Cidades

GOLPE

Novo golpe: Entregadores estão filmando cartão de clientes na hora de digitar a senha, alerta Procon MS

Com a desculpa de clarear a máquina de cartão, golpistas aproveitam para filmar dados do cartão

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Alguns entregadores estão aproveitando para filmar os dados do cartão dos clientes na hora do pagamento. Esse é o novo golpe que o superintendente do Procon MS, Marcelo Salomão, está alertando para a população.

A desculpa é de que o entregador está iluminando a máquina de cartão, mas, na verdade está gravando a senha e o código de segurança.

O superintendente postou um vídeo nas redes sociais avisando sobre a cilada.

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"Hoje eu venho aqui fazer um alerta. Alguns entregadores de aplicativos estão filmando seu cartão com a desculpa de que é para clarear, em virtude da luz do celular dele. Ele está gravando seu código de segurança, o número do seu cartão e quando você for digitar a senha, com a desculpa de iluminar, eles na verdade estão filmando você digitar sua senha", alerta.

"Muito cuidado. Fica o alerta para não cair nesse golpe. Essa é uma prática comum que está acontecendo", finaliza.

ENTREGAS

Conforme informado pelo Procon MS, um estudo realizado pela Mobilis mostra que os gastos com aplicativos de entregas, principalmente comidas prontas, aumentaram 149% durante a pandemia.

No entanto, um outro levantamento revela que o número de registros de golpes durante entregas por aplicativos de comidas saltou 186% se comparado de janeiro a maio do ano passado, com o mesmo período deste ano.

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Perseguição Política

Fábio Trad denuncia 'ódio bolsonarista' em MS e pede socorro ao Brasil

Ex-candidato ao governo aponta seis alvos de suposta perseguição política após vitória de Lula e afirma que já está adotando medidas jurídicas contra os episódios

29/10/2026 18h19

Fábio Trad denuncia perseguição política em MS e reúne provas para apresentar denúncias ao MPF e à Polícia Federal.

Fábio Trad denuncia perseguição política em MS e reúne provas para apresentar denúncias ao MPF e à Polícia Federal. Foto: Reprodução Instagram.

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O ex-candidato ao Governo de Mato Grosso do Sul, Fábio Trad (PT), fez um apelo nacional por meio de um vídeo publicado no Instagram, denunciando uma série de episódios de violência, ameaças, discriminação e perseguição política que teriam ocorrido no Estado após a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no último domingo (25).

Advogado e ex-deputado federal, Trad afirmou que seis grupos foram alvo do que classificou como "ódio bolsonarista" e revelou que já está adotando medidas jurídicas para buscar a responsabilização dos envolvidos.

Entre as situações mencionadas estão ameaças contra indígenas, denúncias de assédio eleitoral no trabalho, agressões físicas, boicotes comerciais, ofensas a nordestinos e declarações atribuídas a um policial.

"Mato Grosso do Sul está sob ataque do ódio bolsonarista. Depois do segundo turno, com a vitória do presidente Lula, o ódio bolsonarista escolheu seis alvos em MS. Eu estou aqui como cidadão e advogado pedindo socorro em nome desses alvos. Por favor, compartilhem!", declarou.

Durante a gravação, o petista apresentou os episódios que, segundo ele, demonstram o agravamento da intolerância política no Estado e cobrou atenção nacional para as denúncias.

Ameaças a indígenas e agressões na Capital

O primeiro caso mencionado por Trad envolve o município de Tacuru, no sul de Mato Grosso do Sul, onde servidores municipais foram denunciados após a circulação de áudios com ameaças de envenenamento da água consumida por comunidades indígenas.

O episódio levou o Ministério Público Federal (MPF) a instaurar procedimentos para apurar as intimidações. A Prefeitura de Tacuru também anunciou o afastamento dos servidores envolvidos e a abertura de um processo administrativo disciplinar.

Na gravação, Trad também menciona denúncias de mortes de indígenas. Entretanto, até o momento, não há confirmação oficial de que a água tenha sido contaminada ou de mortes provocadas por envenenamento.

O MPF também esclareceu que denúncias de supostos ataques políticos contra indígenas em Naviraí não se confirmaram após as primeiras diligências.

O segundo grupo apontado pelo ex-candidato é formado por trabalhadores que teriam sofrido ameaças ou represálias em razão de suas escolhas eleitorais.

Conforme levantamento divulgado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT-MS) nesta quinta-feira (29), Mato Grosso do Sul já contabiliza 62 denúncias de assédio eleitoral em 2026, superando os 58 registros de 2022.

Desse total, 19 ocorrências foram registradas nos três dias posteriores ao segundo turno.

Trad também citou agressões contra apoiadores de Lula na região central de Campo Grande. No domingo (25), vídeos registraram uma confusão na Avenida Afonso Pena, quando um homem atingiu com um pedaço de madeira um veículo que exibia uma bandeira do presidente reeleito.

