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Plataforma revela os nomes de meninas mais populares de 2025

Pelo oitavo ano consecutivo, Helena foi o nome mais popular para bebês meninas

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Pelo oitavo ano consecutivo, Helena foi o nome mais popular para bebês meninas, de acordo com o levantamento feito pelo Babycenter em 2025. Anualmente, a plataforma de ajuda à gestação e paternidade divulga um ranking de nomes mais registrados em seu aplicativo dedicado a novos pais.

A segunda colocação em 2025 é ocupada por Cecília, enquanto o terceiro nome mais escolhido foi Maitê. Laura e Aurora completam o Top 5 do ano.

As posições seguintes foram ocupadas pelos nomes Alice, Sophia, Isabela, Olívia e Heloísa. Outros nomes populares neste ano foram Luísa, Liz, Ísis e Antonella.

Um dos nomes mais populares do Brasil, Maria ficou em 45º lugar entre os nomes mais populares, com nomes compostos como Maria Cecília, Maria Alice, Maria Helena, Maria Luiza e Maria Clara ocupando posições melhores no ranking.

De acordo com o Babycenter, produções como Bridgerton, Vale Tudo e Alma Gêmea também influenciaram os pais na escolha dos nomes de suas filhas, com Agatha, Celina e Serena figurando entre os 100 batismos mais populares do ano entre meninas.

Confira abaixo o ranking dos 100 nomes femininos mais escolhidos para bebês em 2025:

1 - Helena

2 - Cecília

3 - Maitê

4 - Laura

5 - Aurora

6 - Alice

7 - Sophia

8 - Isabela

9 - Olívia

10 - Heloísa

11 - Luísa

12 - Antonella

13 - Liz

14 - Ísis

15 - Manuela

16 - Maria Cecília

17 - Ayla

18 - Esther

19 - Lívia

20 - Eloá

21 - Elisa

22 - Maria Alice

23 - Maria Helena

24 - Sarah

25 - Maria Luiza

26 - Lorena

27 - Melissa

28 - Catarina

29 - Mavie

30 - Lara

31 - Maya

32 - Jade

33 - Ana Liz

34 - Maria Clara

35 - Rebeca

36 - Mariana

37 - Maria Júlia

38 - Beatriz

39 - Valentina

40 - Isadora

41 - Lavínia

42 - Giovanna

43 - Agatha

44 - Stella

45 - Maria

46 - Clara

47 - Yasmin

48 - Marina

49 - Júlia

50 - Hadassa

51 - Heloíse

52 - Ana Laura

53 - Maria Eduarda

54 - Emanuelly

55 - Clarice

56 - Ana Júlia

57 - Ana Luiza

58 - Mirella

59 - Ana Clara

60 - Alana

61 - Serena

62 - Maria Liz

63 - Bella

64 - Aylla Sophia

65 - Gabriela

66 - Maria Ísis

67 - Melina

68 - Luna

69 - Isabel

70 - Maria Flor

71 - Isabelly

72 - Rafaela

73 - Ana Cecília

74 - Vitória

75 - Zoe

76 - Mariah

77 - Maria Vitória

78 - Milena

79 - Ana

80 - Alícia

81 - Celina

82 - Betina

83 - Louise

84 - Emillly

85 - Melinda

86 - Chloe

87 - Nicole

88 - Mayla

89 - Ana Beatriz

90 - Celine

91 - Laís

92 - Maria Elisa

93 - Maria Fernanda

94 - Maria Laura

95 - Diana

96 - Luara

97 - Ana Lívia

98 - Bianca

99 - Malu

100 - Maria Heloísa
 

Cidades

Correios vetam vale-natal de R$ 2,5 mil a funcionários, enquanto aguardam decisão da Fazenda

O benefício de vale-natal faz parte do ACT firmado pela empresa e os trabalhadores da estatal, em 2024

05/12/2025 19h00

Foto: Emerson Nogueira/Futura Press/Estadão Conteúdo

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Em crise, os Correios decidiram não renovar este ano um benefício de vale-natal de R$ 2,5 mil aos seus funcionários, valor que foi pago em 2024, após Acordo Coletivo de Trabalho (ACT). A empresa comunicou seus funcionários sobre o não pagamento na noite de quarta-feira. Ao mesmo tempo, a estatal espera a avaliação da equipe econômica sobre os próximos passos nas negociações com os bancos.

