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menos de 48 horas

Polícia apreende
13 toneladas de maconha em MS

Polícia apreende
13 toneladas de maconha em MS

DA REDAÇÃO

17/05/2014 - 00h00
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Com ações pontuais para reduzir a criminalidade no Mato Grosso do Sul, em menos de 48 horas, foram apreendidas nas estradas que cortam o Estado 13.720 quilos de maconha. Além disso, foram presos 8 traficantes, cumpridos 85 mandados de prisão e 14 mandados de busca e apreensão.

A primeira apreensão de droga foi feita pelo DOF (Departamento de Operações de Fronteira) durante bloqueio policial realizado na MS-295, na região de Eldorado (MS), na tarde de quarta-feira (14). Os policiais encontraram 3 toneladas e 967 quilos de maconha, que estavam camuflados sob uma carga de madeira, em um caminhão que foi abordado no bloqueio policial.

O caminhão com placas de Iporã (PR) era conduzido por um homem de 59 anos, morador da cidade paranaense de Sarandi, que disse ter pego a droga em Paranhos no Mato Grosso do Sul, e que levaria até Araçatuba em São Paulo. Ele foi preso em flagrante por tráfico de drogas.

A segunda apreensão aconteceu no início da tarde de ontem (15), na BR-158, em Paranaíba. A Polícia Rodoviária Estadual, com o apoio da Polícia Militar, abordaram um caminhão com placas de Mundo Novo (MS) e sob uma carga de farinha de trigo encontraram 9 toneladas e 750 quilos de maconha e mais de uma tonelada de uma substância semelhante a ácido bórico. A polícia acredita que o produto seria utilizado para mistura em outras drogas como a cocaína.

O proprietário do veículo apreendido disse aos policiais que pegou a droga em Deodápolis com uma pessoa desconhecida e que levaria para Fortaleza (CE). Ele alegou que receberia pelo transporte a quantia de R$ 50 mil e confessou ainda saber o conteúdo da carga que transportava. O homem foi preso e autuado em flagrante por tráfico de drogas. A droga apreendida foi incinerada nesta sexta-feira (16), em Paranaíba.

“Operação Pacto Contra o Crime”

Com foco em 99 integrantes de uma facção criminosa que agia no Estado e que tinha ramificações em outros Estados, a Polícia Civil através da DECO (Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado) deflagrou na manhã de ontem (15), a “Operação Pacto Contra o Crime, quando foram cumpridos 85 mandados de prisão, 14 de busca e apreensão e presos em flagrante 6 traficantes.

A ação que envolveu um helicóptero, quarenta e quatro viaturas e mais de cem policiais, resultou na prisão de noventa e uma pessoas, desse total, seis foram autuadas em flagrante por tráfico de drogas e outras oitenta e cinco detidas em cumprimento de mandados de prisão expedidos pela justiça.

“Essa ação é resultado de mais de dez meses de investigação. Nesse período nós identificamos todos os integrantes da facção criminosa, locais onde tinham ramificações, pessoas ligadas aos criminosos, bem como a origem do dinheiro que banca toda essa rede, que claro, é proveniente do cometimento de outros crimes”, explica o delegado João Eduardo Davanço, responsável pela operação. 

Decisão Judicial

Fabricante de próteses de mama é condenada a pagar R$ 10 mil a consumidora em MS

Mulher colocou os implantes em 2017 e, em 2022, passou a ter dores, rigidez e deformidade nas mamas, fabricante também terá de custear a cirurgia

07/10/2026 12h30

Foto: Divulgação / TJMS

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A Justiça de Mato Grosso do Sul decidiu que uma fabricante de próteses de mama deve pagar R$ 10 mil de indenização a uma consumidora. A empresa também terá de devolver o dinheiro gasto com a retirada e a troca dos implantes e com o tratamento depois da cirurgia. A decisão é da 3ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça.

A consumidora colocou os implantes em 2017. A partir de 2022, passou a sofrer com dores persistentes, rigidez e deformidade nas mamas. 

Foi diagnosticada uma complicação grave relacionada às próteses, e os médicos indicaram a retirada e a substituição dos implantes, além de uma cirurgia para reparação das mamas.

A perícia judicial não identificou defeito específico nas próteses utilizadas e indicou que a complicação apresentada pode ocorrer com esse tipo de implante. Apesar disso, o colegiado entendeu que a fabricante deveria ser responsabilizada.

No voto, o desembargador Paulo Alberto de Oliveira destacou que, segundo o Código de Defesa do Consumidor (CDC), o defeito não precisa estar necessariamente ligado a uma falha individual de fabricação. 
Também é considerado defeituoso o produto que não oferece a segurança que o consumidor legitimamente espera.

Os desembargadores levaram em conta que as próteses eram de uma linha que, depois, foi recolhida do mercado em um recall internacional por questões de segurança. 

Esse fato, somado aos problemas da consumidora e à necessidade de nova cirurgia, foi suficiente para a maioria do grupo responsabilizar a fabricante.

A decisão deixa claro que os R$ 10 mil não foram dados só porque houve um recall, nem porque existe a possibilidade de a pessoa desenvolver alguma doença. 

O valor foi fixado por causa do que a consumidora realmente conviveu com dores, rigidez, deformidade e a necessidade de passar por uma nova cirurgia.

Com o julgamento, foi mantida a decisão anterior que determinava à fabricante o custeio da cirurgia. 

Os valores comprovadamente gastos com a retirada e a substituição das próteses e com o tratamento necessário foram reconhecidos como danos materiais e deverão ser ressarcidos. A empresa também foi condenada ao pagamento de R$ 10 mil por danos morais.
 

DOURADOS (MS)

TJMS oferece assistência notarial e jurídica para indígenas da Aldeia Jaguapiru

Serviços oferecidos são segunda via de certidões, orientação jurídica e emissão de documentos

07/10/2026 12h00

PID localizado na Aldeia Jaguapiru, em Dourados

PID localizado na Aldeia Jaguapiru, em Dourados Foto: TJMS

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Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) estará em território indígena nos próximos dias para prestar auxílio jurídico e notarial aos povos originários.

Ponto de Inclusão Digital (PID) oferece atendimentos notariais e jurídicos para os Guarani Kaiowá, de segunda a sexta-feira, das 8 às 12 horas, na Escola Estadual Indígena Guateka Marçal de Souza, localizada na Aldeia Jaguapiru, em Dourados.

Os serviços oferecidos são segunda via de certidões, orientação jurídica, emissão de documentos, inserção da etnia nos registros civis e retificação de documentos

O objetivo é ampliar o acesso à justiça e à cidadania no território indígena. A proposta é reduzir a necessidade de deslocamentos até a área urbana e aproximar as instituições públicas da comunidade.

Servidora da Prefeitura de Dourados, Jussara Marques Lopes, indígena e fluente em guarani-kaiowá, foi capacitada para realizar os atendimentos.

A escolha de uma atendente pertencente à própria comunidade busca facilitar a comunicação e agilizar orientações e emissão de documentos.

Entre 22 de setembro e 2 de outubro, ela participou de treinamento promovido pelo TJMS, Ministério dos Povos Indígenas, Defensoria Pública Estadual, Ministério Público Estadual, Associação dos Notários e Registradores (Anoreg-MS) e a Subseção Judiciária de Dourados do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3).

Os serviços serão prestados pela Anoreg-MS. A realização é do TJMS.

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