Cidades

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OIT vai investigar uso da PM-2 para espionar sindicatos

OIT vai investigar uso da PM-2 para espionar sindicatos

Redação

11/02/2008 - 18h11
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A Organização Internacional do Trabalho (OIT) instaurou processo para apurar a utilização da Serviço Reservado da Polícia Militar (PM-2) pelo governador André Puccinelli (PMDB) para espionar sindicalistas, em assembléia de professores ocorrida no mês de outubro do ano passado, na ACP (Sindicato Campo-grandense dos Profissionais da Educação Pública).

A informação é da diretora adjunta do Departamento de Normas Internacionais do Trabalho e Responsável pela Liberdade Sindical, Karen Curtis. O caso deverá ser denunciado no relatório internacional da entidade.

MATO GROSSO DO SUL

Operação revela uso de empresas de fachada em esquema milionário

Ação cumpre dezenas de mandados em MS, MG e SP e investiga esquema de tráfico, lavagem de dinheiro e uso de empresas de fachada

15/04/2026 09h10

Operação cumpre mandados em MS e outros estados e mira esquema milionário de tráfico e lavagem de dinheiro

Operação cumpre mandados em MS e outros estados e mira esquema milionário de tráfico e lavagem de dinheiro Arquivo/ Polícia Federal

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Uma operação deflagrada nesta quarta-feira (15) contra o crime organizado cumpre dezenas de mandados judiciais e bloqueia cerca de R$ 61 milhões em bens ligados a um esquema de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro que atuava em diferentes regiões do país.

A ação ocorre simultaneamente em municípios de Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul, incluindo Campo Grande, Dourados, Ribas do Rio Pardo e Vista Alegre, além de cidades mineiras e da capital paulista.

Ao todo, são cumpridos 22 mandados de prisão preventiva, cinco de prisão temporária e 39 de busca e apreensão, além do sequestro de patrimônio atribuído aos investigados.

As investigações tiveram início em abril de 2025, após a apreensão de aproximadamente 1,1 tonelada de maconha em Minas Gerais. A partir daí, o avanço das diligências levou à identificação de uma estrutura criminosa mais ampla, resultando na apreensão de quase 6 toneladas da droga ao longo do período investigado.

De acordo com as autoridades, o grupo é suspeito de atuar de forma organizada no tráfico interestadual de entorpecentes, além de utilizar estratégias para ocultar a origem ilícita do dinheiro obtido com a atividade criminosa.

Entre os métodos identificados estão o uso de empresas de fachada e a utilização de terceiros para movimentação financeira, prática que caracteriza lavagem de dinheiro.

A operação é coordenada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Minas Gerais (FICCO/MG), sob liderança da Polícia Federal, e conta com a participação de forças de segurança estaduais e federais.

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Administração

Em meio a problemas de drenagem, Campo Grande está sem secretário há 15 dias

Prefeita afirmou que secretário-adjunto está comandando a Sisep e que não tem pressa para anunciar novo nome

15/04/2026 08h15

Adriane Lopes falou sobre novo secretário de Infraestrutura

Adriane Lopes falou sobre novo secretário de Infraestrutura Gerson Oliveira/Correio do Estado

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A Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep) está sem um titular há 15 dias, desde que o então secretário Marcelo Miglioli deixou o cargo para se concentrar nas eleições deste ano. O espaço está vago em meio a novos problemas com a drenagem da Capital, que não suportou 50 milímetros de chuva na segunda-feira e deixou vários bairros alagados.

De acordo com a prefeita Adriane Lopes (PP), não há pressa para nomear alguém que possa substituir Miglioli, isso porque, segundo ela, quem está tocando a Pasta é o secretário-adjunto do ex-secretário, Paulo Eduardo Cançado Soares.

“Hoje quem está responsável pela pasta é o Paulo, que vai continuar até uma definição futura. Não tem meta de tempo [para definir o novo secretário] porque o serviço não está parado, as equipes continuam trabalhando, o [secretário] adjunto conhece todos os projetos, então, a gente vai com calma, porque é uma decisão muito importante para a cidade”, afirmou a prefeita durante agenda na tarde de ontem.

A publicação da exoneração a pedido de Marcelo Miglioli saiu no Diário Oficial de Campo Grande (Diogrande) do dia 1º deste mês, com data de assinatura para o dia 31 de março.

Segundo informações de fontes do Correio do Estado, a não efetivação de Soares como secretário seria por opção da prefeita, que prefere outros nomes.

CHUVA E CAOS

Em meio à insegurança pela vacância no cargo, a cidade vive novamente problemas com a drenagem de águas pluviais. Conforme dados do Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de Mato Grosso do Sul (Cemtec-MS), o acumulado chegou a 50 milímetros em algumas horas de chuva em Campo Grande.

Este valor foi suficiente para alagar algumas ruas da cidade, como as Avenidas Calógeras, Fernando Correia da Costa e Manoel da Costa Lima e alguns bairros, como a Vila Nhanhá e o Jardim Centro-Oeste.

Segundo a presidente da Vila Nhanhá, Rosenilda Pereira de Sousa, na região o problema maior foi na Rua dos Andes, onde os bueiros ficaram entupidos e a via virou um lago.

“A Rua dos Andes foi a mais prejudicada por conta do muro que impede a passagem da água. Os bueiros normalmente ficam entupidos e o pessoal fica limpando o esgoto para a água passar. Uma moradora teve móveis destruídos”, contou a presidente do bairro.

Segundo ela, essa situação é recorrente e os moradores aguardam uma resolução.

AÇÕES

Segundo a prefeitura em nota, sempre após as chuvas equipes da Sisep vão aos locais onde ocorreram alagamentos e, “identificando o problema, é feito o serviço necessário”.  

“O que tem sido verificado nos últimos meses é a ocorrência de alagamentos em locais onde não ocorriam problemas. Além da questão do solo e do sistema de drenagem não conseguirem absorver com rapidez a água por conta das chuvas concentradas, o acúmulo de lixo acaba entupindo as bocas de lobo, comprometendo o sistema de captação de águas pluviais”, completou a nota, que não especificou o que será feito nos locais de alagamento constatado.

PROJETOS

Uma das principais secretarias, a Sisep tem a promessa de destravar alguns projetos neste ano, como obras de recapeamento com recursos próprios e de emendas parlamentares, e construção de rede de drenagem e pavimentação em várias regiões da Capital, com recursos superiores a R$ 500 milhões. 

A promessa mais recente é o recapeamento de um dos trechos mais críticos da Avenida Ernesto Geisel, que precisa ser licitado. (Colaborou Karina Varjão)

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