Cidades

Água Clara

Peão morre dias após novilha o arremessar contra árvore em fazenda

Homem teve múltiplas fraturas na costela e chegou a ir ao hospital diversas vezes, sendo liberado com prescrição de medicamentos

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Um peão de 59 anos morreu após ser atacado por uma novilha e arremessado contra uma árvore, em uma fazenda em Água Clara. O caso aconteceu em dezembro de 2025, mas a vítima faleceu nesse sábado (3), após ficar quatro dias internado na Santa Casa de Campo Grande.

De acordo com o boletim de ocorrência, no dia do acidente, o homem estava manejando gado a cavalo, quando uma novilha brava investiu contra ele, fazendo-o cair do cavalo. Na sequência, em nova investida, ele foi arremessado contra a árvore.

De imediato, o homem sentiu fortes dores torácicas e voltou para casa, acreditando se tratar de uma fratura na costela e, como já havia acontecido antes, afirmou para colegas que se recuperaria sem ajuda médica.

No entanto, quatro dias após a queda, o peão passou a sentir fortes dores e procurou atendimento médico em Água Clara, sendo encaminhado para o Hospital Auxiliadora para exames.

Os exames apontaram múltiplas fraturas de costela e foi receitado medicamentos, mas, mesmo tomando os remédios por vários dias, não houve melhora e ele foi novamente ao hospital.

Na unidade de saúde, foi atendido por outra médica, que novamente confirmou as fraturas de costelas e receitou mais um remédio, desta vez, para estômago.

O peão retornou para casa, onde teve piora no quadro e, no dia seguinte, procurou atendimento médico particular, no qual a médica solicitou transferência em vaga zero ao Hospital Municipal, em razão da gravidade do quadro.

Ao chegar no Hospital Municipal, ele foi intubado e encaminhado para a Santa Casa de Campo Grande, onde chegou no dia 30 de dezembro.

Após quatro dias de internação, com o agravamento do quadro, o homem não resistiu aos ferimentos e foi a óbito, após tentativas de reanimação.

O caso foi registrado como morte decorrente de fato atípico na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac-Cepol) da Capital e será investigado pela Polícia Civil.

corrupção

Fraude no Farmácia Popular em MS leva PF a descobrir desvios em 4 estados

Beneficiadas por programa do Governo Federal, esquema fraudulento utilizava 'laranjas' para venda e compra fictícia de medicamentos

10/02/2026 09h20

Divulgação

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Na manhã desta terça-feira (10), a Polícia Federal junto a Receita Federal do Brasil (RFB) e a Controladoria Geral da União (CGU) deflagrou uma operação com mandados de busca e apreensão em quatro cidades do Brasil. O início da investigação foi no interior de Mato Grosso do Sul.

De acordo com as informações, a nomeada Operação Over The Counter (OTC), iniciou com a descoberta de fraudes em farmácias beneficiadas pelo Programa Farmácia Popular, em Dourados (MS), a menos de 230 quilômetros de Campo Grande. 

Na ocasião, o estabelecimento agia de forma fraudulenta em que utilizavam pessoas como laranjas, com a coleta de nome e CPF, com objetivo de simular venda de inúmeros medicamentos em compras fictícias, em que os remédios nunca foram adquiridos pelos CPFs informados.

Comandada por uma organização criminosa, a ação movimentou milhões de reais e mantinha a criminalidade em diversas rede farmacêuticas pelo país.

Em Juízo Federal da 2ª Vara de Dourados, a investigação expediu mandados de busca e apreensão de provas, bens e sequestro bancário, além de veículos e imóveis nas cidades de João Pessoa (PB), Pirangi (SP), Carazinho (RS) e Lagoa Santa (MG).

O valor do montante de bens apreendidos da Operação OTC é referente ao sequestro de bens de sete pessoas jurídicas e nove pessoas físicas integrantes do esquema fraudulento, totalizando R$ 8.725.000,00.

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rotina

Ministério Público faz devassa contra corrupção em mais duas prefeituras

Os alvos desta vez, segundo informação preliminar, são as prefeituras de Corguinho e Rio Negro. Desde o ano passado 14 prefeituras foram alvo de operações

10/02/2026 09h04

Policiais do Batalhão de Choque acompanham integrantes do Ministério Público que cumprem mandado em loja na 14 de Julho

Policiais do Batalhão de Choque acompanham integrantes do Ministério Público que cumprem mandado em loja na 14 de Julho Marcelo Victos

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Integrantes do Ministério Público e da Polícia Militar estão nas ruas em Campo Grande e  em várias cidades do interior do Estado em mais uma operação contra supostos esquemas de corrução em prefeituras. Desde o começo do ano passado, pelo menos 14 prefeituras já foram alvo de operações 

Segundo informações iniciais, o foco principal agora é suposto desvio de recursos públicos nas cidades de Rio Negro e Corguinho. A investigação chegou a estas duas prefeituras depois de operações realizadas em cidades como Terenos, Bonito e Itaporã.

Além das prefeituras das duas cidades, integrantes do O GECOC (Grupo Especial de Combate à Corrupção) e do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) estão em uma loja de materiais escolares e de escritório na Rua 14 de Julho, em Campo Grande. 

Homens do Batalhão de choque chegaram cedo à loja e impediram a entrada dos funcionários. Somente por volta das 08:30 horas é que representantes do Ministério Público chegaram à loja e o mandado de busca e apreensão começou a ser cumprido. 

Indagada pela reportagem, uma das integrantes do MPMS que acompanha os trabalhos se limitou a dizer que informações seriam repassadas pela assessoria de comunicação do MP. A assessoria, por sua vez, informou que ainda não dispõe de detalhes. 

O advogado da loja, Nilton Ribeiro Júnior, confirmou que os policiais e promotores estão cumprindo mandado de busca e apreensão de documentos, mas alegou que não dispõe de mais informações. Disse, também, que este mandado é somente mais um em uma série de decisões judiciais que estão sendo cumpridas em diferentes cidades. 

E, conforme informações preliminares, além de Corguinho e Rio Negro, os investigadores do voltaram a cumprir mandados em Terenos, onde o prefeito Henrique Budke (PSDB) chegou a ser preso no ano passado e até agora segue afastado do cargo por suspeita de um grande esquema de corrupção. 

Desde o começo do ano passado, operações do Ministério Público revelaram supostos esquemas de corrupção em Aquidauana, Água Clara, Rochedo, Três Lagoas, Coxim, Sidrolândia, Bonito, Jardim, Terenos, Miranda, Itaporã e Campo Grande. 

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