Na sequência, ocupantes do carro se envolveram em uma briga com pessoas que estavam no local. As imagens circularam nas redes sociais e provocaram repercussão diante da violência registrada logo após o resultado das urnas.

Boicotes comerciais e ofensas a nordestinos

O quarto episódio destacado por Trad envolve comerciantes de Jardim, onde listas com nomes de estabelecimentos supostamente ligados a apoiadores do PT passaram a circular em aplicativos de mensagens.

Os documentos incentivavam consumidores a deixar de frequentar determinados comércios em razão das preferências políticas atribuídas aos proprietários.

Um dos empresários mencionados nas publicações, proprietário de uma loja de bicicletas, manifestou-se publicamente contra o boicote e defendeu o respeito às diferenças políticas.

O quinto caso envolve o prefeito de Chapadão do Sul, Walter Schlatter (PP), que compartilhou uma montagem associando o mapa do Nordeste à figura de um burro após o resultado das eleições presidenciais.

A publicação provocou críticas de outros gestores municipais e repercussão nacional. Posteriormente, o prefeito apagou a imagem, reconheceu que a manifestação foi inadequada e pediu desculpas à população nordestina.

Por fim, Trad mencionou uma denúncia contra um policial militar que teria afirmado, em vídeo, que apoiadores do PT não deveriam receber atendimento policial.

O episódio também foi citado pelo deputado estadual Pedro Kemp (PT), durante sessão da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, na quarta-feira (28). O parlamentar atribuiu a declaração a um policial de Cassilândia e defendeu a apuração da conduta.

Outro episódio foi encaminhado à reportagem do Correio do Estado por Fábio Trad e envolve a circulação de uma lista de supostos apoiadores do Partido dos Trabalhadores em Bela Vista, município localizado na fronteira com o Paraguai.

O material, compartilhado em um grupo de WhatsApp, reúne 40 citações, incluindo seis advogados e 28 referências a comércios, estabelecimentos e atividades comerciais, além de jornalistas, psicólogos e outros profissionais.

A mensagem apresenta os citados como petistas e afirma:

"Não estamos julgando, apenas dando ciência! Façam o que quiser com os dados".

A divulgação levanta preocupações sobre possíveis boicotes e represálias por motivação política. Não há confirmação sobre a autoria da lista, as preferências partidárias atribuídas aos mencionados ou eventuais prejuízos sofridos.

Trad reúne provas para apresentar denúncias ao MPF e à P

Ao encerrar a gravação, Fábio Trad criticou a atuação do Governo de Mato Grosso do Sul diante dos episódios e afirmou que está buscando providências jurídicas para responsabilizar possíveis autores de ameaças e perseguições.

"Lamentavelmente, não adianta pedir para o Governo do Estado. Simplesmente não adianta. Eu sou advogado, já estou promovendo as representações, mas sozinho não consigo enfrentar a máquina de ódio aqui instalada", declarou.

Procurado pelo Correio do Estado nesta quinta-feira (29), Fábio Trad esclareceu que as representações ainda não foram formalizadas e que seu escritório de advocacia está reunindo elementos de prova para fundamentar as medidas jurídicas.

"Meu escritório está reunindo os elementos de prova para subsidiar as peças e, assim que as tivermos em mãos, vamos encaminhar para protocolo ao MPF e à PF", afirmou. 

Trad também pediu que a população compartilhe a gravação para ampliar a repercussão nacional dos acontecimentos.

"Por isso, peço que o Brasil olhe para o nosso Estado, Mato Grosso do Sul, agora, e você compartilhe. O silêncio é cúmplice", concluiu.

As declarações ocorrem em meio à atuação de órgãos de fiscalização e investigação sobre possíveis crimes e irregularidades após as eleições.

As situações relatadas apresentam diferentes estágios de apuração, e parte das acusações ainda depende de confirmação pelas autoridades competentes.

 

Assédio Eleitoral

MPMS pede inquérito após ex-deputada falar em demitir lulistas

Ministério Público quer ouvir Bela Barros, funcionários e empresários para apurar possíveis demissões por motivação política e listas de boicote a estabelecimentos comerciais.

29/10/2026 17h16

Ex-deputada Bela Barros deverá ser ouvida após MP pedir investigação sobre possíveis demissões por motivação política em MS.

Ex-deputada Bela Barros deverá ser ouvida após MP pedir investigação sobre possíveis demissões por motivação política em MS. Foto: Reprodução Instagram.

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O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) requisitou, nesta quinta-feira (29), a abertura de um inquérito policial para apurar possíveis crimes relacionados à perseguição política, ameaças de demissão e divulgação de listas de boicote a estabelecimentos comerciais em Dourados.

