Cidades

AFOGAMENTO

Mulher de 26 anos morre afogada no Rio Aquidauana, em Piraputanga

Vítima estava às margens do rio se refrescando com sua família, próximo a um restaurante frequentado por turistas, quando se afogou

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Mulher, de 26 anos, morreu após se afogar no Rio Aquidauana, na tarde deste domingo (6), no distrito de Piraputanga, a 123 quilômetros de Campo Grande.

Conforme apurado pela mídia local, a vítima estava às margens do rio se refrescando com sua família, próximo a um restaurante frequentado por turistas, quando se afogou.

Neste momento, o companheiro da mulher tinha ido ao carro guardar os pertences da família. Quando voltou, viu que tinha um homem, do outro lado do rio, acenando que alguém estava se afogando.

O rapaz entrou na água para salvar a esposa, mas ela já estava inconsciente. Com ajuda de outros banhistas e um barco, conseguiram levá-la até a margem do rio.

O Corpo de Bombeiros Militar (CBMMS) foi acionado e a moça foi encaminhada ao pronto socorro de Aquidauana, que fica a cerca de 30 quilômetros do local do acidente.

Mas, ela não resistiu e faleceu no local. O caso foi registrado como “Morte a Esclarecer” na Delegacia de Polícia Civil.

Em 1º de outubro de 2024, o Rio Aquidauana foi palco de outra morte por afogamento. Homem de 45 anos se desequilibrou enquanto pilotava um barco, caiu no Rio Aquidauana, se afogou e morreu.

O acidente aconteceu às 5h, mas o corpo só foi encontrado pelo Corpo de Bombeiros (CBMMS) às 9h30min.

Calor, que atinge o Estado nos últimos dias, têm feito sul-mato-grossenses frequentarem meios aquosos com maior frequência.

Balneários, piscinas, clubes, rios, cachoeiras, lagos e córregos têm sido o refúgio da população para se refrescar neste calorão.

Onda de calor favorece acidentes, mortes e desaparecimentos por afogamento nas épocas mais quentes do ano. Por isso, é importante tomar cuidados. 

CUIDADOS

De acordo com o Corpo de Bombeiros, dezenas de atitudes podem evitar tragédias em banhos de mar, rio, piscina, cachoeira, córregos, riachos e lagoas. Veja:

  • Procure um local conhecido por você ou por outra pessoa, desde que ela o acompanhe
  • Não ultrapasse faixas e placas de avisos
  • Não entre em locais onde há avisos de perigo de morte ou em águas poluídas
  • Não tente salvar uma pessoa afogada, caso não saiba nadar, sempre acione o Corpo de Bombeiros
  • Procure sempre local onde existe a presença de guarda-vidas, ou o Corpo de Bombeiros
  • Evite nadar sozinho
  • Não tome bebida alcoólica antes de entrar na água
  • Não se afaste da margem
  • Nade longe de pedras e estacas
  • Não salte de locais elevados para dentro da água
  • Prefira lançar flutuadores para salvar pessoas ao invés da ação corpo a corpo
  • Identifique nas proximidades a existência do salva-vidas e permaneça próximo a ele
  • Evite brincadeiras de mau gosto, como caldos, trotes, saltos e de empurrar
  • Acate as orientações dos Bombeiros ou dos Salva-vidas
  • Não abuse se aventurando perigosamente
  • Não deixe as crianças sozinhas em meios aquosos
  • Não deixe brinquedos ou materiais dentro da piscina, pois atraem a atenção de crianças
  • Não deixe baldes ou bacias com água ao alcance de crianças e sempre deixe a tampa da privada fechada
  • Obedeça sinalizações próximos à margem de rios
  • Mantenha a calma e o pulmão sempre cheio de ar, pois ele funcionará como uma boia
  • Caso esteja em um rio, tentar jogar as pernas para frente, de forma a proteger a cabeça
  • Mantenha calma: a própria correnteza do rio, em algum momento, o levará até a margem
  • Tente agarrar algum galho de árvore que esteja flutuando
  • Evite navegar com carga em excesso
  • Só entre na embarcação usando coletes salva-vidas
  • Somente conduza embarcações se for habilitado para tal

Com informações do site O Pantaneiro * 

Campo Grande

Alvo de denúncias por 'abandono', terreno da pedreira antiga aparece limpo

O terreno pertencia ao grupo El Kadri e estava à venda desde 2023

19/06/2026 18h30

Terreno de 27 mil metros quadrados é alvo de denúncias por sujeira e risco à saúde

Terreno de 27 mil metros quadrados é alvo de denúncias por sujeira e risco à saúde FOTO: Gerson Oliveira/Correio do Estado

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Alvo de denúncias e ações por abandono há mais de 50 anos, o terreno da Pedreira do São Francisco, localizado no quadrilátero das ruas ruas Pernambuco, Pedro Celestino, Amazonas e a Travessa Elias Nasser apareceu limpo nesta semana. 

O Correio do Estado esteve no local nesta sexta-feira (19) e constatou que a área do terreno que continua com vegetação é apenas no entorno, funcionando como "muros" em volta do terreno. A área central foi totalmente limpa.  

Terreno de 27 mil metros quadrados é alvo de denúncias por sujeira e risco à saúdeFoto: Gerson Oliveira/Correio do Estado

Segundo apurado pela reportagem, a limpeza da área teria acontecido porque o terreno de 27 mil metros quadrados teria sido vendido a uma empresa com sede em São Paulo. A antiga pedreira pertencia ao grupo El Kadri Participações e Investimentos Mobiliários Ltda. e estava a venda desde 2023. 

Em maio de 2025, o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) ingressou com ação civil pública contra a família El Kadri por causa do abandono do terreno. 