O benefício de vale-natal faz parte do ACT firmado pela empresa e os trabalhadores da estatal, em 2024. Ele vem sendo renovado, enquanto a atual direção negocia novos termos, mas o benefício de Natal foi cancelado em função da crise e da necessidade de cortes de custos. A informação foi publicada pela Folha de S. Paulo e confirmada pelo Estadão.

Em paralelo, a empresa aguarda avaliação do Tesouro Nacional sobre o plano de recuperação, para poder voltar a negociar com os bancos um empréstimo na casa dos R$ 20 bilhões. A expectativa era de que isso fosse concluído ainda esta semana, mas o desfecho dessa análise deve ficar para a semana que vem.

Na terça-feira, o Tesouro informou à estatal que não dará aval a um empréstimo de R$ 20 bilhões caso as taxas de juros estejam acima de 120% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI). A proposta dos bancos, segundo apurou o Estadão, foi de 136% do CDI. Ou seja: com essa taxa, a proposta foi recusada, dando início a uma nova rodada de negociação.

A equipe econômica estuda uma forma de dar um fôlego de curto prazo para a companhia, para que ela não negocie com os bancos sob forte pressão. Mas o desenho dessa ajuda ainda não foi definido.

Nesta quinta-feira, 4, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que se isso ocorrer com aportes do Tesouro, será dentro das regras fiscais.

Rombo bilionário

Os Correios correm para conseguir a liberação do empréstimo para lidar com uma crise financeira sem precedentes. De janeiro a setembro deste ano, a empresa teve prejuízo de R$ 6,05 bilhões, em uma combinação de queda de receitas com aumento de despesas.

Com o empréstimo, a empresa pretende quitar uma dívida de R$ 1,8 bilhão, além de financiar um programa de desligamento voluntário (PDV) e fazer investimentos para tentar recuperar espaço no mercado de encomendas e elaborar novas fontes de receitas.

A estatal também precisa regularizar pendências com fornecedores Isso é visto como crucial pela atual gestão para que a empresa recupere a performance no setor de entregas, a confiança de clientes e tenha aumento de receitas.

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Prefeita sanciona lei que dificulta emissão de atestado médico em Campo Grande

Lei pretende desestimular o uso indevido e fraudulento de atestado

05/12/2025 18h45

Foto: Reprodução

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A prefeita Adriane Lopes (PP) sancionou a o Projeto de Lei que endurece e dificulta o acesso a atestado médico aos pacientes da rede municipal de Saúde em Campo Grande.

O texto foi aprovado em regime de urgência e única discussão instituindo o Programa Atestado Responsável, com a finalidade de endurecer a emissão de atestados, proposta  dos vereadores Rafael Tavares e André Salineiro.

Segundo o texto aprovado, a emissão de atestados deverá ocorrer de forma criteriosa e ética, sendo prerrogativa exclusiva do médico, que decidirá sobre a necessidade e o período de afastamento do paciente.

Quando não houver justificativa médica para afastamento, poderá ser emitida apenas uma declaração de comparecimento, comprovando a presença do paciente na unidade de saúde. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) não especifica sobre a apresentação deste documento para abonar  a falta no trabalho, ou seja, a empresa não tem a obrigação de pagar o salário do dia.

Conforme a lei, o programa “Atestado Responsável” tem objetivo de promover a emissão de atestados médicos de forma responsável e ética, priorizando as reais necessidades clínicas dos pacientes, contribuir para a redução da sobrecarga de atendimentos nas UPA’s e Postos de Saúde, direcionando os recursos para os casos de maior urgência e gravidade. 

Além disso, pretende desestimular o uso indevido e fraudulento de atestados para fins de justificação de ausências sem real necessidade de afastamento laboral, fortalecer a autonomia, a segurança e a responsabilidade do profissional médico na tomada de decisão clínica sobre a necessidade de afastamento do trabalho.

Conforme o texto, o intuito do programa é implementar medidas de controle, registro e transparência na emissão de atestados médicos incluindo o monitoramento da quantidade de documentos emitidos, identificação de padrões de uso e eventuais fraudes, de modo a permitir a avaliação contínua da política pública e seus ajustes futuros.

O que diz as regras da CLT?

A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) não especifica a declaração de comparecimento, exceto em situações específicas, prevista no Artigo 473, em que o trabalhador pode se ausentar sem prejuízo do salário para acompanhar a esposa ou companheira durante a gravidez até dois dias para consultas médicas e exames, ou para acompanhar um filho de até 6 anos em consulta médica, uma vez por ano.

Para outros tipos de consultas e exames, o abono de faltas não é previsto na lei e a aceitação do documento depende da política interna da empresa ou de acordos coletivos.

 

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