Cidades

ABUSO

Número de vítimas de suposto pastor pedófilo chega a 10

Número de vítimas de suposto pastor pedófilo chega a 10

EDIÇÃO DE NOTÍCIAS

15/10/2010 - 09h47
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Chega a 10 o número de vítimas do “pastor” José Gregório da Silva, de 59 anos, que também era encanador da Sanesul. Além dos dois casos investigados pela DAM (Delegacia de Atendimento à Mulher), cujas vítimas de 7 e 9 anos são filhas de uma prima do autor, outras oito vítimas do pedófilo já foram identificadas.

Conforme a delegada Sandra Regina Simão de Brito Araújo, algumas vítimas foram citadas durante o depoimento de Silva e outras foram levadas à delegacia por familiares e por conselheiros tutelares.

No total, são 10 crianças e adolescentes que foram molestadas pelo pedófilo. Desses, sete são meninas e três meninos, cujas idades variam de 7 a 14 anos. Apenas um menino, de 12 anos, não tem vínculo familiar com Silva, de acordo com a delegada.

Para a surpresa de todos, cinco vítimas disseram em depoimento que foram molestadas dentro da igreja Deus é Amor, no distrito da Silviolândia, onde o pedófilo diz que era pastor.

Silva foi preso na sexta-feira (08), enquanto trabalhava no bairro Mangabeira. A prisão foi feita pelos investigadores da DAM, Lindomar Pereira da Silva e Silvana Nahban. Assim que os investigadores anunciaram a prisão, o suposto pastor disse que já sabia por que estava sendo preso.

Silva confessou à nossa reportagem que abusava sexualmente das filhas de um primo, de 7 e 9 anos. Com naturalidade, suposto pastor relatou ao Edição de Notícias detalhes impublicáveis das relações sexuais com as primas de segundo grau.

Conforme Silva, as irmãs sofriam abusos há mais de um ano. Quanto à freqüência das relações, o suposto pastor informou que sempre que tinha oportunidade “pegava” as primas. “Enquanto abusava de uma a outra ficava olhando”, confessou Silva.

As investigações apontam que o suposto pastor abusou das duas primas. No caso da mais velha, o laudo comprova a conjunção carnal. Segundo Silva, ele nunca ameaçou as meninas, mas procurava agradar, com presentes, inclusive com celulares, “as meninas confiavam em mim porque eu sou pastor”, completou.

Os investigadores desconfiam que Silva tenha abusado de outras crianças. Os pais que desconfiarem que seus filhos sofreram abusos sexuais podem procurar a DAM, na avenida General Mendes de Moraes, no Jardim Aeroporto, em Coxim.

Já chegou a 10 o número de vítimas do “pastor” José Gregório da Silva, de 59 anos, que também era encanador da Sanesul. Além dos dois casos investigados pela DAM (Delegacia de Atendimento à Mulher), cujas vítimas de 7 e 9 anos são filhas de uma prima do autor, outras oito vítimas do pedófilo já foram identificadas.

Conforme a delegada Sandra Regina Simão de Brito Araújo, algumas vítimas foram citadas durante o depoimento de Silva e outras foram levadas à delegacia por familiares e por conselheiros tutelares.

No total, são 10 crianças e adolescentes que foram molestadas pelo pedófilo. Desses, sete são meninas e três meninos, cujas idades variam de 7 a 14 anos. Apenas um menino, de 12 anos, não tem vínculo familiar com Silva, de acordo com a delegada.

Para a surpresa de todos, cinco vítimas disseram em depoimento que foram molestadas dentro da igreja Deus é Amor, no distrito da Silviolândia, onde o pedófilo diz que era pastor.

Silva foi preso na sexta-feira (08), enquanto trabalhava no bairro Mangabeira. A prisão foi feita pelos investigadores da DAM, Lindomar Pereira da Silva e Silvana Nahban. Assim que os investigadores anunciaram a prisão, o suposto pastor disse que já sabia por que estava sendo preso.

Silva confessou à nossa reportagem que abusava sexualmente das filhas de um primo, de 7 e 9 anos. Com naturalidade, suposto pastor relatou ao Edição de Notícias detalhes impublicáveis das relações sexuais com as primas de segundo grau.

