Polícia

BAIRRO TIRADENTES

Carla foi sequestrada na porta de casa e polícia ainda tenta descobrir seu paradeiro

Moça gritou pela mãe enquanto era levada da porta da própria casa

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“Mãe, ‘tô’ sendo roubada” foram as últimas palavras da jovem Carla Santana Magalhães, de 25 anos, durante sequestro na porta da própria casa, no começo da noite de ontem (30), no Bairro Tiradentes, em Campo Grande.

Segundo informações do boletim de ocorrência, a mãe de Carla disse em depoimento que estava dentro de casa quando ouviu a filha gritar em frente a residência, dizendo que estava sendo roubada e colocada dentro de um carro.

A mãe então se apressou e saiu no portão, mas já não encontrou a filha e também não conseguiu ver nenhum veículo próximo. Carla havia saído para ir ao mercado cerca de 30 minutos antes. 

Quando saiu para fora, a mãe encontrou somente o celular da moça, um chaveiro, o café comprado no mercado e os chinelos da jovem caídos no chão. 

O Grupo de Operações e Investigações Especiais (GOI) foi acionado e fez o atendimento da chamada, além de apoiar o desenrolar do caso. Segundo apurado pelo Correio do Estado, a polícia ainda não tem suspeitos e nem conseguiu descobrir o paradeiro de Carla. 

ROTA CEGA

PF desmantela tráfico de drogas e armas em Dourados

Investigação partiu da apreensão de 4,5 toneladas de maconha e de um fuzil, em abril de 2025

13/02/2026 08h05

Imagem de ilustração

Imagem de ilustração Bruno Rezende

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Polícia Federal cumpriu dois mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão temporária, no âmbito da Operação Rota Cega, em Dourados, município localizado a 226 quilômetros de Campo Grande.

O foco é combater o tráfico transnacional de drogas e de tráfico internacional de armas.

A investigação partiu da apreensão de 4,5 toneladas de maconha e de um fuzil, em abril de 2025, em Três Lagoas (MS). Com o aprofundamento da investigação, a PF conseguiu chegar até duas pessoas envolvidas.

Na ocasião, celulares dos investigados foram apreendidos e posteriormente foram periciados e analisados pela Policial Federal.

TRÁFICO DE DROGAS

O tráfico de drogas é um problema crescente no Brasil.

Comércio, transporte e armazenamento de cocaína, maconha, crack, LSD e haxixe são proibidos no território brasileiro, de acordo com a Lei nº 11.343/2006.

Mas, mesmo proibidos, ainda ocorrem em larga escala em Mato Grosso do Sul. O Estado é conhecido como um vasto corredor no Brasil, devido à sua extensa fronteira com outros países. Com isso, é uma das principais rotas utilizadas para a entrada de substâncias ilícitas no país. 

O tráfico resulta em diversos crimes direta e indiretamente, como furto, roubo, receptação e homicídios.

Dados divulgados pela Secretaria de Justiça e Segurança Pública (Sejusp-MS) apontam que 20 kg de cocaína e 7.168 kg de maconha foram apreendidos entre 1º e 13 de fevereiro de 2026, em Mato Grosso do Sul

Em 2025, 14.651 quilos de cocaína, 538.750 quilos de maconha e 378 quilos de outras drogas foram apreendidos.

"Cartas Marcadas"

Gaeco cumpre 76 mandados e afasta 5 servidores em 5 municípios de MS

Operação ocorreu em Campo Grande, Corguinho, Rio Negro, Rochedo e Terenos

10/02/2026 11h55

 Gaeco e Batalhão de Choque amanheceram na porta de uma loja de materiais escolares e de escritório, localizado na rua 14 de julho, Vila Glória, em Campo Grande

Gaeco e Batalhão de Choque amanheceram na porta de uma loja de materiais escolares e de escritório, localizado na rua 14 de julho, Vila Glória, em Campo Grande MARCELO VICTOR

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Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) cumpriu 76 mandados, na manhã desta terça-feira (10), durante a Operação Cartas Marcadas, em Campo Grande, Corguinho, Rio Negro, Rochedo e Terenos.

Dos 76 mandados, são

  • 46 mandados de busca e apreensão
  • 5 mandados de afastamento de cargos públicos
  • 22 mandados de proibição de contratar com o Poder Público
  • 3 mandados de suspensão de contratos vigentes com o Poder Público

Todos os mandados são expedidos pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS).

Em Campo Grande, os mandados são cumpridos em uma loja de materiais escolares e de escritório, localizada na rua 14 de julho, Vila Glória. Policiais militares do Batalhão de Choque e Gaeco amanheceram na porta do estabelecimento e impediram a entrada dos funcionários.

O advogado da loja, Nilton Ribeiro Júnior, confirmou ao Correio do Estado que os policiais e promotores estão cumprindo mandado de busca e apreensão de documentos, mas alegou que não dispõe de mais informações. Disse, também, que este mandado é somente mais um em uma série de decisões judiciais que estão sendo cumpridas em diferentes cidades de Mato Grosso do Sul.

A investigação aponta a existência de uma organização criminosa voltada à prática de crimes contra a Administração Pública, liderada por agentes políticos que atuavam como principais articuladores do esquema criminoso, nas prefeituras de Corguinho e Rio Negro.

A organização criminosa era composta por servidores públicos que forjavam a concorrência de licitações públicas, e, direcionavam os certames à empresas integrantes do esquema.

Nos últimos anos, os contratos somam R$ 9.000.000,00. As licitações corrompidas abrangem:

  • Contratações diretas para aquisição de materiais de expediente, mediante dispensas indevidamente manipuladas
  • Contratação de empresas para a execução de obras públicas, as quais eram iniciadas antes mesmo da formalização contratual

O Ministério Público (MPMS) adquiriu provas por meio do conteúdo extraído de alguns telefones celulares apreendidos, nas Operações Turn Off e Malebolge, que revelaram o modus operandi da organização criminosa. Com isso, foi possível chegar até os agentes políticos que dirigiam o esquema.

Batalhão de Choque (BPMChoque) e Batalhão de Operações Especiais (Bope), da Polícia Militar, apoiaram a ocorrência nesta terça-feira (10).

“Cartas Marcadas”, termo que dá nome à operação, faz referência a um jogo previamente manipulado, em que o desfecho é conhecido antes mesmo do início.

No caso, as contratações sob apuração foram direcionadas de antemão às empresas investigadas, por meio de ajustes espúrios, para conferir aparência de lisura a uma escolha que já estava determinada.

Desde o começo do ano passado, operações do Ministério Público revelaram supostos esquemas de corrupção em Aquidauana, Água Clara, Rochedo, Três Lagoas, Coxim, Sidrolândia, Bonito, Jardim, Terenos, Miranda, Itaporã e Campo Grande.

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