Cidades

Fatalidade

Paciente morre após queda do primeiro andar da Santa Casa de Campo Grande

De acordo com a comunicação do hospital, a fatalidade ocorreu por volta das 11h

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Eilton Barbosa Dias, paciente de 67 anos morreu após cair do 1° andar da Santa Casa de Campo Grande no fim da manhã desta sexta-feira (9). De acordo com a comunicação do hospital, a fatalidade ocorreu por volta das 11h. O se encontrava internado na instituição desde o dia 07 de dezembro do ano passado.

Conforme informou a instituição, durante o período de internação, o paciente estava acompanhado da esposa, que não se encontrava no leito de seu marido no momento do ocorrido. O idoso caiu de uma altura de 15 metros. 

Após a queda, a equipe multiprofissional do Pronto-Socorro da Santa Casa foi imediatamente acionada, passando a atender o ocorrido seguindo todos os protocolos de salvamento. "Todas as tentativas possíveis foram realizadas para preservar a vida do paciente, que infelizmente não resistiu aos ferimentos e veio a óbito às 11h30", informou o hospital em nota. 

Diante da gravidade do ocorrido, a Santa Casa de Campo Grande manifestou solidariedade aos familiares da vítima e apoio institucional às pessoas envolvidas. 

Conforme apurado pelo Correio do Estado, a vítima possuía problemas cardíacos e descobriu um câncer recentemente. Nesta manhã, teria recebido a informação de que teria de iniciar o tratamento de quimioterapia. 

A queda do idoso ocorreu em um momento em que equipe médica e acompanhante não estavam presentes no quarto em que ele estava internado. Sozinho, o paciente teria ido até outra área do hospital, onde caiu. O local do ocorrido possui câmeras de segurança e pessoas teriam testemunhado a queda do paciente. O caso segue em apuração. 

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CONTRATAÇÃO EMERGENCIAL

Sem licitação, Iagro contrata empresa de informática por R$ 16 milhões

Contratação emergencial foi autorizada com dispensa de licitação; agência também homologou acordo de R$ 1,8 milhão para serviços de limpeza e conservação

11/05/2026 09h00

Contratos foram autorizados por meio de dispensa de licitação

Contratos foram autorizados por meio de dispensa de licitação Divulgação

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A Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal (Iagro) autorizou a contratação emergencial de uma empresa de tecnologia da informação por R$ 16.537.851,21, sem licitação, para prestação de serviços de informática destinados à Divisão de Tecnologia da Informação e Comunicação (DTIC) do órgão.

O ato de autorização foi publicado no Diário Oficial do Estado desta segunda-feira (11) e prevê a contratação da empresa Mil Tec Tecnologia da Informação Ltda., apontada como vencedora da disputa realizada no sistema Siga Compras Preparação.

Conforme o documento, a contratação ocorreu por meio de dispensa de licitação, com base no artigo 75, inciso VIII, da Lei Federal nº 14.133/2021, dispositivo que permite a contratação direta em situações emergenciais.

A homologação do processo administrativo nº 83/020.065/2026 foi assinada pelo diretor-presidente da Iagro, Daniel de Barbosa Ingold, com respaldo em análise jurídica emitida pela Procuradoria Especializada da autarquia.

Além do contrato milionário na área de tecnologia, a Iagro também autorizou outra contratação emergencial sem licitação para serviços de limpeza e conservação.

Nesse caso, o valor previsto é de R$ 1.890.000,00, e a empresa contratada será a PHF Engenharia & Soluções Ltda., responsável pelo atendimento das demandas da agência em Mato Grosso do Sul.

O segundo ato de autorização, referente ao processo nº 83/017.175/2026, também foi publicado no Diário Oficial desta segunda-feira (11) e utiliza o mesmo fundamento legal para a dispensa do procedimento licitatório tradicional.

As duas contratações foram homologadas em atenção ao Decreto Estadual nº 16.119/2023 e à nova Lei de Licitações e Contratos Administrativos (Lei nº 14.133/2021), que regulamenta os casos de contratação direta pela administração pública.

Apesar de prevista na legislação, a dispensa de licitação elimina etapas concorrenciais normalmente adotadas em processos licitatórios convencionais, como a ampla disputa entre empresas interessadas na prestação dos serviços.

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CRISE SANITÁRIA

Bonito chega a 3ª morte por Chikungunya e MS registra 16 óbitos no ano

O município turístico já teve 154 casos confirmados e 20 prováveis. Mato Grosso do Sul é o estado com maior concentração de casos da doença

11/05/2026 08h45

Diferente da dengue e da zika, Chikungunya costuma ser fatal no intervalo de até três semanas

Diferente da dengue e da zika, Chikungunya costuma ser fatal no intervalo de até três semanas Marcelo Victor/Correio do Estado

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A crise sanitária de Chikungunya continua em Mato Grosso do Sul, com 15 mortes confirmadas e uma sob investigação. Neste final de semana, o balanço divulgado no Painel de Monitoramento do Ministério da Saúde confirmou que Bonito registrou o 3º óbito pela arbovirose. 

As mortes registradas na cidade foram em um homem de 72 anos,  no dia 19 de março, e em uma mulher, de 87 anos, um mês depois. Ambos eram hipertensos. 

O município turístico já teve 154 casos confirmados e 20 prováveis. Mato Grosso do Sul é o estado com maior concentração de casos da doença no Brasil. Ao todo, são 10.866 casos, sendo 4.614 confirmados e 6.252 sob investigação. 

No Brasil, são 39.816 casos prováveis, sendo 19 óbitos sob investigação e 22 confirmados (15 só em MS). O alerta fica ligado para o Centro-Oeste também, já que 3 dos 5 estados com maior coeficiente de incidência da arbovirose são dessa região:

MS - 371,5
GO - 126,3
MG - 46,7
RO - 42,9
MT - 22,5

Além de Bonito, as outras mortes foram nos municípios de Dourados (9), Jardim (2) e Fátima do Sul (1). De acordo com os dados do Ministério da Saúde, o vírus atingiu, principalmente, as mulheres, sendo 58% dos casos identificados no gênero. Entre os homens, foram registrados 42% de casos confirmados.

Além disso, outro dado que deve ser observado é o da incidência em indígenas, já que 34,71% dos casos confirmados foram registrados neles. Dourados, região que habita grande parte desta população, há 2.319 casos confirmados, sendo 66,45% nos povos originários.

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