No pedido feito pela promotora de Justiça Andreia Cristina Peres da Silva, foi determinado que o proprietário da área desse uma destinação ao local, seja comercial, seja residencial, e também algumas destinações imediatas, como, por exemplo, um Plano de Recuperação de Área Degradada (Prada), requerendo o licenciamento ambiental do local, além do calçamento de todo o entorno do imóvel, execução de rampas de acessibilidade nas calçadas, construção de um muro para cercar todo o terreno e uma medida considerada de extrema urgência: a remoção de todo o lixo existente dentro e ao redor do imóvel, para evitar a proliferação de doenças.

A promotora ainda afirmou que o imóvel foi objeto de extração mineral no século passado e que a atividade de lavra cessou na década de 1970. Ela falou em descaso por parte dos proprietários.

“Entre os problemas relatados, destaca-se o acúmulo de lixo, que se torna foco de doenças, falta de segurança no entorno, já que a ausência de manutenção por parte do proprietário e o crescimento descontrolado da vegetação favorecem o esconderijo de criminosos, facilitando a ocorrência de furtos e delitos na região”, afirma a promotora de Justiça na ação civil pública.

“Constatou-se, ainda, a proliferação de animais peçonhentos, fauna sinantrópica (ratos, pássaros, entre outros), baratas e mosquitos transmissores da dengue, agravando o risco à saúde pública”, relata Andreia Cristina.

Problemas 

Na lista das reclamações mais comuns está o acúmulo de lixo, focos de dengue, infestação de insetos e animais peçonhentos, assaltos, e até mesmo ‘esconderijo’ para usuários de droga. Os acontecimentos já se tornaram parte do dia a dia de moradores e comerciantes do bairro localizado na área central de Campo Grande. 

As calçadas do entorno do terreno estão com rachaduras, raízes de árvores à mostra, um matagal enorme e em alguns trechos, pedaços do concreto já desmoronados. O local, que não tem uma boa iluminação, nem muito movimento, torna-se atrativo para usuários de droga, assaltos e roubos. 

Os problemas causados pelo terreno continuam a acontecer, e preocupam cada vez mais as pessoas que frequentam a região. Denúncias e reclamações são pautas corriqueiras dessa situação, porém ao longo da história do bairro, a situação segue sem providências efetivas. 

Por causa da falta de iluminação, o local também servia como ponto de uso de drogas, como relatado ao Correio do Estado por moradores da região. 

INÍCIO DA ESTAÇÃO SECA

Bombeiros de MS empenham 20 militares, 2 aviões e drones para evitar incêndios

Em treinamento, bombeiros usam queima controlada no Parque Estadual Nascentes do Rio Taquari para reduzir a biomassa acumulada

19/06/2026 18h00

Aeronave AirTractor do Governo de MS

Aeronave AirTractor do Governo de MS Foto: Cabo Lima/CBM-MS

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Às vésperas do inverno, estação mais seca do ano, bombeiros de Mato Grosso do Sul se preparam para a temporada de incêndios florestais. 

Corpo de Bombeiros Militar (CBMMS) realizou a queima prescrita - uso planejado e controlado do fogo em vegetação -, nesta semana, no Parque Estadual Nascentes do Rio Taquari.

Aeronave AirTractor do Governo de MSAeronave AirTractor do Governo de MS. Foto: Cabo Lima/CBM-MS

A ação empenhou 20 militares, 2 aeronaves AirTractor, drone com sensor de calor, abafador, soprador e estação meteorológica portátil. Os equipamentos auxiliam na identificação de focos de incêndio e realização de treinamentos específicos para as equipes.

A atividade contou com o apoio do Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), Prefeitura Municipal de Costa Rica, Brigada de Incêndio de Alcinópolis e representantes do Núcleo de Estudos do Fogo em Áreas Úmidas da UFMS.

O objetivo é reduzir riscos de grandes incêndios em meses de estiagem (julho, agosto, setembro e outubro), reduzir a biomassa acumulada e diminuir o material combustível disponível. O manejo contribui para a eliminação de espécies exóticas e favorece a regeneração da vegetação nativa.

“A queima foi realizada em área de difícil acesso, a qual servirá como um ponto de controle para possíveis incêndios. Mensuramos as condições adequadas para essa atividade, aferindo a velocidade do vento, a humidade relativa do ar e a temperatura do local. Nesse momento do ano, temos uma temperatura mais amena, com previsão de chuva para os próximos dias, sendo o momento ideal para esse tipo de ação”, destacou o chefe de operações da Diretoria de Proteção Ambiental dos Bombeiros, capitão Pedrozo.

Os incêndios aumentam nesta estação devido à combinação de clima seco, baixa umidade do ar, ventos fortes

QUEIMA PRESCRITA

Queima prescrita é o uso planejado e controlado do fogo em vegetação, para reduzir o acúmulo de material orgânico seco (combustível) e biomassa acumulada.

A atividade também é chamada de queima controlada e Manejo Integrado do Fogo (MIF).

A queima controlada é permitida nas práticas de prevenção e combate aos incêndios. Com isso, uma das formas de evitar incêndios florestais no Pantanal sul-mato-grossense é justamente realizar queimadas em vegetações que serviriam de combustível para o fogo.

A queima prescrita é conduzida de forma lenta e com baixa intensidade, permitindo a fuga da fauna e preservando a estrutura da vegetação.

O fogo é benéfico para o Pantanal sul-mato-grossense, se utilizado da maneira, frequência e na época correta. O fogo por si só não é um problema, mas incêndios florestais sim.

A fauna e flora estão adaptadas com a presença do fogo no Pantanal e Cerrado. Porém, a frequência a qual ocorre se torna um problema quando utilizado da maneira e época errada.

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