estado passou a adotar bandeira cinza em vez da preta para os casos de risco extremo, para evitar outras conotações com a cor preta. 

No novo mapa, 35 municípios mantiveram seu grau de risco, 22 municípios melhoraram e 22 municípios pioraram.

Com a entrada de Caarapó no grau extremo, foram sugeridas restrições em várias atividades.  

“Avançamos e termos de fato uma desaceleração da doença, apesar de termos número alto de casos. Temos declínio nas taxas de internação e isso tudo é reflexo da parceria que fizemos com prefeitos”, disse Resende.

Ainda segundo o secretário, mesmo com a pequena desaceleração, as medidas restritivas ainda devem continuar.  

“Não podemos afrouxar, não podemos dizer que vencemos a doença. Em várias partes do mundo onde ocorreu o afrouxamento rápido, a doença voltou e voltou forte”, afirmou.

Resende salientou que haverá segurança absoluta para retorno ao “novo normal” quando houver a vacina.

Para gerar a classificação, o programa avalia indicadores municipais relacionados à:

  • disponibilidade de leitos de UTI;
  • quantidade de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s);
  • busca por contatos de casos confirmados;
  • redução da mortalidade por Covid-19;
  • disponibilidade de testes;
  • incidência na população indígena;
  • redução de casos entre profissionais da saúde;
  • redução de novos casos;
  • fronteira ou divisa com estado que tenha aumento de casos;
  • necessidade de expansão de leitos.