Cidades

Campo Grande

Pais dizem que menina praticou ato sexual porque quis

Pais dizem que menina praticou ato sexual porque quis

VÂNYA SANTOS E LUCIA MOREL

16/04/2014 - 12h45
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Os pais de um dos menores suspeitos de envolvimento no caso de abuso sexual na Escola Estadual Teotônio Vilela e a mãe da amiga da suposta vítima disseram nesta quarta-feira (16) que a adolescente de 14 anos não foi obrigada a fazer sexo oral em um dos garotos e que o ato foi praticado porque ela quis. Os responsáveis pelos menores não quiseram se identificar.

Dois adolescentes foram ouvidos durante a manhã pelo delegado Maércio Alves Barboza, da Delegacia Especializada em Atendimento à Criança e ao Adolescente (Deaij). Outros dois menores serão ouvidos à tarde.

Os pais dos dois menores que conversaram com o delegado pela manhã disseram que não existiu cobrança, que a adolescente não foi obrigada a nada e praticou o ato porque quis.

Já o delegado responsável pelo caso comentou que ainda irá apurar se, de fato, ocorreu estupro e garantiu que pretende finalizar a apuração o mais rápido possível.

Maércio Alves disse ainda que, se o fato for comprovado, os menores envolvidos podem receber desde advertência até apreensão, dependendo da decisão judicial. O delegado também não informou quando deve sair o laudo da perícia feita no vídeo com as imagens do fato.

Caso
Uma amiga da adolescente de 14 anos que teria sido vítima de abuso sexual na escola, que fica no Bairro Universitária II, em Campo Grande, teria tentado influenciá-la a cobrar de R$ 15 a R$ 20 em troca de sexo oral.

Segundo o depoimento, as duas foram para uma área em obras da escola, onde estavam os três menores, na última quarta-feira (9). A colega havia dito que um dos rapazes queria "ficar" com a vítima. Conforme a garota, ela foi obrigada a fazer sexo oral em um deles, de 13 anos, e ameaçada pelos outros dois. O ato sexual foi filmado e enviado para outros estudantes através de um aplicativo de celular.

Oportunidade

IFMS: alunos de dois cursos podem se inscrever no programa Pé-de-Meia

Iniciativa contempla acadêmicos de Computação (Jardim) e Química (Coxim) que ingressaram via Sisu

22/10/2026 14h15

Divulgação/IFMS

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Alunos matriculados nos cursos presenciais de Licenciatura em Computação, ofertado no Campus Jardim, e Licenciatura em Química, no Campus Coxim, podem se inscrever no programa Pé-de-Meia Licenciaturas, ação do Ministério da Educação (MEC) que integra o programa Mais Professores. 

Para ingressantes de 2026, as inscrições ficam abertas até o dia 19 de dezembro, enquanto houver disponibilidade de vagas, e devem ser realizadas diretamente pela Plataforma Freire.

A análise e aprovação das pré-inscrições são conduzidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) até o dia 20 de cada mês.

Benefício financeiro - O programa concede apoio financeiro no valor total de R$ 1.050 mensais durante toda a graduação:

  • R$ 700 mensais: disponíveis para saque direto do estudante;
  • R$ 350 mensais: depositados em conta-poupança. O valor acumulado poderá ser resgatado se o formando ingressar como docente em rede pública de ensino em até cinco anos após a formatura.

O pagamento das bolsas é efetuado até o quinto dia útil do mês subsequente ao cadastramento do bolsista no sistema da Capes.

Quem pode participar - Podem solicitar o benefício os acadêmicos que atendam cumulativamente às seguintes condições:

Estar regularmente matriculado em curso presencial de licenciatura do IFMS (Computação em Jardim ou Química em Coxim);
Ter ingressado no curso em 2026 por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu);
Ter alcançado nota igual ou superior a 650 pontos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem);
Cumprir os critérios do Edital nº 2/2025 da Capes e as diretrizes do programa de ingresso.
O atendimento oficial do MEC e da Capes para esclarecimentos sobre o programa é feito pelo e-mail [email protected].

Com informações do Ministério da Educação 

Eleições 2026

MS terá 3,3 mil agentes de segurança no segundo turno das eleições

Operação mobiliza 584 viaturas e dois helicópteros para atender 1.036 locais de votação; primeiro turno teve oito ocorrências eleitorais no Estado

22/10/2026 14h02

Reprodução/GOVMS

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Mato Grosso do Sul mobilizará 3.348 profissionais de segurança pública neste domingo (25), durante o segundo turno das eleições para a Presidência da República. A operação contará com 584 viaturas e dois helicópteros para reforçar o policiamento nos 1.036 locais de votação do Estado.

A disputa pelo Governo de Mato Grosso do Sul foi definida no primeiro turno, realizado em 4 de outubro. Com isso, os eleitores sul-mato-grossenses voltarão às urnas exclusivamente para escolher o presidente da República.

O efetivo mobilizado pela Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) será complementar às equipes que já atuam nos plantões e no policiamento de rotina. A operação envolverá as polícias Militar e Civil, o Corpo de Bombeiros e a Polícia Científica, com foco na prevenção de crimes eleitorais e no atendimento de ocorrências.

O Estado tem 2.024.884 eleitores aptos a votar, distribuídos em 7.272 seções eleitorais e 54 zonas eleitorais. O policiamento será reforçado nos locais de votação, cartórios eleitorais, pontos de totalização dos votos e vias públicas.

PRIMEIRO TURNO

Durante o primeiro turno, foram registradas oito ocorrências relacionadas a crimes eleitorais em Mato Grosso do Sul. Entre os casos estavam violações do sigilo do voto, compra de votos e propaganda eleitoral irregular no dia da votação.

O monitoramento será realizado pelo Centro Integrado de Comando e Controle (CICC), com participação de representantes das instituições de segurança e órgãos parceiros, como Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Exército e Agência Brasileira de Inteligência.

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