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No Brasil, moeda de 1822 avaliada em R$ 400 mil

No Brasil, moeda de 1822 avaliada em R$ 400 mil

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A moeda mais valiosa para os colecionadores, no Brasil, é a peça confeccionada em 1822, em comemoração à coroação de Dom Pedro I. No mercado, ela está avaliada em R$ 400 mil. Na época, ela valia 6.400 réis e foi confeccionada em ouro 22 quilates.

Autor do livro Brasil em Cédulas & Moedas na visão de um colecionador, José Rodrigues Pinto detalha que as peças são classificadas em três tipos. As moedas bem conservadas (MBC) têm o menor valor, mas valem para os colecionadores. Em seguida, aparecem as “soberbas”, que tiveram pouca circulação no comércio e a “flor de cunha”, que saiu da Casa da Moeda e praticamente não foi tocada.

“Há até a maneira correta de manusear, pegando no eixo (no aro, entre o dedo indicador e o polegar), porque o suor das mãos, o calor, acaba alterando a qualidade da moeda”, detalhou.

O Brasil já passou por nove trocas de padrão monetário.

  • O Real (também conhecido como Réis) durou de 1500 a 1942
  • Depois, de 1942 a 1967, circulou o Cruzeiro
  • cruzeiro Novo (1967 a 1970)
  • Cruzeiro (1970 a 1986)
  • Cruzado (1986 a 1989)
  • Cruzado Novo (1989 a 1990)
  • Cruzeiro (1990 a 1993)
  • Cruzeiro Real (1993 a 1994)
  • Real (a partir de 1994). 

autor de livros

Chefão do Comando Vermelho, Marcinho VP tem pena reduzida em mais de um ano

Traficante está preso na Penitenciária Federal de Campo Grande e redução da pena foi validada devido a livros escritos por ele na cadeia

19/05/2026 18h43

Marcinho VP teve 384 dias de remição da pena

Marcinho VP teve 384 dias de remição da pena Reprodução/TV Record

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O traficante Márcio Nepomuceno, o Marcinho VP, condenado a mais de 40 anos por crimes relacionados ao tráfico de drogas e homicídio e líder do Comando Vermelho, teve a pena reduzida em 384 dias, em decisão validada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), devido a sua produção literária durante o período em que está na cadeia.

Preso desde 1996, ele está em penitenciárias federais desde 2010, atualmente em Campo Grande.

A decisão do STF considera os quatro livros escritos pelo traficante entre 2017 e 2025.

Os livros de autoria de Marcinho VP são:

  • Marcinho VP: verdades e posições: o direito penal do inimigo, lançado em 2017
  • Preso de guerra: Um romance que resistiu à ditadura e à dor do cárcere, lançado em 2021
  • Execução Penal Banal Comentada, lançado em 2023
  • A cor da lei, lançado em 2025

Além dos livros escritos, o o chefão da facção criminosa do Rio de Janeiro também leu três livros no cárcere, que diminuíram 12 dias de sua pena, isto porque vada obra lida corresponde a remição de quatro dias de pena.

Os livro lidos pelo preso são: "Adriano: Meu medo maior", biografia do ex-jogador de futebol conhecido como Adriano Imperador; "Mussum Forevis, samba, mé e trapalhões", biografia do humorista Antonio Carlos Bernardes Gomes, mais conhecido como Mussum; e "O vermelho e o Negro", uma das mais importantes obras da literatura francesa.

Conforme reportagem do Correio do Estado, além da remição da pena por leitura e produção literária, Marcinho VP também briga na Justiça para progredir para o regime semiaberto e ser colocado em liberdade definitiva em dezembro de 2026, pleiteando a concessão da detração de pouco mais de oito anos de prisão em que esteve preso preventivamente, na década passada.

Ele completa no fim de agosto 30 anos encarceirado e, pela legislação de quando foi condenado, este é o tempo limite que uma pessoa pode ficar na cadeia.

No entanto, matéria do Correio do Estado mostrou que caso ele seja condenado por outro crime, praticado após a mudança da legislação que ampliou o limite para 40 anos, poderá ficar mais tempo na prisão.

Para tentar impedir a soltura iminente, delegados e promotores buscam diversas alternativas, enquanto a defesa do traficante tenta derrubar mandados em vigor e evitar novas condenações.

Marcinho VP 

árcio Nepomuceno, o Marcinho VP, é apontado com nome proeminente da criminalidade do Rio de Janeiro há quase três décadas, sendo um dos principais chefes do Comando Vermelho, ao lado de Fernandinho Beira Mar.

Preso desde 1996 , ele está em penitenciárias federais desde 2010, atualmente em Campo Grande.

