Cidades

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Mulher é esfaqueada pelo ex-namorado em Laguna Caarapã

Mulher é esfaqueada pelo ex-namorado em Laguna Caarapã

Redação

28/11/2008 - 15h10
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Emiliana Rocha Romeiro, 25 anos, foi esfaqueada pelo ex-namorado em Laguna Caarapã. O autor dos golpes, Reginaldo Fernandes, 28 anos, foi até a casa da ex-namorada, eles discutiram e Reginaldo desferiu os golpes contra ela que teve ferimentos leves. Reginaldo foi preso e a vítima socorrida no hospital local.

Inquérito civil

Ministério Público investiga balneário irregular no interior de MS

Os responsáveis por um fazenda, a qual foi invadida pelo "balneário", relatam que há muita baderna, lixo acumulado e já ouviram até disparos de arma de fogo

27/07/2026 10h30

O local, aparentemente de iniciativa popular, foi adaptado para receber banhistas, com mesas e cadeiras improvisadas

O local, aparentemente de iniciativa popular, foi adaptado para receber banhistas, com mesas e cadeiras improvisadas Foto: MPMS

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O Ministério Público de Mato Grosso do Sul, através da Promotoria de Justiça da Comarca de Bela Vista, abriu um inquérito civil para investigar o funcionamento irregular de um balneário localizado às margens do Rio Caracol.

O balneário se estende desde a faixa de domínio da Rodovia Federal Vital Brasil (BR 267 – trecho Jardim/Porto Murtinho), também ocupando área privada pertencente a Fazenda Imperador, localizada a 200 e 500 m, respectivamente das edificações da sede da fazenda.

O lugar funciona sem autorização ou Licença de Instalação e Operação para balneáros em área rual, emitida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc).

O 1º Batalhão de Polícia Militar Ambiental realizou uma vistoria no local, em abril deste ano, a qual constatou o funcionamento irregular do balneário.

O relatório de vistoria concluiu que a instalação e funcionamento do balneário sem licenciamento ambiental e em desacordo com as normas estaduais, associada à aglomeração de pessoas e à prática de poluição sonora é prejudicial à fauna e configura infração ambiental de natureza grave.

Diante dos fatos e com o desconhecimento de autoria, a PMA sugeriu que fossem adotadas as seguintes providências: embargo do local; o isolamento da área para fins de regeneração; a interrupção do uso do lugar para fins recreativos públicos; a demolição das estruturas implantadas.

Invasão 

Segundo relatos de pessoas que trabalham para Fazenda Imperador, o Balneário foi instalado sem consentimento dos responsáveis pelo domínio da rodovia e também da área particular.

O local, aparentemente de iniciativa popular, foi adaptado para receber banhistas, com mesas e cadeiras improvisadas
Balneário fica localizado a 200m da Fazenda Imperador

Uma mulher que trabalha na Fazenda Imperador alega que há alguns anos se iniciou a frequência de poucas pessoas às margens da BR 267. 

No entanto, com o passar dos anos, a constância e quantidade de pessoas no local aumentou, com grandes movimentos, causando transtornos diversos, desde sons automotivos elevados, aglomerações massivas de pessoas, disparos de arma de fogo, lixos e fezes acumuladas.

O local, aparentemente de iniciativa popular, foi adaptado para receber banhistas, onde construíram churrasqueiras, mesas, bancos e banheiros. Além disso, a comunicante informou às autoridades que após as aglomerações o local fica com lixo abandonado e fezes humanas espalhadas pelo local.

INVESTIGAÇÃO

Avião ligado a empresário de MS é apreendido com ouro contrabandeado

Aeronave teria sido utilizada em tentativa de envio de carga avaliada em U$ 25 milhões para Dubai

27/07/2026 09h30

Aeronave de matrícula PS-ZRZ foi relacionada por autoridades bolivianas à tentativa de transporte de 189 quilos de ouro

Aeronave de matrícula PS-ZRZ foi relacionada por autoridades bolivianas à tentativa de transporte de 189 quilos de ouro DTV 8.1

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Uma aeronave registrada em nome do empresário sul-mato-grossense Valdir Zorzo, passou a ser investigada pelas autoridades bolivianas após a interceptação de uma carga com 189 kg de outro no Aeroporto Internacional de Viru Viru, em Santa Cruz de La Sierra.

O material, avaliado pelas autoridades locais em aproximadamente US$ 25 milhões, teria como destino final Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. O caso ocorreu na quarta-feira (22), e ganhou repercussão nacional na Bolívia diante da suspeita de participação de agentes públicos na tentativa de retirada irregular do minério do país.

Aeronave de matrícula PS-ZRZ foi relacionada por autoridades bolivianas à tentativa de transporte de 189 quilos de ouro

Segundo informações do portal Diário do Conesul, o ouro estava distribuído em quatro malas e seria transportado em um voo fretado. Um homem identificado como Ádrian Lema Roca, de 22 anos, foi apontado como responsável pela carga. 

Após passar por audiência, ele teve a prisão preventiva decretada pelo período de 150 dias e foi encaminhado ao complexo penitenciário de Palmasola, em Santa Cruz de La Sierra. A unidade prisional conta com mais de 8 mil detentos. 

Outras cinco pessoas chegaram a ser detidas durante a operação, mas foram posteriormente liberadas. Entre elas estariam três servidores públicos, incluindo representantes da Alfândega e do Serviço Nacional de Registro e Controle da Comercialização de Minerais e Metais.

As autoridades investigam se funcionários de órgãos bolivianos teriam contribuído para facilitar a liberação da carga e a saída do voo sem a documentação exigida.

Rota teria começado em Campo Grande

Documentos relacionados ao caso apontam que a aeronave de matrícula PS-ZRZ teria entrado na Bolívia no dia 21 de julho. O voo teria saído de Campo Grande, realizado uma escala em Corumbá e, posteriormente, seguido para o Aeroporto de Viru Viru.

O avião estaria sob o comando de Jim Clark D’Angelo Macedo, profissional ligado à Dallas Alimentos, empresa sediada em Nova Alvorada do Sul, a cerca de 120 quilômetros de Campo Grande.

Até o momento, não houve manifestação pública do piloto sobre o episódio. Tentativas de contato mencionadas nas informações iniciais não tiveram retorno.

A defesa da Dallas Alimentos apresentou uma versão diferente da divulgada pelas autoridades bolivianas. Conforme o advogado da empresa, a aeronave não teria sido apreendida e estaria em Cuiabá, onde passa por serviços de manutenção e reparos.

O representante jurídico também afirmou que o homem citado como piloto não possuiria atualmente licença para comandar aeronaves em razão da idade, embora tenha exercido a função anteriormente.

Ainda segundo a defesa, a empresa não participa de operações clandestinas e deverá realizar uma reunião no dia 27 para levantar informações sobre o caso e definir as medidas necessárias para colaborar com as autoridades.

As circunstâncias do voo, a propriedade da carga e a eventual participação dos servidores públicos continuam sob investigação. Também deverá ser esclarecida a divergência entre a versão divulgada na Bolívia, que relaciona a aeronave à operação, e a posição da empresa, que afirma que o avião permanece no Brasil.

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