Cidades

Estelionato

Mulher alega dívida em jogo do Tigrinho, pede cartão a idoso e saca R$ 100 mil

Ao relatar aos policiais, o idoso disse que a mulher pediu ajuda porque precisava sacar dinheiro do jogo, afirmando que estava sem o aplicativo do banco

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Um idoso de 66 anos procurou a polícia nesta segunda-feira (15) após ser vítima de estelionato em Campo Grande. De acordo com a polícia, a vítima estaria devendo quase R$ 100 mil em empréstimos bancários feitos por outra pessoa, que foram utilizados para jogos de cassino online sem sua permissão.

Conforme informações do boletim de ocorrência, o idoso relatou que a vizinha de 27 anos pediu o cartão emprestado, alegando estar com problemas no aplicativo bancário e precisando sacar dinheiro que havia ganhado no jogo do Tigrinho, conhecido popularmente como jogo de cassino online. 

Como a jovem morava no local há três anos, o idoso disse à polícia que confiou nela e resolveu emprestar seu cartão bancário. Em depoimento, o idoso afirmou que descobriu o estelionato depois que sua filha verificou o extrato bancário e encontrou um saque de R$ 7 mil.

Em depoimento à polícia, a filha do idoso disse que foi até a residência da mulher para tirar satisfações sobre o saque, mas foi surpreendida ao descobrir que a suspeita não estava mais morando no local.

Preocupados com o alto valor sacado, o idoso e sua filha foram até a Polícia Civil registrar a ocorrência por estelionato contra idoso. De acordo com a polícia, há câmeras de segurança em locais onde a mulher teria sacado o dinheiro, o que pode ajudar na identificação da suspeita.

 

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Sentença

Em Campo Grande, homem é condenado à 16 anos por estupro

Os crimes ocorreram entre março e novembro de 2025 e foi cometido pelo avô da vítima

25/06/2026 09h30

Homem é condenado à 16 anos de prisão, por estupro de vulnerável

Homem é condenado à 16 anos de prisão, por estupro de vulnerável Foto: Divulgação / MPMS

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Em atuação do Ministério Público de Mato Grosso do Sul, por intermédio da 68ª Promotoria de Justiça de Campo Grande, determinou a condenação de homem à 16 anos e quatro meses de prisão por estupro contra a própria neta, de cinco anos. 

O crime classificado como estupro de vulnerável aconteceu entre os meses de março a novembro de 2025, na residência da familia na Capital. 

De acordo com os relatos, os familiares notaram uma mudança de comportamento na criança, que de forma espontânea revelou o que estava acontecendo. 

A vítima relatou que o avô entrava em seu quarto, enquanto a mesma estava assistindo desenho e começava a passar a mão em seu corpo em mais de uma ocasião. 

Ainda durante o período de abusos, o acusado teria tocado as partes íntimas da criança, abaixado sua roupa e praticado atos libidinosos sem conjunção carnal. 

Além dos relatos registrados pela mãe e pelo padrasto, o exame médico também constatou lesão recente na região genital, reforçando a materialidade do crime. 

Ao analisar todas as provas e relatos, a Justiça acolheu integralmente a denúncia do MPMS concluindo que todo o conjunto é coerente, levando em consideração a palavra da vítima, a relevância de crimes dessa natureza, além da versão confirmada pelo laudo e testemunhos. 

O réu foi condenado à 16 anos e 4 meses de prisão pelo crime de estupro de vunerável, que inicialmente serão cumpridos em regime fechado. Além dos anos de reclusão, ficou estipulado o pagamento de R$ 5 mil por danos morais. 

EXECUÇÃO

Atiradores matam dois jovens durante a tarde em Ponta Porã

Câmera de segurança registrou o momento que um carro para do lado do veículo das vítimas e, na sequência, um dos passageiros abre fogo contra os homens

25/06/2026 08h15

Execução aconteceu na Rua Dr. Hélio Brandão, no bairro Jardim Universitário, em Ponta Porã

Execução aconteceu na Rua Dr. Hélio Brandão, no bairro Jardim Universitário, em Ponta Porã Reprodução

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Dois homens foram mortos, na tarde desta quarta-feira (25), em Ponta Porã. As vítimas foram identificadas como Bruno de Lima Almeida, de 24 anos, e Fagner Junior Companhini, de 17 anos. Imagens de câmera de segurança mostram o momento que eles são atingidos por disparos, dentro do carro, na Rua Dr. Hélio Brandão, no bairro Jardim Universitário.

As gravações mostram as vítimas entrando no carro e, logo após, um outro veículo com os autores do crime se aproxima. Em seguida, um dos passageiros atira contra os jovens, efetuando diversos disparos. Após a ação criminosa, os suspeitos fugiram rapidamente.

Bruno de Lima Almeida morreu ainda no local. Fagner Junior Companhini chegou a ser socorrido e encaminhado para um hospital do município, porém não resistiu aos ferimentos e faleceu. 

A Polícia Civil de Ponta Porã instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do crime, identificar os autores e esclarecer a motivação da execução.

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