Conforme Silva, as irmãs sofriam abusos há mais de um ano. Quanto à freqüência das relações, o suposto pastor informou que sempre que tinha oportunidade “pegava” as primas. “Enquanto abusava de uma a outra ficava olhando”, confessou Silva.

As investigações apontam que o suposto pastor abusou das duas primas. No caso da mais velha, o laudo comprova a conjunção carnal. Segundo Silva, ele nunca ameaçou as meninas, mas procurava agradar, com presentes, inclusive com celulares, “as meninas confiavam em mim porque eu sou pastor”, completou.

Os investigadores desconfiam que Silva tenha abusado de outras crianças. Os pais que desconfiarem que seus filhos sofreram abusos sexuais podem procurar a DAM, na avenida General Mendes de Moraes, no Jardim Aeroporto, em Coxim.

15 dias após temporal

Prefeitura segue à espera de R$ 40 milhões para recuperar a cidade

União reconheceu o estado de calamidade, mas ainda não liberou o dinheiro para restaurar a Capital

25/09/2026 12h00

Prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, em coletiva de imprensa realizada na manhã desta sexta-feira (25), no evento de ordem de serviço para asfalto nos bairros Santa Emília e Aquarius

Prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes, em coletiva de imprensa realizada na manhã desta sexta-feira (25), no evento de ordem de serviço para asfalto nos bairros Santa Emília e Aquarius MARCELO VICTOR

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A Prefeitura Municipal de Campo Grande ainda não recebeu os R$ 40 milhões do Governo Federal destinados à recuperação da cidade, após estragos causados pelo temporal de 10 de setembro.

A União ainda não liberou o recurso e Campo Grande segue à espera da verba para restaurar pontos críticos, como destelhamento de casas, escolas e Armazém Cultural da Esplanada Ferroviária, além de desabamento de teto da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Universitário.

Em 12 de setembro, Campo Grande decretou estado de emergência por conta dos estragos deixados pelo forte temporal.

Em 15 de setembro, Adriane Lopes foi até Brasília (DF) pedir socorro ao Governo Federal para reconstruir a cidade. Na ocasião, foi atendida pelo ministro das Relações Institucionais, José Guimarães.

Logo, a União reconheceu o estado de calamidade pública em Campo Grande. Com isso, autorizou o envio de recursos federais extraordinários, livres de amarras orçamentárias, para socorro humanitário e reconstrução da infraestrutura da Capital.

Mas, 15 dias após o vendaval, a prefeita da Capital, Adriane Lopes (PP), afirmou que ainda segue à espera do recurso. “Nós não recebemos ainda o recurso para a recuperação da cidade depois da tempestade que aconteceu. Não tivemos ainda nenhum recurso, mas o relatório foi apresentado”, revelou.

Ainda não se sabe quando o dinheiro será liberado.

A chefe do executivo municipal contou ainda que foi nesta semana ao Ministério da Saúde, em Brasília, em busca de recursos para Campo Grande.

“[Fui em busca de] ampliação dos recursos para atendimento da população de Campo Grande, tendo em vista que hoje nós temos 960 mil habitantes e nós atendemos 1 milhão e 600 mil pessoas. Então eu tenho que bater na porta do Governo Federal e apresentar os meus dados e pedir mais recursos porque o que a gente recebe é insuficiente para a cobertura da saúde na Capital”, disse.

TEMPORAL

Forte temporal foi registrado em 10 de setembro de 2026 em Campo Grande.

De acordo com o meteorologista Natálio Abrahão, foram contabilizados 24,4 milímetros em 28 minutos e 3.095 raios em 36 minutos, além de ventos de 83 km/h.

De acordo com Adriane, houve mais de 100 chamados de árvores caídas pela cidade, dezenas de famílias desabrigadas, 37 escolas destelhadas, 3 unidades de Assistência Social danificadas e 1 unidade de saúde com desabamento de teto.