Entre as pessoas que deverão ser ouvidas, conforme a solicitação, está a ex-deputada estadual e ex-vereadora Bela Barros (PDT), que ganhou repercussão após afirmar nas redes sociais que havia demitido um funcionário e pretendia dispensar outros oito em meio às discussões sobre o resultado das eleições presidenciais.

A medida foi determinada por meio de requisição assinada pelo promotor de Justiça João Linhares, supervisor das Promotorias de Justiça Criminais de Dourados, e encaminhada ao delegado regional da Polícia Civil, Adilson Stiguivitis Lima.

O documento, identificado como Ofício nº 9/2026, solicita a apuração de possíveis crimes de perseguição (stalking), incitação ao crime e associação criminosa, além de outras infrações que possam ser identificadas durante as investigações.

O pedido ocorre dois dias depois de o Correio do Estado revelar as declarações de Bela Barros e um dia após a publicação de sua retratação pública. Na ocasião, a ex-parlamentar pediu desculpas e negou que trabalhadores tivessem sido demitidos por motivação política.

Segundo o Ministério Público, chegaram ao conhecimento da instituição informações de que pessoas estariam elaborando e compartilhando listas de empresas situadas em Dourados para incentivar represálias econômicas contra estabelecimentos cujos proprietários teriam determinadas preferências político-eleitorais.

O órgão também recebeu relatos de manifestações que incentivavam a demissão de trabalhadores em razão de suas convicções políticas ou do exercício do direito de voto.

Para a Promotoria, as situações exigem investigação para esclarecer os fatos, identificar os envolvidos e verificar a possível ocorrência de infrações penais.

Ex-deputada e funcionários deverão ser ouvidos

Um dos principais pontos da requisição é a determinação para que a Polícia Civil identifique e ouça Bela Barros, a respeito das declarações feitas em uma publicação do Instagram.

Na terça-feira (27), o Correio do Estado mostrou que a ex-parlamentar havia comentado um vídeo do pastor Leandro Reis, da Igreja Deus Tem Mais, localizada no Rio de Janeiro (RJ), no qual eram discutidas supostas demissões de trabalhadores que votaram no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Na ocasião, Bela afirmou:

 "Hoje nós tbem demitimos 1, mas vamos demitir uns oito em nome de Jesus."

Ex-deputada Bela Barros deverá ser ouvida após MP pedir investigação sobre possíveis demissões por motivação política em MS.
Ex-deputada Bela Barros afirma ter demitido um funcionário e anuncia outras oito dispensas em comentário publicado no Instagram do pastor Leandro Reis. Foto: Reprodução Instagram.

Em outras manifestações na mesma publicação, ela afirmou que a família possuía sete restaurantes e defendeu a compra de produtos de empresários que não fossem ligados ao Partido dos Trabalhadores.

Diante da repercussão, o Ministério Público quer esclarecer se houve alguma demissão relacionada à escolha política de funcionários e se trabalhadores foram submetidos a ameaças, intimidações ou exigências de apoio a determinado candidato.

O ofício solicita expressamente a identificação e o depoimento de uma funcionária supostamente demitida pela ex-deputada, além de outros empregados e ex-empregados dos estabelecimentos comerciais ligados à família.

A investigação deverá verificar se houve desligamento por preferência político-eleitoral, recusa de apoio a candidato ou manifestação de opinião política.

Bela Barros se retratou e negou demissões

Após a repercussão das declarações, Bela Barros publicou um vídeo nas redes sociais pedindo desculpas pelas manifestações. A retratação ocorreu na terça-feira (27) e foi noticiada pelo Correio do Estado no dia seguinte.

Na gravação, a ex-deputada afirmou que estava envergonhada, reconheceu que suas palavras foram inadequadas e garantiu que ninguém havia sido dispensado por motivos políticos.

 "Ninguém foi demitido e ninguém vai ser demitido."

Bela também afirmou que os restaurantes pertencem aos filhos e que não possui poder de contratação ou demissão nos estabelecimentos. Segundo ela, a declaração foi feita de maneira impensada, sem conhecimento dos familiares.

Apesar da retratação, o Ministério Público incluiu o vídeo entre os documentos que deverão instruir a investigação, juntamente com a captura de tela do comentário original.

A Promotoria pretende confrontar as declarações públicas com os depoimentos dos trabalhadores e demais elementos que vierem a ser reunidos, para esclarecer se houve alguma prática irregular.

Bella Parmegiana nega ligação com ex-deputada

A repercussão das declarações da ex-deputada Bela Barros também provocou confusão nas redes sociais, levando o restaurante Bella Parmegiana, de Campo Grande, a divulgar uma nota pública para esclarecer que não possui qualquer ligação com a ex-parlamentar ou com os estabelecimentos comerciais envolvidos na polêmica.