No entanto, o encarceramento não impediu que Marcinho VP continuasse no mundo no crime. Mesmo de dentro do presídio, ele ordenou uma série de crimes que foram cometidos por outros faccionados. Nos últimos 14 anos, ele cumpre pena em unidades federais.

Em novembro de 2024, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, por meio da Vara de Execuções Penais, autorizou a renovação, por mais três anos, da permanência de Marcinho VP no sistema penitenciário federal.

Na decisão, o juiz afirmou que a manutenção de Marcinho VP no sistema federal segue necessária para dificultar articulações criminosas no Rio de Janeiro.

A decisão cita a megaoperação deflagrada em 28 de outubro de 2024 nos complexos do Alemão e da Penha, áreas consideradas reduto de Marcinho VP, para alertar sobre o "risco do retorno do apenado ao sistema penal do estado".

O histórico de transgressões do líder do Comando Vermelho também foi apontado como motivo pela sua permanência. 

A Justiça considerou que a lei permite a renovação do prazo de permanência por um novo período, caso permaneçam os motivos da transferência. No caso de Marcinho VP, o interesse coletivo de segurança pública.

Marcinho VP é pai do rapper Oruam, que já fez manifestações públicas pedindo a liberdade do pai.

em investigação

Médico que encontrou esposa morta realizou primeiro transplante de coração de MS

João Jazbik Neto nega existência de crime, mas polícia diz que perícia contraria versão do médico e abriu inquérito complementar para apurar o caso

19/05/2026 18h31

Médico encontrou a esposa morta em chácara de Campo Grande

Médico encontrou a esposa morta em chácara de Campo Grande Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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O médico cardiologista João Jazbik Neto, que encontrou a esposa morta em uma chácara de Campo Grande, fez parte da médica responsável pelo primeiro transplante de coração realizado em Campo Grande, em 1994, na Santa Casa. A Polícia Civil abriu inquérito para investigar se o caso se trata de suícidio ou feminicídio e o médico é tratado como suspeito.

A primeira cirurgia de transplante de coração em Mato Grosso do Sul aconteceu no dia 23 de setembro de 1994 e Jazbik Neto fez parte da equipe médica responsável pela cirurgia. O paciente foi um jovem de 27 anos que apresentava miocardiopatia. 

Os transplantes de coração na Santa Casa foram suspensos em 2005 e retomados em fevereiro de 2013. Jazbik Neto também estava na equipe médica na retomada de transplantes no hospital, em cirurgia realizada em um homem de 50 anos.

O médico está preso e aguarda audiência de custódia, que será realizada nesta quarta-feira (19). Ele foi autuado em flagrante pelos crimes de posse irregular de arma de fogo e fraude processual.

O caso

A fisioterapeuta Fabíola Marcotti foi encontrada morta a tiro nessa segunda-feira (18), em uma chácara na região da Chácara dos Poderes, em Campo Grande.

Jazbik Neto acionou a Polícia Civil e informou que já a encontrou em óbito. No entanto, de acordo com o delegado da Deam, Leandro Santiago, em entrevistas prévias, o médico e outras testemunhas que se encontravam no local divergiram nas versões apresentadas.

Além disso, perícia preliminar constatou que a lesão que a vítima tinha na cabeça não condizia com a versão apresentada pelo médico.

"A equipe realizou diversas diligências na propriedade e constatou que o suspeito, companheiro da vítima, determinou que o caseiro e um ex-funcionário seu deslocassem um armário com diversas armas de fogo e munições para um casebre dentro da propriedade, o que consistiu em crime de fraude processual, motivo pelo qual os três foram autuados em flagrantes por esse crime", explicou o delegado.

"Agora iremos instaurar um inquérito complemenaar em autos apartados para apurar, sob uma perspectiva de gênero, as circunstâncias do óbito da vítima Fabíola, se se trata de um suicídio ou de uma feminicídio", concluiu Santiago.

O advogado José Belga, que representa Jazbik Neto, informou, por meio de nota, que o médico "foi autuado em flagrante por posse irregular de arma de fogo e fraude processual, em meio a uma grande tragédia pessoal e familiar".

"Apesar do luto e do sofrimento de que padece neste momento, o Dr. João Jasbik se colocou à inteira disposição da autoridade policial, prestando todos os esclarecimentos e concordando com a realização do exame residuográfico, afastando qualquer suspeita da hipótese de feminicídio, inicialmente considerada pela investigação", diz a nota.

No entanto, em declaração posterior, o delegado informou que não está descartada a hipótese de feminicídio e que o caso segue sob investigação.

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