A tempestade foi rápida, mas causos muitos prejuízos. Reportagem do Correio do Estado percorreu os principais pontos de estragos e constatou que o vendaval causou:

  • Queda de árvores em todas as sete regiões de Campo Grande
  • Interdição de avenidas/vias obstruídas
  • Queda de árvores em cima de carros
  • Queda de postes de energia
  • Alagamento de ruas
  • Cancelamento de aulas na Rede Municipal de Ensino (Reme)
  • Queda de energia em dezenas de bairros
  • Abertura de buracos e crateras nas ruas
  • Semáforos desligados
  • Queda do painel do Fort Atacadista na avenida Ernesto Geisel
  • Desabamento do teto da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Universitário
  • Destelhamento do Armazém Cultural, na avenida Calógeras
  • Explosão de parede de vidro em academia no bairro Universitário
  • Sujeira e lixo nas ruas: galhos, folhas, latas, garrafas, copos plásticos, entre outros diversos objetos

Não houve vítimas fatais.

Infraestrutura

Obras de pavimentação e drenagem em Campo Grande somam R$ 39,9 milhões

Serviços incluem implantação de pavimentação asfáltica e estruturas para escoamento de águas pluviais

25/09/2026 11h30

Obras previstas incluem pavimentação e estruturas para o escoamento de águas pluviais em diferentes regiões da Capital

Obras previstas incluem pavimentação e estruturas para o escoamento de águas pluviais em diferentes regiões da Capital Foto: Divulgação

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A Prefeitura de Campo Grande oficializou, por meio do Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande), a contratação de quatro empresas para a execução de obras de pavimentação asfáltica e drenagem de águas pluviais em dez bairros da Capital. Os contratos somam R$ 39,87 milhões.

A contratação é resultado da Concorrência nº 008/2026, cujo procedimento foi homologado pela prefeita Adriane Lopes em 24 de agosto de 2026. Os contratos foram publicados no Diogrande em 24 de setembro de 2026.

Ao todo, quatro empresas foram contratadas para executar as obras em diferentes regiões de Campo Grande.
A empresa CG3F Serviços e Construtora Ltda. – EPP ficará responsável pelas intervenções nos bairros Jardim Mansur e Jardim Auxiliadora. O contrato tem valor de R$ 3.618.880,98, com prazo de execução de até 150 dias.

A RR Barros Serviços e Construções Ltda. executará os serviços nos bairros Jardim Tijuca II e Jardim Verdes Mares. O contrato está estimado em R$ 6.946.149,35, e as obras deverão ser realizadas em até 180 dias.

Já a Meta Construtora Ltda. – EPP foi contratada para realizar as obras de pavimentação e drenagem nos bairros Coophavilla II e Batistão. Com valor de R$ 15.009.480,60, este é o maior contrato entre os quatro. O prazo de execução é de até 360 dias.

Por fim, a TST Construções Ltda. ficará responsável pelas intervenções no Aero Rancho, Vila Nogueira, Vila Aimoré e Vila Amapá. O contrato tem valor de R$ 14.299.998,79, com prazo máximo de execução de 360 dias.

Somados, os contratos representam um investimento previsto de R$ 39.874.509,72 em obras de infraestrutura urbana. Os recursos são provenientes do Tesouro Municipal, de convênios e de operação de crédito da Caixa Econômica Federal vinculada ao Programa Pró-Transporte.

Apesar dos valores divulgados, o extrato publicado no Diário Oficial não indica que o montante integral já tenha sido pago às empresas. Em contratos de obras públicas, os pagamentos costumam ser realizados de forma progressiva, após a medição e a comprovação dos serviços executados.

A contagem dos prazos começa a partir do recebimento, pelas empresas, da Ordem de Execução dos Serviços, documento que autoriza oficialmente o início dos trabalhos. Por isso, a publicação dos contratos não permite determinar, sozinha, a data efetiva de início de cada obra.

As intervenções incluem a implantação ou recuperação da pavimentação asfáltica e a construção de estruturas para o escoamento das águas da chuva. Os serviços deverão seguir as especificações do Projeto Básico da licitação e serão acompanhados pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (SISEP).

Eventuais alterações nos prazos, aditivos contratuais, medições, pagamentos e etapas de execução deverão ser acompanhados nos processos administrativos e em novas publicações oficiais.

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