Em comunicado, a empresa destacou que suas únicas unidades estão localizadas no Shopping Campo Grande e no Shopping Norte Sul Plaza, ambos na Capital, e que não mantém estabelecimentos em Dourados, município onde ocorreu o episódio envolvendo a ex-deputada.

"Em quase 30 anos de história, sempre fizemos questão de tratar bem quem trabalha com a gente e quem vem comer com a gente, isso não muda, e aqui todo mundo é bem-vindo, independente de opinião ou posição política", afirmou o restaurante.

Polícia deverá identificar responsáveis pelas listas de boicote

Além das declarações da ex-deputada, a requisição do Ministério Público concentra esforços na identificação de pessoas que teriam organizado, produzido e divulgado listas de estabelecimentos comerciais para incentivar boicotes motivados por divergências políticas.

Entre as diligências solicitadas está o depoimento do vereador Franklin Schmalz (PT), de Dourados. O parlamentar deverá prestar esclarecimentos sobre a existência das listas, os possíveis responsáveis por sua circulação e eventuais represálias sofridas por empresários e trabalhadores.

O promotor também solicitou que Everaldo Leite Dias, diretor da Associação Comercial e Empresarial de Dourados (Aced), seja ouvido para informar se a entidade recebeu relatos sobre empresas incluídas nas relações de boicote e possíveis prejuízos econômicos.

A Polícia Civil deverá identificar os proprietários dos estabelecimentos mencionados nas listas e verificar se sofreram ameaças, constrangimentos, perseguições ou outras formas de retaliação.

O documento encaminhado à autoridade policial inclui, entre seus anexos, uma relação de empresas e profissionais liberais que seriam alvo de represálias, além de registros das manifestações nas redes sociais.

A Promotoria também pretende esclarecer se houve atuação coordenada entre os responsáveis pelas publicações e se existia algum vínculo permanente destinado à prática de crimes.

Declarações de empresária ligada ao Boticário também repercutiram

O episódio ocorre em meio a uma sequência de manifestações políticas envolvendo empresários de Mato Grosso do Sul após o segundo turno das eleições.

Conforme noticiado anteriormente pelo Correio do Estado, outra situação que ganhou repercussão envolveu Helenita Brum, integrante da diretoria executiva do Grupo Valebrum, responsável pela operação de franquias de O Boticário no Estado.

Em um vídeo divulgado nas redes sociais, a empresária fez críticas a eleitores de Lula e afirmou que gostaria de ver um apoiador do presidente lhe pedir dinheiro ou emprego.

Na gravação, declarou: "Quero que passe fome".

Após a repercussão, o Grupo Boticário repudiou manifestações contrárias ao respeito, à diversidade e à pluralidade, esclarecendo que as declarações eram pessoais e não representavam os valores da companhia.

O ofício do Ministério Público de Dourados, entretanto, não menciona Helenita Brum nem o Grupo Boticário entre os possíveis envolvidos ou pessoas cuja oitiva foi solicitada.

O episódio integra o contexto das manifestações políticas que repercutiram no Estado, mas não há indicação, nesse documento, de que a empresária seja alvo da investigação requisitada.

Três crimes poderão ser investigados

Na requisição, o promotor João Linhares aponta três possíveis crimes: perseguição (stalking), incitação ao crime e associação criminosa.

O primeiro envolve perseguição reiterada que ameace ou prejudique a liberdade da vítima. O segundo ocorre quando há incentivo público à prática de crimes, enquanto o terceiro exige a união estável de pelo menos três pessoas com a finalidade de cometer infrações penais.

O Ministério Público ressalta que a liberdade de expressão e as divergências políticas são protegidas pela Constituição, mas não autorizam ameaças, perseguições ou outras práticas criminosas.

A investigação busca esclarecer os fatos e identificar eventuais responsáveis. Até o momento, não há comprovação de que os crimes tenham ocorrido.

MS já soma 62 denúncias de assédio eleitoral

Mato Grosso do Sul já contabiliza 62 denúncias de assédio eleitoral em 2026, superando os 58 registros de 2022, conforme balanço divulgado pelo Ministério Público do Trabalho (MPT-MS).

Desse total, 19 denúncias foram registradas nos três dias seguintes ao segundo turno. Campo Grande lidera com 32 ocorrências, seguida por Dourados, com 13.

O caso de Bela Barros também chegou ao MPT-MS, que notificou a ex-deputada para prestar esclarecimentos sobre possíveis demissões por motivação política.

Já o Ministério Público Estadual requisitou a abertura de inquérito criminal e solicitou resposta da Polícia Civil dentro do prazo legal. O documento não confirma se a investigação já foi instaurada.

O Correio do Estado mantém espaço aberto para manifestações dos envolvidos.

 

 

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